O ministro Alexandre de Moraes já foi reconhecido como perseguidor de jornalistas e opositores políticos pela Espanha, quando as autoridades espanholas recusaram a extradição de Osvaldo Eustáquio.
A mesma situação ocorreu com os Estados Unidos no caso de Allan dos Santos, onde o ministro ainda continua sancionado como violador dos direitos humanos, com o visto cassado. Em relação à Lei Magnitsky, apenas as sanções financeiras foram suspensas, mas ele ainda é considerado oficialmente um violador dos direitos humanos pelo Estado norte-americano, que poderá retomar as sanções financeiras a qualquer momento.
A Argentina acaba de reconhecer a perseguição política realizada por Alexandre de Moraes e o STF aos manifestantes do 8 de janeiro, recusando extradição e concedendo asilo político ao refugiado brasileiro que se encontra no país.
Em breve essa situação poderá se repetir na Itália, no caso da deputada Carla Zambelli e também de Tagliaferro, ambos refugiados no país europeu.
Como se pode falar de “Estado de Direito” em um país que tem juízes da mais alta corte sancionados por vários países, por descumprirem leis nacionais e internacionais?
Fora do país, a situação desses magistrados não é nada boa. Aqui, continuam julgando, decidindo, condenando, prendendo e interferindo nos outros poderes, como se nada anormal estivesse ocorrendo.
Enquanto isso, Jair Bolsonaro, o presidente que mais combateu o crime organizado, segue preso. Anderson Torres, o Ministro da Justiça que mais prendeu criminosos, está preso. Silvinei Vasquez, chefe da PRF que mais combateu e apreendeu drogas, preso. General Heleno, ex-chefe da ABIN, preso. General Braga Neto, que comandou a intervenção no Rio de Janeiro contra o narcotráfico, preso.
O Brasil virou o país em que se prende os policiais e premia os bandidos. Até quando?
Pedro Possas. Médico.
