Por todo o Brasil, setores da direita trabalham ativamente com um olhar partidário, colocando interesses pessoais acima dos interesses nacionais. Esse movimento é visível em vários estados brasileiros.
Dois casos emblemáticos ilustram essa situação: os pré-candidatos ao Senado Federal Coronel Rocha, em Sergipe, e Cristina Graeml, no Paraná, enfrentam obstáculos criados por grupos internos da própria direita.
Em Sergipe, oportunistas tentaram inviabilizar o movimento liderado pelo PL no estado, sabotando as coligações planejadas. Diante desse cenário, o partido tomou a decisão de lançar chapa puro sangue, estancando uma divisão que se aproximava. A liderança nacional interveio e definiu Ricardo Marques para o governo, e Rodrigo Valadares e Coronel Rocha para o Senado.
A agitação provocada por essa ala da direita diminuiu, mas continua perturbando os conservadores e, com isso, abrindo espaço para a esquerda recuperar terreno.
No Paraná, a situação é caótica. A ganância de certos setores e figuras políticas sem grande expressão gerou uma confusão generalizada. Descontentes com a tendência do eleitorado de convergir para importantes nomes da direita, partiram para um jogo sujo de desqualificação de quem tem a confiança popular. O principal alvo é Cristina Graeml.
A jornalista despontou rapidamente no cenário de liderança política do estado, surpreendendo setores estabelecidos que pretendiam se apropriar da representação da direita paranaense. Nesse curto período, o eleitorado testemunhou desprezo e traições de pessoas que se consideram titulares absolutos do espectro conservador no estado.
O resultado foi previsível: ao invés de apresentarem suas próprias virtudes e propostas, partiram para ataques no estilo típico da esquerda, aplicando a tática de “acuse-os do que você faz, chame-os do que você é”, criando narrativas, mentiras e invencionices. Desqualificar e atacar a candidata que se manteve fiel e firme nos seus propósitos para o Brasil e para o Paraná tornou-se a agenda desse grupo. Para avaliar os envolvidos, basta comparar o histórico de alguns deles com o currículo da jornalista.
Vale questionar: existe alguma declaração pública desse grupo apoiando o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro? A moral, credibilidade e firmeza de caráter de Cristina Graeml são tais que, mesmo estando em um partido com pré-candidato à presidência, ela declara publicamente, com o aval do presidente do seu partido, Ratinho Júnior, seu apoio ao candidato do PL.
Atualmente, o discurso da divisão da direita virou a aposta desse grupo, que chega ao ponto de tentar imputar uma eventual eleição de Gleisi Hoffmann nas costas de Graeml, numa tentativa de amedrontar os eleitores.
