O ano termina sob a sombra de um dos maiores escândalos bancários da história do Brasil, que poderia ser anulado com base no argumento de cooperação entre a Polícia Federal e o Banco Central.
Ao mesmo tempo, um prefeito é acusado de fraudar um concurso público, e a Ministra da Cultura dispõe de 22 bilhões de reais sem que haja explicação oficial sobre a origem ou a destinação desses recursos.
O ex‑presidente Jair Bolsonaro entregou superávit e teve as contas aprovadas pelo Tribunal de Contas da União. A questão permanece: como pode haver culpa em relação a esses 22 bilhões?
O prefeito Tiktoker e sua namorada deverão comentar as acusações que lhes são atribuídas. Enquanto isso, há rumores de que o ministro Toffoli poderia ignorar o cenário nacional e “desliquidar” o Master.
Espera‑se que, em 2026, as notícias sejam diferentes.
