Um texto publicado nas redes sociais pelo vereador Rodrigo Marcial chama atenção para um nome ainda desconhecido pela grande mídia: Silvano Gerstzel, ex‑CEO da REAG. Segundo a publicação, ele seria o terror do ministro Dias Toffoli.
Silvano Gerstzel, ex‑CEO da REAG, tornou‑se o principal temor dos envolvidos no maior escândalo financeiro do Brasil. Desde que deixou o cargo em 2025, durante a Operação Carbono Oculto, Gerstzel desapareceu, não constituiu advogados e cortou contato com antigos sócios. Sua ausência, somada à precisão cirúrgica das recentes ações da Polícia Federal e do Banco Central, alimenta a suspeita de que ele seja o delator por trás das investigações.
O pânico entre os investigados cresceu após a liquidação da REAG em 2026, que revelou conexões explosivas.
Dados do sistema da gestora expuseram que Fabiano Zettel — ligado ao ex‑banqueiro Daniel Vorcaro — pagou R$ 20 milhões aos irmãos do ministro Dias Toffoli por uma fatia no resort Tayayá avaliada em apenas R$ 6,6 milhões.
Com 30 anos de experiência e conhecimento profundo dos bastidores da REAG e do Banco Master, a provável colaboração de Gerstzel representa uma ameaça direta à cúpula política e financeira do país. Para os envolvidos, o ex‑executivo detém o mapa detalhado de operações que muitos prefeririam manter enterradas.
