Ar de Brasília tem substância alucinógena? Jornalista insiste em Código de Ética inútil para o STF

Às vezes parece que o ar de Brasília possui alguma substância alucinógena, capaz de fazer com que os jornalistas enxerguem coisas que os brasileiros, longe daquelas paragens, não conseguem ver.

A repórter Carolina Brígido é um exemplo disso. Ela defende que a “sociedade” ficaria satisfeita com um Código de Ética para o Supremo Tribunal Federal, mesmo reconhecendo que tal código não seria capaz de constranger os ministros.

A própria jornalista admite que, se nem reportagens reveladoras sobre comportamentos pouco republicanos conseguiram constranger quem quer que seja, imagine um Código de Ética sem punições previstas.

O equívoco está em supor que o Código de Ética seria uma resposta adequada à “sociedade”. Já se passou há muito tempo da necessidade de um simples Código de Ética. A “sociedade” só ficará satisfeita com a prisão de ministros. Nem impeachment serve mais.

Mas a repórter ainda insiste nessa ladainha do “Código de Ética”, certamente afetada pelo ar de Brasília.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

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