Enquanto diplomatas brasileiros trabalham para que os Estados Unidos não classifiquem grupos criminosos como organizações terroristas, o presidente Lula fez declarações polêmicas em eventos públicos.
Durante encontro com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, Lula propôs que os dois países se unam para produzir suas próprias armas.
Em sua declaração, o presidente afirmou:
“(…) nós precisamos juntar o nosso potencial e ver o que a gente pode produzir junto. O que precisa é nós nos convencermos que ninguém vai ajudar a gente, a não ser nós mesmos.”
A declaração contém uma contradição aparente: o presidente propõe parceria ao mesmo tempo em que afirma que “ninguém vai ajudar a gente, além de nós mesmos”.
A provocação aos Estados Unidos foi direta e interpretada pela imprensa brasileira como demonstração de temor de uma invasão.
Segundo a análise apresentada, o que Lula teme diante da provável classificação de seus apoiadores – os grupos criminosos – como facções terroristas é a perda de apoio para vencer as próximas eleições.
O presidente já teria perdido Maduro e o Irã como apoiadores e financiadores, e a situação não estaria favorável.
O caso do banco Master foi citado como ilustração do caos brasileiro: um banqueiro que era na realidade um líder mafioso praticando chantagem, desvios e extorsão, mantendo relacionamento próximo com ministros, políticos e empresários ligados ao governo federal.
A declaração do presidente foi caracterizada como diversionismo para esconder os problemas enfrentados pelo governo.
