O governo em crise tenta se equilibrar entre as forças instáveis e corruptas da banca financeira e midiática, que lava dinheiro e está subordinada às interferências globalistas do Fórum Econômico Mundial e ao bloco russo‑chinês‑islâmico, além do Foro de São Paulo, financiadores do narcoterrorismo, consequência das organizações criminosas como PCC, Hamas, Hezbollah, Cartel de Los Soles etc.
Com a cruzada trumpista contra o avanço chinês no Ocidente, o narcoterrorismo islâmico e a queda de Maduro, reflexos imediatos surgiram no Brasil.
Privado do apoio norte‑americano promovido pelos democratas de Biden, cataclismos atingiram o interior da banca financeira nacional.
Escândalos envolvendo traidores da Pátria em todas as esferas de poder eclodiram, desintegrando esquemas bilionários e criminosos de lavagem de dinheiro do narcotráfico em instituições financeiras que compravam políticos, juízes e veículos de mídia.
O levante popular e o surgimento de novas lideranças, no caminho aberto por Jair Bolsonaro no Brasil, Donald Trump nos EUA e Benjamin Netanyahú em Israel, expõem e colocam em xeque a resistência popular às tentativas de hegemonia mundial dos globalistas do WEF e do bloco russo‑chinês‑islâmico.
Nada acontece por acaso; os acontecimentos alarmantes que presenciamos no Brasil estão intrinsecamente ligados à disputa mundial entre uma elite que pretende dominar o povo e o povo que luta por liberdade e pelo direito de escolher seus líderes em eleições limpas, auditáveis e sem suspeitas.
Não estamos sozinhos.
Pedro Possas, médico.
