A CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís da Silva, filho do presidente Lula. A decisão pode esclarecer como ex-trabalhadores de zoológico se tornaram milionários durante as gestões petistas.
Fábio Luís da Silva é apontado como provável sócio oculto do “Careca do INSS”, intermediário do esquema fraudulento que prejudicava idosos beneficiários do INSS.
Segundo Edson Claro, funcionário do Careca, em depoimento à Polícia Federal, Lulinha recebia uma mesada de 300 mil reais de seu chefe, sendo beneficiado pelo esquema fraudulento.
A autorização para a quebra de sigilo foi pedida pela Polícia Federal e concedida pelo ministro André Mendonça.
O filho de Lula é conhecido da PF: já foi investigado pela Operação Lava Jato, acusado de receber repasses de mais de 100 milhões de reais do grupo OI para sua empresa, a Gamecorp.
A deputada Coronel Fernanda, do PL, formalizou um pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís da Silva, alegando risco evidente de fuga.
Durante a aprovação da quebra de sigilo, parlamentares da esquerda e da direita se confrontaram fisicamente, com trocas de ofensas e agressões, em um verdadeiro barraco democrático.
A esquerda tentou barrar a exposição da corrupção familiar dos da Silva, que envolve também o irmão de Lula, Frei Chico, nas fraudes do INSS. Não conseguiu e, em desespero, partiu para a agressão física.
Em ano eleitoral, com queda nas pesquisas e criando impostos para financiar gastos governamentais, Lula enfrenta a exposição da corrupção familiar que transformou seu filho em milionário.
A realidade dos novos impostos sobre importação de mais de mil produtos, especialmente de tecnologia, vai impactar diretamente o trabalhador brasileiro.
Lula, com discurso anacrônico dos anos 1980, se recusa a enxergar o Brasil atual. Mas os brasileiros o enxergam como é, e sua rejeição aumenta a cada dia, a cada imposto, a cada escândalo revelado.
