O decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, atacou o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) durante a sessão desta quinta-feira (26/2). Ao discursar sobre os 135 anos da Corte, o magistrado ironizou o ex-juiz da Operação Lava Jato. Em tom de deboche, Gilmar afirmou: “Moro precisava de ter ghostwriters, porque talvez não soubesse escrever com G ou com J a palavra tigela”. A declaração foi feita após o ministro mencionar o papel institucional do STF ao longo da história e defender a atuação do tribunal como guardião da democracia. Durante o pronunciamento, o decano relembrou decisões da Corte no enfrentamento à pandemia de Covid-19, comentou os atos de 8 de Janeiro e dirigiu críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em seguida, voltou-se especificamente à Lava Jato, classificando a operação como uma agenda política disfarçada de combate à corrupção. “Não se combate o crime cometendo crimes”, declarou o ministro, ao mencionar também a Operação Spoofing, que apurou a invasão de celulares de autoridades e revelou diálogos atribuídos a integrantes da força-tarefa. Gilmar ainda criticou veículos de imprensa que, segundo ele, apoiaram a Lava Jato e não reconheceram posteriormente os abusos apontados nas investigações decorrentes da Spoofing. “A propósito dessas idiossincrasias, também causa perplexidade, presidente, que os mesmos veículos que exaltaram a Lava Jato não tenham feito até hoje um mea-culpa ante os abusos comprovados pelos documentos da Operação Spoofing”, disse. Na sequência, reforçou a ironia direcionada ao senador: “Como todos sabem, e eu não quero constranger ninguém… Muitos jornalistas importantes, hoje talvez até promovidos na mídia qualificada, eram ghostwriters de Moro e companhia. E veja, Moro precisava de ter ghostwriters, porque talvez não soubesse escrever com G ou com J a palavra tigela”. Veja:
Avião faz pouso forçado nos Lençóis Maranhenses sem autorização para táxi aéreo
Um avião de pequeno porte realizou um pouso forçado no início da manhã desta quinta-feira (26) em Barreirinhas, município localizado na região dos Lençóis Maranhenses. O incidente foi registrado por volta das 6h50 e mobilizou equipes de emergência. Na aeronave estavam três passageiros — dois adultos e uma criança — além do piloto. Apesar do susto, ninguém sofreu ferimentos. A descida ocorreu em uma pista situada no bairro Vila Sertãozinho. Até o momento, as causas do pouso forçado ainda não foram oficialmente esclarecidas pelas autoridades. Equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão estiveram no local para realizar as primeiras avaliações e garantir a segurança da área. A aeronave passou por inspeção inicial para verificar possíveis danos estruturais e riscos adicionais. De acordo com dados do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), a situação cadastral do avião está regular. No entanto, consta que a aeronave não possui autorização para operar como táxi aéreo. O RAB é o sistema oficial administrado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e funciona como um “cartório” da aviação civil no país. É por meio dele que são registradas informações como matrícula (identificações iniciadas por PT, PR ou PP), nacionalidade, propriedade e condições de aeronavegabilidade das aeronaves, garantindo segurança jurídica e regularidade às operações aéreas no Brasil. As autoridades devem apurar as circunstâncias do ocorrido para determinar o que levou ao pouso forçado.
Relator da CPMI do INSS manda recado irônico a Lula sobre quebra de sigilo de Lulinha: ‘Fique com raiva da sua base’
O deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), relator da CPMI do INSS, enviou um recado direto ao presidente Lula logo após a aprovação do pedido de quebra de sigilo de Lulinha. Em tom de ironia, ele orientou o chefe do Executivo a não ficar “com raiva” da oposição, mas sim dos líderes da base governista que, segundo ele, foram “soberbos” na condução da estratégia. A CPMI aprovou o acesso aos dados telemáticos, bancários e fiscais de Lulinha. A votação ocorreu de forma simbólica e em bloco, ou seja, diversos requerimentos foram aprovados simultaneamente em uma única votação. “A estratégia do governo errou pela segunda vez. Queria dizer ao Lula, que é o chefe da base: Lula, não fique com raiva do presidente, do relator e da oposição, não. Fique com raiva da sua base, fique com raiva da sua liderança porque eles erraram pela segunda vez na estratégia. Eles foram soberbos”, declarou Gaspar. Após a divulgação do resultado, iniciou-se uma discussão generalizada no plenário. Deputados governistas se dirigiram até a mesa da CPMI do INSS e passaram a discutir acaloradamente com Viana e Gaspar. Em determinado momento, a tensão escalou: o deputado governista Rogério Correia (PT-MG) deu um soco em Luiz Lima (Novo-RJ) em meio a uma sequência de empurrões. Diante do tumulto, a sessão precisou ser suspensa. O episódio evidencia o clima de confronto que tem marcado os trabalhos da CPMI, especialmente quando o tema envolve investigações sobre pessoas próximas ao presidente da República. A resistência da base governista em permitir a quebra de sigilo levanta questionamentos sobre o que eventualmente poderia ser revelado nos dados financeiros e de comunicação do filho de Lula.
