A Justiça de São Paulo determinou nesta quarta-feira (15) a interdição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de 94 anos, atendendo ao pedido feito pelos filhos do político. O processo tramita sob segredo de Justiça. O filho de FHC, Paulo Henrique Cardoso, foi oficialmente nomeado curador provisório do ex-presidente, assumindo, de forma imediata, a administração patrimonial e financeira do pai. A decisão judicial foi assinada pela juíza Ana Lúcia Xavier Goldman, da 2ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo, e levou em consideração tanto laudos médicos quanto a concordância dos demais familiares do ex-mandatário. A nomeação de Paulo Henrique Cardoso como curador foi baseada em relatório médico já anexado aos autos, destacando que havia uma relação de confiança pré-existente entre FHC e o filho, inclusive com formalização de procuração anterior à presente decisão. O processo segue acompanhando de perto o agravamento do estado de saúde do ex-presidente, que foi diagnosticado com Doença de Alzheimer em estágio avançado. O pedido de interdição foi encaminhado pelos filhos Paulo Henrique, Luciana e Beatriz diante do quadro de saúde do ex-presidente, que, segundo informações anexadas no processo, já vinha apresentando sinais significativos de dependência para a realização de atividades cotidianas. A Doença de Alzheimer, especialmente em seu estágio avançado, compromete severamente a autonomia do portador, afetando memória, raciocínio e a capacidade de tomar decisões. Na prática, a curatela concedida a Paulo Henrique Cardoso estabelece que ele será o responsável legal por todos os atos civis vinculados ao patrimônio e às finanças do pai, incluindo transações bancárias, administração de bens e eventuais questões jurídicas relacionadas aos ativos do ex-presidente. Segundo consta na petição apresentada à Justiça, Paulo Henrique já vinha desempenhando essa função de forma informal, fato este considerado pela juíza ao tomar a decisão. Além disso, está prevista a possibilidade de manifestação de Fernando Henrique Cardoso acerca da decisão.
Piloto, filho de ex-prefeito, sobrevive a queda de helicóptero que matou duas pessoas carbonizadas
O piloto Antônio Braz Genelhu Melo Júnior, de 54 anos, filho do ex-prefeito de Dourados (MS), Braz Melo, ficou ferido em um acidente com uma aeronave Robinson R44 II pilotada por ele, ocorrido no final da tarde de segunda-feira (13). Áudios que circulam pelas redes sociais, atribuídos a ‘Brazinho’, como é conhecido o piloto, confirmam a morte de duas pessoas carbonizadas na queda do helicóptero. A aeronave caiu cerca de três quilômetros de onde havia decolado no estado de Roraima. Conforme o teor das falas atribuídas a Brazinho, que conseguiu escapar do helicóptero com algumas escoriações e costelas fraturadas, os demais tripulantes não conseguiram se soltar e teriam morrido carbonizados. A identidade das vítimas fatais ainda não foi divulgada. Brazinho passou a noite na mata e somente na manhã do dia seguinte a equipe de resgate conseguiu chegar ao local do acidente devido à forte chuva que caía na região. As averiguações sobre o caso estão sob responsabilidade do Segundo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II) da Força Aérea Brasileira (FAB).
Rejeição de Lula explode para 55% e coloca reeleição em xeque, aponta Quaest — Veja o vídeo!
A mais recente pesquisa da Quaest revela um dado alarmante para o presidente Lula: 55% de rejeição. Em eleições majoritárias, especialmente para a Presidência da República, esse patamar não é apenas desconfortável — ele é estruturalmente limitador. A rejeição, diferentemente da intenção de voto, é um indicador mais rígido. Ela representa um eleitor que, em tese, já consolidou uma decisão negativa. E quando esse número ultrapassa a marca dos 50%, o campo de crescimento se estreita de forma significativa, exigindo movimentos políticos mais complexos para reversão. Na prática, isso muda completamente o cálculo eleitoral. Para um candidato buscar a reeleição, não basta liderar ou se manter competitivo em cenários estimulados. É necessário preservar margem de expansão e capacidade de agregação no segundo turno. Com rejeição elevada, o custo de convencimento aumenta, o discurso precisa ser recalibrado e alianças tornam-se mais difíceis de sustentar. Além disso, há um fator de percepção que pesa tanto quanto os números: o ambiente político. Uma rejeição acima de 50% tende a influenciar narrativas, impactar a confiança de aliados e abrir espaço para movimentos internos dentro do próprio campo político. É nesse ponto que o dado da Quaest deixa de ser apenas estatística e passa a ser sinal de alerta. Se a tendência de alta rejeição se mantiver, o debate sobre a viabilidade da candidatura de Lula em 2026 deixa de ser especulativo e passa a integrar o cálculo real de partidos, lideranças e estrategistas. Em cenários assim, não é incomum que alternativas comecem a ser consideradas nos bastidores — não necessariamente por ruptura, mas por avaliação de risco. A eleição de 2026 ainda está distante, mas alguns números antecipam tendências. E hoje, o principal deles não é quem lidera — é quem enfrenta maior resistência. Porque, no fim, eleição não se ganha apenas com apoio. Também se perde com rejeição. Veja o vídeo:
Lula mente descaradamente sobre Ramagem e é desmentido pelos fatos. Veja o vídeo!
