O desespero domina o que resta do governo venezuelano.
Em pronunciamento transmitido por uma rádio estatal, a vice Delcy Rodríguez declarou que o país desconhece o paradeiro de Nicolás Maduro e da primeira‑dama, Cilia Flores, e cobrou do governo dos Estados Unidos a apresentação imediata de uma prova de vida.
“Diante dessa situação brutal e desse ataque, nós desconhecemos o paradeiro de Nicolás Maduro e da primeira‑dama, Cilia Flores. Exigimos do governo Trump prova de vida imediata do presidente Maduro e da primeira‑dama”, declarou Rodríguez durante a transmissão.
“O presidente Maduro já havia sido muito claro e advertiu o povo venezuelano de que uma agressão dessa natureza, motivada pelo desespero e a energia dos Estados Unidos, poderia acontecer. E a primeira coisa que disse o presidente Maduro ao povo da Venezuela foi: ‘POVO NAS RUAS’. Ele ativou as milícias e todos os planos, deu ordens muito claras às Forças Armadas venezuelanas em perfeita fusão militar, popular e policial”, afirmou Rodríguez.
Veja:
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, mas a censura permanece há quase um ano.
Outros títulos também parecem estar sob risco de censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e dos acontecimentos incomuns dentro do Supremo Tribunal Federal.
