A prisão do banqueiro Daniel Vorcaro será levada pelo ministro André Mendonça para julgamento na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A 2ª Turma é composta pelos ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Dias Toffoli. O jornalista Lauro Jardim, que foi ameaçado por Vorcaro, escreveu nesta quinta-feira uma nota sobre a “audácia” de Toffoli. Ele questiona: “Será que Dias Toffoli, que até 2025 era um dos donos e de um resort que tinha como sócio o cunhado e faz-tudo de Daniel Vorcaro, vai mesmo ter a coragem de julgar, na semana que vem, a decisão de André Mendonça que mandou para a prisão o ex-banqueiro e o tal cunhado? O julgamento ocorrerá na segunda turma do STF, composta por Gilmar Mendes, Luiz Fux, Mendonça e Nunes Marques, além de Toffoli. Se o fizer, além de jogar novamente no lixo a lei do conflito de interesses, se mostrará mais uma vez um ministro audacioso como poucos.” A situação levanta questões sobre possível conflito de interesses do ministro Toffoli no julgamento, considerando sua relação societária anterior com pessoas ligadas ao banqueiro.
Vorcaro usava o inquérito das fake news como instrumento de ameaça
Daniel Vorcaro ameaçou incluir um site no inquérito das “fake news” como se fosse ele o dono da investigação. O detalhe é grave: o inquérito tem como relator o ministro Alexandre de Moraes e a esposa do ministro mantém contrato milionário com o Banco Master. No caso específico, Vorcaro estava fechando uma “parceria” com o site de extrema esquerda Diário do Centro do Mundo. Durante a negociação, o site publicou matéria negativa sobre o Master, o que fez Vorcaro afirmar que os colocaria no inquérito das fake news e que fecharia o site. A situação levanta um questionamento inevitável. Como alguém investigado se sente confortável a ponto de agir como se tivesse influência sobre um inquérito conduzido dentro do Supremo?
Mensagens de Vorcaro revelam que ex-ministra Flávia Perez teria sido agredida pelo marido
As mensagens vazadas de Daniel Vorcaro continuam trazendo ao conhecimento público episódios cada vez mais graves e de toda natureza. Uma mensagem que começou a circular na tarde desta quinta-feira (5) revela que a ex-ministra Flávia Perez teria sido agredida por seu marido, o ex-banqueiro Augusto Lima. Nas mensagens enviadas em 29 de agosto de 2025, Vorcaro afirma que um “governador” possui um boletim de ocorrência indicando que Augusto teria agredido Flávia no final de semana dos dias 23 e 24 de agosto. “Governador tem um BO que augusto bateu na flavia esse final semana”, escreveu Vorcaro. O caso se soma a uma série de revelações comprometedoras que têm surgido a partir do vazamento das conversas de Vorcaro, expondo bastidores políticos e pessoais de figuras públicas envolvidas em diferentes episódios polêmicos.
Britney Spears é algemada e presa nos EUA por dirigir embriagada
A cantora Britney Spears, de 44 anos, foi detida por agentes da California Highway Patrol no Condado de Ventura, na Califórnia. A abordagem ocorreu na noite desta quarta-feira (4), por volta das 21h30, horário local. A artista foi flagrada dirigindo sob efeito de álcool. Conforme registros do gabinete do xerife do condado, Spears foi algemada e levada sob custódia pelos agentes da patrulha rodoviária. A cantora permaneceu detida temporariamente. Ela foi liberada posteriormente pelas autoridades locais.
Acerto de contas entre criminosos no RJ termina com 3 bandidos mortos e UPA em pânico
Um confronto entre bandidos na comunidade do Guandu, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro, resultou em três homens mortos e uma pessoa ferida na tarde desta quinta-feira (5). Até o momento, não há informações sobre as identidades das vítimas. O tiroteio provocou cenas de pânico em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região. Pacientes e funcionários do local vivenciaram momentos de terror, com correria e gritos generalizados. A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar ao local, encontrou três homens já sem vida dentro de um veículo. Uma quarta vítima foi socorrida e encaminhada para o Hospital Municipal Pedro II. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram os corpos dentro de um carro branco completamente metralhado, com mais de dez perfurações de bala e manchas de sangue por todo o veículo. A Polícia Civil informou que a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada para realizar a perícia no local e conduzir as investigações do caso.
