Nessa sexta (21), a rede X, que pertence a Elon Musk, soltou um comunicado em sua conta de relações governamentais. No texto, a empresa atacou as ordens dos tribunais brasileiros que obrigaram a tirar publicações que criticam políticos.
Um dos que pagaram o preço foi o deputado Nikolas Ferreira, do PL-MG. Ele foi obrigado a excluir um post recente depois que a Justiça mandou.
No mesmo comunicado, o X chamou a medida de “censura pura e simples”. Segundo a rede, a decisão ataca a base da liberdade de expressão, cala o debate e enfraquece a democracia.
A X apontou um caso que, para ela, ilustra tudo isso: decisões da Vara Cível de Brasília que favoreceram o PT. Os juízes pediram que fossem apagadas no X mensagens que chamavam o Partido dos Trabalhadores de “partido dos traficantes”. O tribunal considerou a frase como “acusação criminal infundada”.
A rede justificou que a expressão era um trocadilho crítico, algo que tanto a esquerda quanto a direita costumam usar. O comentário se espalhou depois que o presidente Lula disse:
Para fechar, o X reafirmou que defende a liberdade de expressão sem limites, dizendo que “ela é fundamental para a democracia, mesmo quando incomoda”.
