Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que Jorge Messias seria o próximo ministro do Supremo Tribunal Federal, o Planalto já tinha tudo articulado. Não foi preciso improvisar.
A estratégia seguiu o roteiro de sempre: promessas de vagas em agências reguladoras, negociações reservadas com Davi Alcolumbre e o apoio previsível do Centrão, sempre disposto a barganhar. Missão dada, missão cumprida.
O “Bessias” — apelido que Jorge Messias ganhou nos grampos da Operação Lava Jato, quando Dilma Rousseff o identificou como interlocutor entre ela e Lula — está a um passo de vestir a toga vitalícia. E o Brasil assiste, mais uma vez, ao mesmo espetáculo.
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