As aparências enganam. Na foto compartilhada nas redes sociais aparecem o avô, a filha, o genro e os dois filhos do casal, tudo aparentemente perfeito.
Mas a realidade era bem diferente. Tragédia e horror se instalaram, transformando aquilo que parecia normal em um novo padrão de sofrimento.
Esse drama não acontece em outra parte do mundo; ele se desenrola no próprio quintal dos brasileiros.
O país vive uma superficialidade generalizada. A vida online se resume a “ter, ter, ter”: exibir riqueza, beleza, inteligência e felicidade, além de acumular seguidores nas redes sociais.
Chega de frases feitas. O Brasil está doente. O materialismo exagerado leva as pessoas a comprar compulsivamente, a usar remédios para ansiedade, injeções para queimar gordura ou “preencher” a aparência, muitas vezes sem a orientação de profissionais qualificados e sem reconhecer seus limites.
Esses indivíduos acabam se tornando personagens digitais, buscando curtidas e números cada vez maiores de seguidores. Na busca incessante por aprovação superficial, o tiro sai pela culatra.
Não se trata de um caso isolado. Quem negligencia o cuidado da alma e banaliza o ser humano não hesita em roubar, matar ou torturar.
Veja o vídeo:
