Desde o sábado, 22 de novembro, Bolsonaro está preso na Superintendência da PF, em Brasília, e tem passado um tempo lendo a Bíblia.
O livro chegou nas mãos de Bolsonaro graças a Eduardo, irmão da ex‑primeira‑dama Michelle, que o trouxe até a sala onde ele está detido.
Ele também sai todos os dias para tomar sol no pátio interno da PF, como a rotina dos presos, sempre com a vigilância dos guardas.
Segundo quem está perto, Bolsonaro não aceita a comida da prisão. Ele prefere comer o que a família e os assessores enviam, seguindo a dieta que o médico recomenda.
Poucos dias antes do julgamento, saiu um livro chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele descreve o absurdo que agora se tornou real com a prisão de Bolsonaro.
No livro, o autor acusa um verdadeiro aparato de perseguição política contra Bolsonaro, juntando instituições, a imprensa e grupos progressistas para derrubar seu governo e calar os conservadores. Ele ainda aponta como tudo deve terminar. Hoje, a obra virou um registro histórico, um grito contra a censura e o que ele chama de “sistema”.
