O ministro Alexandre de Moraes acumulou nos últimos anos um número incontável de pessoas que aguardam ansiosamente por sua punição. De fato, o magistrado vem há muito tempo extrapolando suas prerrogativas e abusando de sua autoridade. Incrivelmente, esse dia parece que está se aproximando.
Um general que foi alvo de uma ordem de busca e apreensão determinada pelo magistrado fez uma manifestação contundente no decorrer desta semana, confrontando diretamente o ministro do Supremo Tribunal Federal.
“Senhor ministro Alexandre de Moraes, segundo as próprias convicções já externadas por Vossa Excelência, o uso de mensagens de visualização única caracteriza tentativa deliberada de ocultação de provas.
Se esse entendimento permanece válido, talvez seja o caso de aplicá-lo também a si próprio, com a mesma régua que tem sido utilizada para julgar os demais.
Por isso, permito-me uma sugestão respeitosa: considere a possibilidade de reconhecer o equívoco e afastar-se do cargo antes que os fatos e as evidências o façam de forma mais dura.
Na vida pública, a admissão do erro costuma ser um gesto de dignidade. Quase sempre é mais nobre, e certamente menos degradante, do que ser constrangido pela prova em contrário. Pense nisso.”
A declaração do general representa um confronto direto aos métodos utilizados pelo ministro, usando os próprios critérios de Moraes para questionar sua conduta. A sugestão de renúncia antes que as provas o forcem demonstra a gravidade da situação enfrentada pelo magistrado.
