As acusações são graves — e as dúvidas só aumentam.
O delegado agiu sozinho ou contou com apoio da Embaixada? O Itamaraty teve algum envolvimento?
O Ministério da Justiça e Segurança Pública apoiou ou teve conhecimento dos fatos? O presidente Lula autorizou ou tinha ciência do que estava sendo feito?
E há ainda uma pergunta central que não pode ser ignorada: quem manipulou os registros de entrada de Filipe Martins nos Estados Unidos?
Diante de fatos tão graves, o país merece respostas claras e rápidas. E há quem aponte: tem cheiro de impeachment no ar.