O presidente Lula voltou a desinformar a população ao afirmar que o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência e ex-deputado federal Alexandre Ramagem seria trazido de volta ao Brasil para cumprir a absurda pena imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em declaração, Lula afirmou: “O Ramagem, acho que vai vir para cá. A direita brasileira está dizendo que ele foi preso numa ‘multazinha’. Não, ele foi preso, ele já estava condenado a 16 anos nesse país. Ele foi um golpista que está condenado. Ele tem que voltar para o Brasil para cumprir sua pena”. Mentira deslavada. Mais uma vez, o petista distorce os fatos. A verdade é que Ramagem já está solto. Sim, o problema foi efetivamente uma multa administrativa. Confira o vídeo da declaração: Este não é o primeiro episódio em que Lula é flagrado mentindo sobre fatos concretos. O histórico de manipulação de informações e distorção da realidade já se tornou uma marca do governo petista. Documentação sobre o histórico de Lula está disponível em livro Para quem deseja conhecer mais detalhes e revelações sobre o passado do petista, o livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva” documenta diversos episódios que a imprensa tradicional prefere ignorar. Acesse o material completo no link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Repórter da Band morre e outra está em coma após grave acidente em rodovia federal
Um grave acidente registrado na tarde desta quarta-feira (15) na BR-381, em Ravena (MG), deixou uma repórter morta e outra em estado crítico. As vítimas faziam parte de uma equipe da Band Minas que retornava de uma reportagem. A jornalista Alice Ribeiro, de 35 anos, sofreu traumatismo craniano e foi encaminhada ao Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte. Ela permanece em coma sob cuidados intensivos. De acordo com Geane, tia da jornalista, Alice passou por diversos exames após dar entrada na unidade hospitalar. A familiar relatou que a repórter sofreu um forte impacto na cabeça no momento da colisão, descrito como um efeito de “chicote”, comum em acidentes de trânsito. O carro da Band bateu de frente com um caminhão no início da tarde. O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, que estava ao volante, morreu no local do acidente. Alice Ribeiro, repórter da Band Minas Rodrigo Lapa, repórter cinematográfico A equipe retornava a Belo Horizonte após fazer uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para a diminuição do índice de acidentes. A rodovia é conhecida pelo alto número de ocorrências graves. Em nota oficial, a Band Minas afirmou que “lamenta profundamente o ocorrido” e que “está prestando toda assistência aos familiares das vítimas”. A emissora disse ainda que aguarda as investigações sobre as causas do acidente. A Polícia Civil requisitou a presença da perícia no local da ocorrência para coletar vestígios que vão subsidiar a investigação. A instituição informou que vai apurar as causas e as circunstâncias do acidente.
Eduardo Bolsonaro agradece Donald Trump e Marco Rubio pela soltura de Ramagem nos EUA
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) utilizou as redes sociais para agradecer ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao secretário de Estado, Marco Rubio, após a soltura do ex-deputado federal Alexandre Ramagem. “Agradeço principalmente ao presidente Donald Trump e ao secretário (Marco) Rubio pela sensibilidade em tratar do caso deste verdadeiro herói nacional, que, mesmo perseguido, não se abate. Ramagem merece asilo na terra da liberdade ao lado de sua brava esposa — incansável pela sua liberdade — e de suas lindas filhas”, escreveu Eduardo Bolsonaro. Alexandre Ramagem (PL) deixou o centro de detenção do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE), localizado em Orlando, nos Estados Unidos. Ele havia sido detido na última segunda-feira (13) por questões migratórias. O episódio desmascara e desmoraliza o diretor-geral da Polícia Federal do governo Lula, que afirmava que a detenção teria ocorrido com a cooperação da PF brasileira.
