Na tarde de domingo (23/11), a porta da Superintendência da PF em Brasília virou mais uma vez um focinho de tensão. Jair Bolsonaro (PL) está preso lá por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes, e seus apoiadores se revezam na entrada do prédio, no Setor Policial Militar Sul.
No meio da agitação, um crítico abriu uma garrafa de espumante para celebrar a detenção.
O ato provocou a ira dos bolsonaristas que estavam ali.
A confusão aumentou e o opositor acabou levando um soco de um dos manifestantes.
Para conter a briga, um policial militar usou spray de pimenta, fazendo a turba se dispersar.
Poucos dias antes do julgamento, saiu um livro impactante chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele já descrevia o absurdo que vivemos hoje com a prisão de Bolsonaro.
Na obra, o autor acusa Bolsonaro de ser vítima de uma máquina de perseguição política que juntou instituições, a imprensa e grupos progressistas para derrubar seu governo e calar a direita que vem crescendo. O livro ainda aponta como tudo deve terminar. Hoje, ele virou um documento histórico, um grito contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
