Um policial militar ficou ferido ao ser atropelado e arrastado por cerca de 300 metros durante uma abordagem realizada na madrugada de sábado (27) no município de Crissiumal, no noroeste do Rio Grande do Sul. O caso está sob investigação da Polícia Civil, que já identificou o motorista e o indiciou por tentativa de homicídio qualificado.
O condutor foi identificado como Celso Luiz dos Santos Leal. Após o crime, ele fugiu e, até o momento, é considerado foragido.
A abordagem ocorreu por volta das 3h, quando equipes da Brigada Militar tentaram fiscalizar o veículo conduzido pelo suspeito. Segundo a investigação, o motorista acelerou de forma repentina, arrastando o policial por aproximadamente 300 metros em alta velocidade, numa tentativa de escapar da ação policial. O agente ficou ferido e recebeu atendimento médico.
Ainda na noite de sábado, forças de segurança iniciaram uma operação conjunta para localizar o suspeito. Policiais civis e militares, incluindo guarnições da Brigada Militar e do Pelotão de Operações Especiais (POE), atuaram de forma integrada sob a coordenação do delegado William Garcez. A Justiça expediu um mandado de prisão preventiva, que foi representado no mesmo dia da ocorrência.
Apesar das diligências, o investigado não foi encontrado na cidade após o crime e passou a ser oficialmente considerado foragido. As autoridades continuam as buscas na região e em municípios vizinhos.
A Polícia Civil reforça que informações que possam auxiliar na localização de Celso Luiz dos Santos Leal podem ser repassadas de forma anônima, tanto à própria Polícia Civil quanto à Brigada Militar. O caso segue em investigação, e novas medidas não estão descartadas conforme o avanço das apurações.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura promovida pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, mas a censura permanece há quase um ano.
Outros títulos também parecem estar na mira da censura, como os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e os acontecimentos incomuns dentro do STF.