Flávio Bolsonaro reúne PL e reafirma união com Michelle: “Não conseguirão nos distanciar”
Flávio Bolsonaro convocou todo o PL para uma reunião e, sem arrogância ou prepotência, conseguiu provar que apoio político não pode ser imposto, mas conquistado. Nikolas Ferreira reafirmou o apoio já manifestado em outras ocasiões e declarou colocar Minas Gerais à disposição da campanha do 01. Ainda na saída da reunião, Flávio enfatizou a importância de Michelle Bolsonaro com a declaração direta: “Não conseguirão nos distanciar”. Quem torcia contra terá de dormir com esse sapo na garganta. Chegou o momento em que likes e engajamento forçado em intrigas serão substituídos por apoio real.
Quebra de sigilo de Lulinha por Mendonça pega Planalto de surpresa e provoca correria nos bastidores
A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizando a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, causou surpresa no Palácio do Planalto e entre aliados do petista Lula. Nos bastidores, ministros e auxiliares presidenciais afirmaram que desconheciam o despacho do magistrado, proferido antes mesmo de a CPMI do INSS aprovar requerimento semelhante. Advogados próximos ao chefe do Executivo também relataram não ter sido informados previamente sobre a decisão. Relator do inquérito que apura a chamada “Farra do INSS” no Supremo, Mendonça atendeu a pedido da Polícia Federal (PF). O processo tramita sob sigilo e, segundo fontes da Corte, a autorização foi concedida ainda em janeiro de 2026. Após a divulgação da notícia pela imprensa, na tarde de quinta-feira (26/2), interlocutores do presidente procuraram integrantes da Polícia Federal para confirmar a informação. Inicialmente, teriam ouvido que a corporação não tinha conhecimento da decisão. Posteriormente, auxiliares recorreram a membros do Supremo, quando foram informados de que o ministro realmente havia determinado a quebra dos sigilos. Na avaliação de assessores do presidente, a autorização judicial indica que Lulinha é formalmente investigado no inquérito em curso. O entendimento é que uma medida dessa natureza, especialmente no âmbito do STF, pressupõe a existência de apuração oficial envolvendo o nome do investigado. Aliados do presidente afirmam que o novo cenário deve provocar ajustes tanto na estratégia jurídica da defesa quanto na condução política do governo em relação ao tema. A preocupação central é administrar os desdobramentos institucionais e a repercussão pública do caso. Apesar disso, ministros próximos a Lula avaliam que a quebra de sigilo determinada pelo Supremo tem potencial de desgaste menor do que aquela aprovada no âmbito da CPMI do INSS. Para esse grupo, a exposição e o embate político em uma comissão parlamentar tendem a gerar impacto mais imediato e intenso do que uma investigação conduzida sob sigilo judicial.
Ministro petista Paulo Pimenta fica sem resposta ao ser questionado sobre sigilo de Lulinha
O jornalista Sam Pancher confrontou o ministro petista Paulo Pimenta com uma pergunta direta: qual o motivo do interesse tão grande em impedir a quebra de sigilo de Lulinha? Como era de se esperar, Pimenta ficou sem reação e tratou de desconversar. Um verdadeiro vexame. Veja:
Pancadaria na CPMI do INSS: petista dá soco em deputado após quebra de sigilo de Lulinha. Veja o vídeo!
A sessão da CPMI do INSS transformou-se em cena de pancadaria generalizada. Bate-boca, empurrões e até socos foram trocados entre deputados. O caos instalou-se logo após a aprovação de requerimentos contundentes, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente. O deputado Luiz Lima (Novo-RJ) foi agredido com um soco pelo petista Rogério Correia (PT-MG). A agressão física evidencia o clima de tensão que tomou conta da comissão parlamentar. Enquanto a sessão descambava para a violência, do outro lado do espectro político, o senador Flávio Bolsonaro protagonizou momento de emoção ao falar do pai, Jair Bolsonaro. O parlamentar defendeu a união da direita e o fim da reeleição. O deputado federal Nikolas Ferreira foi categórico em seu posicionamento: todo o seu capital político será direcionado a Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência que apresenta crescimento nas pesquisas eleitorais. Para analisar os acontecimentos com profundidade e sem rodeios, o programa contou com a participação do deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL-MG), da vereadora de Uberaba Ellen Miziara e do jornalista Glauco Fonseca.
