Quando a estupidez do cinema nacional fala mais alto que a arte

Dar o microfone e os holofotes a quem não tem preparo para o sucesso tem sido a prática no cinema nacional.

O Brasil possui tudo para se destacar no cenário mundial, mas a presença de Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho tem comprometido esse potencial. Já não bastava a intervenção de Fernanda Torres.

Ao abrir a boca em pleno Globo de Ouro, eles fizeram a vergonha internacional transparecer.

– “De 2018 a 2022, tivemos um presidente de extrema direita no Brasil/fascista que é a manifestação física dos ecos da ditadura”. Wagner Moura.

– “Há cerca de 10 anos, o Brasil deu uma guinada muito acentuada para a direita e esse tempo já passou. O ex‑presidente está agora na prisão. Ele foi epicamente irresponsável ao não liderar o País”. Kleber Mendonça Filho.

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Como o sistema tentou destruir um presidente

Uma denúncia contundente e reveladora sobre como as engrenagens do poder se voltaram contra um presidente que ousou romper com o sistema.

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