Durante coletiva concedida neste sábado (3/1), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os norte‑americanos passarão a administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro e que permanecerão no país até que ocorra uma transição de governo.
Trump declarou:
“Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, através de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela.”
“O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. […] toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder.”
“Nós estamos lá [na Venezuela] e ficaremos até que uma transição adequada aconteça. Nós vamos basicamente executar, administrar o país até que uma transição apropriada aconteça. Como todos sabem, o negócio do petróleo na Venezuela tem sido usado por muito tempo. Eles não estão retirando nada do que poderiam, comparado ao que poderia acontecer nesse país.”
Veja:
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repulsa à censura do livro “Diário da cadeia”, promovida pelo ministro Alexandre de Moraes. O ministro argumenta que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano.
Outros títulos também parecem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam especificamente da censura e de episódios controversos no Supremo Tribunal Federal.