Desembargador que absolveu estuprador de menina de 12 anos acumula quatro acusações de abuso sexual
O desembargador Magid Nauef Láuar, da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), enfrenta agora quatro acusações de abuso sexual. Mais duas pessoas prestaram depoimentos contra o magistrado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta quinta-feira (25), somando-se às denúncias anteriores. Láuar ganhou notoriedade nacional na última semana após uma decisão polêmica: absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos, em Indianópolis (MG). A decisão causou repercussão imediata e críticas generalizadas. Nesta quarta-feira, o magistrado voltou atrás e retomou a condenação após acolher um recurso apresentado pelo Ministério Público do estado. A mudança de posição ocorreu após forte pressão, embora anteriormente ele tenha argumentado que existia “vínculo afetivo consensual” entre o réu e a vítima. Os depoimentos das novas acusações foram feitos por chamada de vídeo e já integram a ação que investiga os supostos abusos cometidos pelo desembargador. O caso que gerou indignação nacional envolve um homem de 35 anos que foi preso em flagrante no dia 8 de abril de 2024, quando admitiu ter relações sexuais com a menina de 12 anos. A legislação penal brasileira define o crime de estupro de vulnerável como a prática de “conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos”, com pena de dez a 18 anos de prisão, além de multa. Na decisão que absolveu o acusado, o magistrado afirmou que a menina mantinha com o homem “uma relação análoga ao matrimônio”, alegando que havia conhecimento da família dela. A justificativa causou perplexidade e revolta. “O relacionamento mantido entre o acusado e a menor não decorreu de ato de violência, coação, fraude ou constrangimento, mas sim de um vínculo afetivo consensual, com prévia aquiescência dos genitores da vítima e vivenciado aos olhos de todos”, afirmou o desembargador. A decisão foi imediatamente contestada pelo Ministério Público de Minas Gerais, que destacou que o ordenamento jurídico do país e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabelecem a “presunção absoluta” de vulnerabilidade de menores de 14 anos. Segundo o MP, a preservação do desenvolvimento saudável e da dignidade sexual dessas pessoas se sobrepõe a interpretações sobre consentimento da vítima ou anuência familiar. O caso expõe não apenas uma decisão judicial questionável, mas também as acusações pessoais que pesam sobre o magistrado, que agora responde por quatro denúncias de abuso sexual perante o CNJ.
Humorista do Programa do Ratinho sofre mal súbito, bate moto e é internado em estado grave
O humorista Marquito, integrante do Programa do Ratinho, exibido pelo SBT, foi internado em um hospital particular de São Paulo após sofrer um grave acidente de moto na quarta-feira, 25 de fevereiro. O episódio ocorreu na região da Vila Gustavo, zona Norte da capital paulista, depois que o artista teve um mal súbito enquanto conduzia o veículo. Segundo informações da assessoria da emissora, o humorista perdeu o controle da motocicleta, caiu desacordado na via e acabou atingindo outro motociclista. O segundo envolvido na colisão é enfermeiro e, ao perceber a gravidade da situação, iniciou imediatamente os primeiros socorros, realizando manobras de reanimação até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Ao ser admitido na unidade hospitalar, Marquito apresentava quadro de desorientação, embora estivesse consciente. Como medida preventiva para a realização de exames detalhados, especialmente na região do tórax, a equipe médica decidiu induzi-lo ao coma, a fim de garantir maior segurança durante os procedimentos e monitoramento clínico. Até a última atualização, não haviam sido divulgados novos boletins médicos com informações adicionais sobre o estado de saúde do humorista, que permanece sob observação rigorosa.
Deputado petista confessa agressão contra colega durante tumulto na CPMI do INSS (veja o vídeo!)
A sessão da CPMI do INSS realizada nesta quinta-feira, 26, terminou em forte tumulto no plenário e culminou em acusação de agressão física entre parlamentares. O deputado federal Luiz Lima (PL-RJ) afirmou ter sido atingido com um soco durante a confusão. Segundo o parlamentar, o episódio ocorreu quando ele se dirigiu à mesa diretora em meio ao embate entre deputados da base governista e da oposição, logo após a aprovação de requerimentos considerados estratégicos para o avanço das investigações. “Eu tomei dois socos na cara na minha vida. O primeiro foi aos 16 anos, quando reagi a um assalto. O segundo foi hoje, quando fui proteger o presidente da comissão de deputados que estavam indignados com a votação. O deputado Rogério Correia me deu um soco”, destacou Luiz Lima. O deputado Rogério Correia (PT-MG) admitiu que acabou atingindo o colega, mas sustentou que o episódio ocorreu em meio a empurrões generalizados. Ele também apresentou pedido de desculpas. “Eu realmente atingi o deputado e peço desculpas. Não foi intencional. Eu fui empurrado, caí no chão e reagi. Se acabei atingindo o rosto do deputado, não era minha intenção”, pontuou o parlamentar petista. Veja o momento da confusão: