A psicóloga Aline Alves de Lima, que em um episódio horroroso e abjeto sugeriu que a filha do empresário Roberto Justus fosse submetida à guilhotina, foi condenada no processo indenizatório. Ela também desejou publicamente a morte de uma criança.
A condenação fixou o pagamento de R$ 100 mil a cada integrante da família ofendida.
Atualmente, Aline está foragida. Os oficiais de justiça já tentaram localizá‑la em nove ocasiões, sem sucesso.
O juiz responsável expediu um mandado de citação por hora certa, medida prevista para citar pessoa que se oculta de oficial de justiça.
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