O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, demonstra confiança absoluta na vitória de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial. O dirigente partidário já tem até sua preferência pessoal para ocupar a vice na chapa. “Cada um tem um palpite e não discutimos isso ainda. O meu? Tereza Cristina”, afirmou durante o programa Frente a Frente, da Folha e do UOL, em sua edição de estreia. Valdemar também citou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), como nome que poderia contribuir para ampliar votos no segundo maior colégio eleitoral do país. Ainda assim, manteve Tereza Cristina como sua indicação pessoal, destacando o carisma da senadora. O presidente do PL foi claro ao delimitar sua posição sobre a escolha final: “Não vou dar palpite nisso, quem vai escolher é o Flávio e o Bolsonaro”.
Celular de Vorcaro revela hábito de gravar tudo: ministro André Mendonça suspende acesso aos dados explosivos (Veja o vídeo!)
As investigações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro ganharam um novo capítulo que escancara um cenário inquietante nos bastidores do poder brasileiro. O volume e a natureza do material armazenado nos celulares de Vorcaro chamaram a atenção das autoridades. Registros constantes, arquivos sensíveis e um acervo considerado incomum passaram a representar não apenas um desafio técnico, mas também jurídico. Diante desse cenário, o ministro André Mendonça decidiu suspender o acesso aos dados que vinham sendo analisados em ambiente controlado. A medida indica o grau de complexidade envolvido no caso. Nos bastidores, cresce a percepção de que os aparelhos não guardavam apenas informações triviais. A quantidade de registros levanta questionamentos sobre um possível padrão de comportamento: o hábito de registrar tudo — reuniões, interações e momentos privados — sem distinção clara entre vida pessoal e relações de poder. Esse tipo de prática, segundo avaliam fontes próximas ao caso, pode transformar conteúdos íntimos em material sensível, com potencial de gerar constrangimentos ou até mesmo pressões indiretas em determinados contextos. Quando a linha entre o pessoal e o institucional se dissolve, o que deveria ser apenas registro passa a assumir um papel mais delicado — e potencialmente explosivo. A decisão de Mendonça reflete a necessidade de preservar a integridade da investigação diante de um conjunto de dados que, pela sua natureza, exige cautela redobrada. O caso segue em aberto, mas uma coisa já está clara: o conteúdo desses celulares deixou de ser apenas uma prova técnica. Ele se tornou peça central de uma engrenagem que pode revelar muito mais sobre as relações que se estabelecem nos bastidores do poder no Brasil. A pergunta que permanece é inevitável: o que ainda está por vir? Veja o vídeo:
Ratinho reafirma posição sobre Erika Hilton: “não vou mudar meu jeito de ser”
Nesta segunda-feira (16), o apresentador Ratinho iniciou seu programa no SBT se manifestando após receber críticas e ser processado pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). A polêmica surgiu quando ele declarou que a parlamentar não é uma mulher e que para isso precisaria ter útero e menstruar. O apresentador fez a declaração após demonstrar ser contra a condução de Erika para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. “Semana passada vi o meu nome envolvido num verdadeiro furacão depois de dar uma opinião aqui no programa. Centenas de pessoas fizeram comentários nas redes sociais ou em publicações falando sobre esse fato. Eu quero agradecer a todos que me apoiaram, eu nem tive como acompanhar todas as mensagens, porque são milhões de mensagens, quase todas unânimes nos comentários, favoráveis”, disse Ratinho. E prosseguiu: “Muita gente, mas muita gente mesmo, concordou comigo. De todos os defeitos que eu tenho, e eu tenho muitos, mas o que mais incomoda as pessoas é a minha sinceridade. Desde que eu comecei em televisão. E olha, eu não sou garoto de internet. Quando eu comecei na televisão e no rádio, não tinha internet. É o meu jeito direto e reto de falar as coisas. E nos tempos atuais, quem fala a verdade pode ser vítima de patrulhamento e lacração, que no meu tempo não tinha”. O apresentador concluiu reafirmando sua postura: “Então quem gosta de mim, vai continuar gostando, quem não gosta, vai continuar não gostando. Eu não vou mudar o meu jeito de ser para agradar quem quer que seja. Fica o recado, vamos continuar o nosso programa. E vamos continuar com a nossa opinião. Eu não vou mudar”.
