Daniel Vorcaro ameaçou incluir um site no inquérito das “fake news” como se fosse ele o dono da investigação. O detalhe é grave: o inquérito tem como relator o ministro Alexandre de Moraes e a esposa do ministro mantém contrato milionário com o Banco Master.
No caso específico, Vorcaro estava fechando uma “parceria” com o site de extrema esquerda Diário do Centro do Mundo. Durante a negociação, o site publicou matéria negativa sobre o Master, o que fez Vorcaro afirmar que os colocaria no inquérito das fake news e que fecharia o site.
A situação levanta um questionamento inevitável. Como alguém investigado se sente confortável a ponto de agir como se tivesse influência sobre um inquérito conduzido dentro do Supremo?
