Toda a arrogância, prepotência e empáfia do narcoditador Nicolás Maduro, acostumado ao poder mantido às custas de assassinatos de seus adversários, hoje se resume e está contido em um pequeno espaço: uma cela de 3×2 metros no MDC Brooklyn, prisão federal dos Estados Unidos em Sunset Park, conhecida por suas péssimas condições.
A unidade prisional enfrenta problemas graves de superlotação, falta de pessoal, violência entre detentos, mofo, infiltrações, falta de energia e de aquecimento durante o inverno.
O patrimônio de Maduro, recompensa por toda uma vida de corrupção, violência e mortes de inocentes que causou, é hoje uma cama metálica fixada ao chão, uma privada de aço e uma pequena janela por onde mal entra a luz cinzenta de Nova York.
Um péssimo lugar para se estar, mas ainda assim um luxo perto das prisões para onde Maduro enviava jovens para serem torturados ou mortos, debaixo do metrô de Caracas.
Seus colegas no que é chamado pelos próprios prisioneiros de ‘hell on Earth’ — inferno na terra — são todos gente fina: Sean Diddy Combs, Ghislaine Maxwell, El Chapo Guzmán e até o ex-presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández.
O assassino de Oscar Pérez e tantos outros lutadores pela liberdade agora surta.
Relatos do MDC mostram que Maduro tem crises de ansiedade frequentemente, à noite, aos berros de:
“Eu sou o presidente”
“Isto é um sequestro do império!”
“Quero falar com o secretário da ONU!”
As regalias de Maduro são três saídas de uma hora por semana para ir ao pátio, sob forte vigilância. E é só.
Felizmente, o narcoditador está vivo. Porque só assim pagará — em parte apenas — os crimes que cometeu contra seu povo.