Delegado reage a assalto no Itaim Bibi e mata bandido; comparsa foge
Criminosos tentaram assaltar um delegado no Itaim Bibi, em São Paulo, na noite desta segunda-feira (16). O policial do grupamento aéreo da Polícia Civil reagiu e atirou contra os dois ladrões. Um dos bandidos foi atingido e morreu no local. O outro conseguiu fugir. A Polícia Militar foi acionada às 19h25 para atender uma ocorrência de disparos de arma de fogo na Travessa Doutor Leopoldo. Os policiais militares chegaram ao endereço e identificaram que os tiros estavam relacionados à tentativa de roubo. O delegado estava no local e prestou esclarecimentos sobre o ocorrido. O policial civil relatou aos agentes da PM que trafegava pela via quando foi surpreendido por dois indivíduos em uma motocicleta. A dupla anunciou o assalto. Diante da situação, o delegado sacou sua arma de fogo e atirou contra os assaltantes. Um dos criminosos foi atingido pelos disparos. O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar socorro, mas o homem não resistiu aos ferimentos. Ele faleceu ainda no local. O segundo bandido fugiu da cena do crime em seguida. Ele permanece foragido. A ocorrência foi registrada no 15º Distrito Policial, que atende a região do Itaim Bibi. As autoridades policiais devem investigar as circunstâncias da tentativa de roubo e a reação do delegado. A identidade do criminoso morto não foi divulgada pelas autoridades.
Moraes trocou mensagens com Vorcaro usando número funcional do STF, afirma presidente da CPMI do INSS
O senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, defendeu que o ministro Alexandre de Moraes deveria ser imediatamente afastado de suas funções até o fim das apurações sobre o Caso Master. “Em qualquer país sério, o ministro Alexandre de Moraes estaria afastado do cargo até que a investigação terminasse e nós determinássemos se ele tem culpa ou não nessa história”, declarou o parlamentar. Viana destacou que possui confirmação oficial de que mensagens do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foram trocadas com um número oficial do Supremo Tribunal Federal (STF). “O número que aparece naquela mensagem é um número funcional do Supremo. Cabe agora, se nós tivermos essa condição na investigação, que o Supremo nos responda com quem estava aquele número de telefone no momento em que o Vorcaro manda a mensagem”, afirmou em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura. O senador pretende oficiar o STF para que a Corte esclareça qual ministro utilizava o telefone em questão. As mensagens são atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes, que nega ter conversado com Vorcaro. O caso levanta questões graves sobre a conduta de um ministro do Supremo Tribunal Federal e a necessidade de transparência nas investigações envolvendo autoridades do Judiciário.
Manifestantes incendeiam sede do Partido Comunista em Cuba após apagões e falta de alimentos
Na madrugada de sábado (14 de março de 2026), manifestantes em Morón, na província de Ciego de Ávila, Cuba, atacaram e incendiaram a sede municipal do Partido Comunista. O protesto foi motivado por apagões prolongados e falta de alimentos, em meio a uma crise energética agravada pela suspensão das exportações de petróleo da Venezuela. Houve relatos de tiros e repressão policial durante os confrontos. O que aconteceu Local: Morón, Ciego de Ávila, Cuba. Data: madrugada de 14 de março de 2026. Motivo: protestos contra apagões, escassez de alimentos e crise econômica. Ação: manifestantes incendiaram a sede do Partido Comunista, único partido autorizado no país. Consequências: relatos de tiros, repressão policial e prisões. A crise energética que sufoca o país Cuba enfrenta uma grave crise energética desde que a Venezuela suspendeu abruptamente as exportações de petróleo em janeiro. Sem luz, sem comida, sem esperança, milhões de cubanos vivem sob um regime que insiste em controlar cada aspecto da vida, mas não consegue garantir o básico. Regime comunista na corda bamba O Partido Comunista, único autorizado no país, é hoje alvo direto da ira popular. Esse tipo de acontecimento é raro em Cuba, onde o controle estatal costuma sufocar qualquer manifestação. O fato de a sede do Partido ter sido alvo mostra que a paciência popular está no limite. A crise energética, agravada pela suspensão do petróleo venezuelano, foi o estopim, mas o pano de fundo é décadas de opressão e falta de liberdade. O ataque em Morón mostra que a paciência acabou. O povo não teme mais a repressão: enfrenta tiros, prisões e intimidações com coragem. Cada chama acesa é um recado: a tirania não é eterna. Um marco histórico O incêndio da sede do Partido é mais que um protesto — é um marco. Assim como o Muro de Berlim caiu, assim como ditaduras latino-americanas ruíram, Cuba também pode estar diante de sua virada. O povo já não pede apenas luz elétrica: pede liberdade. O regime cubano está na corda bamba. O fogo em Morón é o prenúncio de uma revolução que não se apaga com balas nem prisões. A chama que ardeu naquela madrugada é a mesma que arde no coração de milhões de cubanos (e brasileiros): o desejo inegociável de viver livres. A chama de Cuba não se apaga na ilha. Ela corre pelo continente, encontra rastilho no Brasil e anuncia que o povo não aceita mais a “esculhambação”. Onde há opressão, haverá fogo. A imprensa nacional não deu destaque aos fatos.
