O prazo de 48 horas estabelecido pelo ministro André Mendonça se esgotou. Diante do descumprimento de ordem judicial por Davi Alcolumbre, o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, decidiu prorrogar os trabalhos do colegiado.
Na última segunda-feira (25), Mendonça determinou que Alcolumbre marcasse uma sessão do Congresso para ler o requerimento que, na prática, representaria a prorrogação dos trabalhos da comissão.
Segundo a decisão judicial, caso isso não ocorresse, o presidente da CPMI poderia dar continuidade às sessões do colegiado por conta própria.
Foi exatamente o que Carlos Viana fez. Sob o argumento de que o prazo judicial se esgotou nesta manhã, o senador anunciou formalmente a prorrogação. O Supremo Tribunal Federal, no entanto, começou a julgar às 14h se aprova, ou não, a decisão monocrática de Mendonça.
