O envolvimento do ministro Dias Toffoli com o Resort Tayayá tem provocado uma enxurrada de publicações nas redes sociais do empreendimento, gerando constrangimento tanto para o negócio quanto para o próprio ministro.
O resort, localizado em Ribeirão Claro (PR), passou a ser conhecido popularmente como “Resort do Toffoli”.
Ao mesmo tempo, o magistrado atua como relator do inquérito que apura o chamado caso Master.
Investigações apontam que uma negociação envolvendo supostamente os irmãos de Toffoli e a venda de participação milionária no Tayayá chamou a atenção de autoridades e do meio jurídico‑financeiro, depois de se descobrir que o comprador seria um fundo administrado pela Reag Investimentos, gestora suspeita de manter estruturas ligadas ao Banco Master e a esquemas bilionários de sonegação.

Selecionamos algumas das mensagens que circularam nas redes do Tayayá:
– Dá pra lavar dinheiro na piscina?
– Esse é o resort do ministro?
– Esse é o resort do ministro? Ou é de um amigo de um amigo? Aceitam títulos bancários como pagamento para reservas?
– É do “amigo do amigo do meu pai”.
– Pra reservar pede por aqui ou pede pro amigo do amigo do meu pai?
– Sou amigo do amigo do meu pai, posso me hospedar com um bom desconto?
– Tá quanto a diária pra amigo do amigo?
– Petista tem desconto?
– A casa vai cair.
– Como é bom ser ministro no Bostil, tem até resort com cassino.
– Se o Brasil fosse um país sério esse resort já estava fechado.
