O deputado Gil Diniz manifestou-se nas redes sociais sobre o tratamento diferenciado nas prisões domiciliares concedidas ao ex-presidente Jair Bolsonaro e ao ex-presidente Fernando Collor de Mello.
Segundo comparação divulgada pelo Poder360, Bolsonaro, diagnosticado recentemente com quadro de broncopneumonia e saúde fragilizada, recebeu prisão domiciliar com prazo limitado de apenas 90 dias e sob ameaça de reavaliação. Já Collor teve domiciliar por tempo indeterminado e com regras muito mais brandas.
A análise aponta que até nos critérios relacionados à saúde há diferença de tratamento: para um, flexibilidade; para o outro, desconfiança, limitação e pressão constante.
As restrições impostas a Bolsonaro vão além. O ex-presidente está proibido de usar celular, redes sociais e de se comunicar livremente. Tem visitas controladas, monitoramento reforçado e até restrição de movimentação ao redor da residência. Collor não teve proibição expressa de comunicação nem enfrentou o mesmo nível de isolamento.
Gil Diniz classificou a situação como perseguição política e defendeu: “Eu sigo firme dizendo: não basta aliviar parcialmente. Bolsonaro precisa de liberdade total. Chega de cautelares abusivas, chega de exceção disfarçada de justiça.”
Veja a imagem comparativa:

