Começou a circular nas redes sociais e já chama a atenção nos bastidores políticos o que vem sendo apontado como o primeiro jingle ligado ao nome de Flávio Bolsonaro com foco no debate eleitoral de 2026. A música, de autoria de Emílio Kerber, ganhou rápida repercussão por trazer uma mensagem clara de estratégia e posicionamento dentro do campo da direita.
Apesar de mencionar Flávio, a letra não o projeta como candidato. Pelo contrário, constrói a narrativa de que a escolha estratégica do senador é reafirmar o nome de Jair Bolsonaro como principal liderança e referência do eleitorado conservador para o próximo ciclo presidencial.
O jingle funciona menos como peça de campanha formal e mais como sinal político antecipado, reforçando a ideia de unidade, lealdade e continuidade. Em tom simbólico, a música sugere que o projeto político está acima de ambições pessoais, posicionando Flávio como fiador dessa decisão.
Em um cenário de fragmentação da direita e antecipação do debate de 2026, a canção surge como um recado direto à base: Jair Bolsonaro segue no centro do tabuleiro político, enquanto movimentos estratégicos começam a ser comunicados não apenas por discursos, mas também por símbolos culturais que viralizam nas redes.
Veja:
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura persiste por quase um ano.
Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os títulos “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.
