Um levantamento da Folha de S.Paulo revelou que o governo Lula elevou os gastos com publicidade a R$ 1,5 bilhão em 2025 — o maior valor desde 2017. Os números expõem uma flagrante incoerência na gestão petista.
O detalhe que expõe a contradição: o mesmo Lula que afirma publicamente que se as big techs “não quiserem regulação, que saiam do Brasil” destinou mais de R$ 120 milhões para Google e Meta no ano.
O orçamento priorizou comunicação institucional — R$ 924 milhões foram destinados para promover bandeiras ideológicas como “Brasil Soberano” e “Gás do Povo” — contra apenas R$ 613 milhões para campanhas de utilidade pública como vacinação.
Google e Meta ocupam pela primeira vez o topo do ranking de destinação de verbas publicitárias do governo, ficando atrás apenas de Globo e Record.
Apenas o X de Elon Musk foi excluído dos planos — após as críticas públicas de Musk ao STF e ao próprio Lula. O governo que move processos contra o X por supostamente não cumprir ordens de censura pagou generosamente a todas as outras plataformas.
A conclusão é evidente: Lula não é contra as big techs. É contra as big techs que não obedecem às suas imposições.