Ideologia não suplanta biologia: a inadequação de Erika Hilton na Comissão de Defesa da Mulher
“A ideologia é incapaz de suplantar a biologia”, afirmou Fernando Holiday, ex-vereador por São Paulo, homossexual assumido. A frase resume o debate sobre a candidatura e eleição do deputado federal Erika Hilton à presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CDM), que gerou uma campanha visando impedir sua posse e, posteriormente, cassar seu mandato. O jornalista Demétrio Magnoli já expôs que qualquer deputado federal, homem ou mulher, tem o direito de ser eleito presidente da CDM ou de qualquer outra comissão. A questão, porém, não se trata de discutir direito, mas adequação. Não é adequado um homem assumir a CDM, assim como não seria adequado o deputado Tiririca, praticamente analfabeto, assumir a Comissão de Cultura da Câmara, embora seja deputado. É necessário apresentar uma preliminar: nunca houve ofensa ou desrespeito a pessoas homossexuais ou a quaisquer pessoas desconfortáveis com sua condição biológica de nascimento. Como professor universitário, alunos claramente homossexuais foram orientados com o mesmo respeito e deferência dedicados aos demais. O desempenho acadêmico sempre foi o único critério relevante. Não se entende como um homem pode gostar de se relacionar com outro homem, ou mulher com mulher, mas isso não confere o direito de desrespeitá-los por tais condições. O caso Erika Hilton, nascido Felipe Santos Silva, revela profunda incoerência e hipocrisia. Em vídeo que circula na internet, ele sempre se jactou de sua negritude, afirmando: “Não adianta alisar os cabelos, você é negro”. Contudo, assim que pôde, alisou e aloirou os cabelos para parecer uma mulher nórdica. Aparentemente, fez tratamento para clarear a pele. Adotou o nome Erika, de origem germânica, derivado de ‘Eirikr’, que significa “eterna soberana”, “rica em honra”, “aquela que reina como uma águia”. Ao adotar tal pseudônimo, alisar e aloirar os cabelos, contraria sua própria afirmação sobre o alegado orgulho pela negritude. Manifesta-se, ao contrário, como flagrante hipocrisia e falsa propaganda política. Além disso, adotou o sobrenome anglo-saxão Hilton. Definitivamente, alisar e aloirar os cabelos e adotar o nome Erika Hilton não significa aceitar negritude alguma. Significa fuga de sua condição biológica, possivelmente por vergonha desta mesma condição natural. A autenticidade de Fernando Holiday, citado anteriormente, é preferível. A transexualidade é uma questão séria. Uma pessoa sentir-se desconfortável ou infeliz com seu corpo biológico não pode ser objeto de chacota: é uma condição seríssima, digna dos melhores estudos e maior respeito e consideração. Até aí, há concordância absoluta. Respeita-se que o transexual se identifique como pertencente ao sexo biologicamente oposto ao seu. Evita-se a palavra transgênero porque gênero, em biologia, não se refere a sexo, sendo parte da classificação (taxonomia) dos seres vivos. Por exemplo: ‘homo’ (gênero) ‘sapiens’ (espécie). Porém, não se aceita que seja imposto considerar o transexual como a pessoa que ele não é, contrariando sua natureza biológica. “A ideologia é incapaz de suplantar a biologia”, sentenciou corretamente Fernando Holiday. O transexual pode achar de si mesmo o que quiser, mas jamais impor a terceiros que aceitem o que ele pensa de si mesmo. Alguém pode achar que é Napoleão Bonaparte. Isso não deve ser objeto de chacota, mas não é correto impor a terceiros que aceitem que ele seja realmente Napoleão Bonaparte. Existe uma pessoa, catarinense de Indaial, que se denomina Inri Cristo e se identifica como a reencarnação de Jesus. Ele tem todo o direito de se considerar Jesus reencarnado. Mas ninguém, nem mesmo o STF, tem o direito de impor às demais pessoas que o acatem como realmente Jesus reencarnado. As analogias realçam a realidade das coisas. Não existe “mulher trans”, nem “homem trans”. Esta conceituação não tem assento em fundamentação científica. Existe o transexual, ou abreviadamente trans, mas não “mulher trans” ou “homem trans”. Estes termos representam, cada um, uma contradição nos próprios termos. O transexual Erika Hilton pode se achar mulher, mas não pode impor às pessoas que pensem dele o que ele pensa ou deseja ser. Além disso, trata-se de um parlamentar improdutivo, grosseiro ao se dirigir a quem não concorda com ele, autoritário e, como já ficou demonstrado, farsante e hipócrita. A candidatura e eleição à presidência da CDM de Erika Hilton justifica o coro de indignação que se observa entre as mulheres, parlamentares ou não. A indignação se justifica não porque Erika não tenha o direito de se candidatar e se eleger, mas porque, ao contrário do que argumentou o jornalista Demétrio Magnoli, trata-se de uma candidatura e eleição absolutamente inadequadas.