Ministro de Lula comete assédio contra auditores e retira da ‘lista suja’ de trabalho escravo entidade de companheiros do PT
O ministro Luiz Marinho, do Trabalho e Emprego, usou o poder para retirar uma associação da Bahia do cadastro de trabalho análogo à escravidão. A entidade foi fundada pelo presidente de um diretório do PT no estado. A decisão provocou crise interna no ministério. A Associação Comunitária de Produção e Comercialização do Sisal (Apaeb) fica no município de Valente. A entidade foi autuada e multada em 2024. Uma fiscalização identificou que a Apaeb mantinha trabalhadores da colheita da fibra de sisal em condições análogas à escravidão. As infrações foram canceladas por determinação do ministro. Marinho assumiu o poder de decisão sobre o caso ao acionar o mecanismo da avocatória. Esse instrumento permite que o ministro retire de instâncias inferiores a competência para julgar determinado processo. O ministro anulou as infrações. Ele encaminhou o caso à corregedoria do ministério para avaliação da conduta dos auditores fiscais que realizaram a fiscalização. Servidores da área interpretaram a medida como assédio institucional. A percepção entre os funcionários é que a avaliação da atuação dos fiscais representa uma forma de pressão sobre o trabalho técnico realizado pela equipe. A decisão gerou desconforto interno na pasta. Na semana anterior, o ministro adotou procedimento idêntico em relação a uma empresa de asfalto de Goiás. A companhia teve sua autuação anulada por avocatória. Ela não chegou a ser incluída no cadastro de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão. Esta foi a quarta vez que Marinho utilizou esse mecanismo em período inferior a um ano. Na segunda-feira (13), o secretário de inspeção do Trabalho foi dispensado do cargo. A pasta é responsável pelo cadastramento das empresas no registro de trabalho análogo à escravidão. A exoneração ocorreu em meio à crise interna no ministério provocada pelas intervenções do ministro em processos de fiscalização já concluídos pelas equipes técnicas. A Apaeb não consta mais no cadastro de empresas que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão. A exclusão ocorreu após o cancelamento das infrações determinado por Marinho.
Operação da PF prende MC Ryan e Poze do Rodo: pancadões e lavagem de dinheiro confirmam denúncias da CPI de Rubinho Nunes
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (15) a Operação Narcofluxo, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro e ocultação de valores que pode ultrapassar R$ 1,6 bilhão. A operação ocorre em diversos estados e tem como alvos os funkeiros MC Ryan SP e Poze do Rodo, além do proprietário da produtora Love Funk. Poze do Rodo foi preso em sua residência no Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio de Janeiro. A defesa do artista informou que ainda não teve acesso aos autos ou ao teor do mandado de prisão. A operação da Polícia Federal dialoga diretamente com investigações recentes sobre a estrutura criminosa por trás dos chamados pancadões. Em São Paulo, a CPI dos Pancadões, proposta pelo vereador Rubinho Nunes (União Brasil), apresentou relatório final após mais de um ano de apuração, apontando indícios concretos de ligação entre festas clandestinas e atividades do crime organizado, como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Segundo o vereador, “moradores relatam com frequência os impactos dessas festas, especialmente nos fins de semana, quando o som alto se estende por toda a madrugada”, além de denúncias de prostituição, tráfico e aliciamento de menores. MC Ryan, um dos presos na operação desta quarta-feira, já havia sido ouvido pela CPI no ano passado. Na ocasião, ao ser questionado por Rubinho Nunes — “O senhor reconhece que artistas de grande projeção têm o dever social de se manifestar de forma clara e firme contra o crime organizado?” — o artista respondeu: “Eu prefiro não falar sobre”. As conclusões da CPI indicam que, além da perturbação do sossego, esses eventos podem integrar uma rede mais ampla de financiamento e legitimação de atividades ilícitas — ponto que ganha relevância diante das investigações conduzidas pela Polícia Federal na Operação Narcofluxo.