Oito anos de exploração política: caso Marielle expõe vigarice ideológica da esquerda
Decorridos oito anos do crime, o caso Marielle Franco foi encerrado no dia 25 de fevereiro com a condenação dos mandantes em julgamento pelo STF e deve servir de reflexão a quem tenha um pingo de juízo. O episódio representa um mostruário dessas anomalias morais que mentes lesadas denominam “luta política”. Enquanto os assassinos queriam beneficiar-se da morte da vereadora por motivos patrimoniais, vigaristas da política se empenharam em tirar proveito do crime colocando Jair Bolsonaro e seu círculo de apoio no centro das suspeitas. Ano após ano, a morte de Marielle Franco foi explorada pelo wokismo racial, pois a vereadora era negra, pelo wokismo de gênero, pois a vereadora era homossexual, e pelo wokismo político esquerdista, pois a vereadora era filiada ao PSOL. Vigaristas são oportunistas. Marielle e seu chofer Anderson foram mortos em março do ano eleitoral de 2018. Essa infeliz coincidência sintetiza as razões para que parcela imensa do jornalismo brasileiro fosse tomada por um ânimo furioso. Era como se militantes de centro acadêmico, sem o menor polimento, ocupassem as redações. Inaugurando o que se veria nos anos seguintes, havia, nesse crime, uma narrativa a ser construída para colocar o cadáver da vereadora no colo de Jair Bolsonaro. De ilação em ilação chegaram a monitorar o condomínio onde o candidato morava e a biografia de seus vizinhos. Essa doença tem remédio? Assim era a “vibe” dos meninos e meninas que passaram a tomar conta do jornalismo brasileiro. O que importava a eles, nesse caso, era “a causa” e a correspondente “narrativa”, ainda que ninguém esclarecesse o motivo pelo qual o acusado estaria interessado, a esse ponto, na eliminação da vereadora. Dane-se a lógica; hoje estamos saturados de saber que a vontade política é a senhora da razão desvairada. No caso Marielle Franco, a construção dessa narrativa e a etiquetagem adjetivando Bolsonaro como “miliciano, racista e homofóbico” foram intensas e persistentes. Suscitaram tal animosidade que, seis meses depois, o candidato foi esfaqueado em Juiz de Fora, num crime que, até hoje, não tem mandante ou mandantes identificados. O ato foi festejado como fim do script, só que não. A vítima sobreviveu para padecer reiteradas mutilações institucionais. A vigarice não pede habeas corpus e depõe contra si mesma. Clama por políticas de desencarceramento. Diz que no Brasil se prende demais. É contra a redução da maioridade penal para 16 anos. Chorou cada bandido morto, mas não derramou uma lágrima por qualquer dos 53 policiais abatidos no Rio de Janeiro no ano passado. Afirma que “saidinha” é bom e faz bem. Pede todo rigor da lei apenas para seus adversários políticos, sendo essa condição o delito de seu maior repúdio. Que o digam os presos do 8 de janeiro.
Dino anula quebra de sigilo de Lulinha e blinda investigados pela CPMI do INSS
Difícil fazer qualquer investigação nesse país contra os ‘amigos’ dos poderosos de plantão. O ministro Flávio Dino estendeu a anulação de quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS para o Lulinha. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (5). Na quarta-feira (4), o ministro havia acatado pedido de anulação feito pela defesa da empresária Roberta Luchsinger, amiga do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dino foi ainda mais longe e estendeu a decisão a todos os requerimentos aprovados na mesma votação pela CPMI. “Com efeito, como equivocadamente houve a votação ‘em globo’ em um único momento na Sessão do dia 26 de fevereiro de 2026, é impossível – inclusive em face do princípio lógico da não contradição – que o referido ato seja nulo para alguns e válido para outros. Tal situação geraria insegurança jurídica e intermináveis debates tanto na seara administrativa (no Banco Central e na Receita Federal), quanto na judiciária, com a altíssima probabilidade de desconsideração das provas colhidas no relevante Inquérito Parlamentar”, diz o ministro na decisão.
Moraes manda prender mais 5 em operação contra vazamento de dados de ministros do STF
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (5) uma nova operação contra suspeitos de obter, adulterar e comercializar dados pessoais e sensíveis de bases governamentais e privadas. A investigação identificou o vazamento de informações pessoais de ministros do Supremo Tribunal Federal. Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, estão sendo cumpridos 5 mandados de prisão temporária e 4 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Tocantins e Alagoas. Os nomes dos alvos dos mandados de prisão ainda não foram divulgados. De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro, entre outros. Livro “Supremo Silêncio” expõe bastidores do Inquérito das Fake News A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fake News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber
Mensagens que Moraes enviou a Vorcaro no dia da prisão podem ser recuperadas pela PF
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, escreveu para o ministro Alexandre de Moraes horas antes de tentar fugir do país. A mensagem enviada levanta questionamentos: “Fiz uma correria aqui para tentar salvar. Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?” Moraes respondeu à mensagem. Porém, o ministro utilizou uma ferramenta que emite mensagens de visualização única, que são projetadas para desaparecer após serem abertas. Assim, não foi possível saber o conteúdo da mensagem do magistrado. Existe a possibilidade de a Polícia Federal recuperar essas mensagens. Essa medida precisa ser tomada para esclarecer os fatos e proteger as instituições democráticas. Gonçalo Mendes Neto, jornalista.
Defesa de Lulinha entra em desespero após vazamento de movimentação milionária
A imprensa vazou uma informação sobre a milionária movimentação bancária de Lulinha. Em apenas uma de suas contas, ele movimentou a bagatela de R$ 19,5 milhões. Dessa conta saíram repasses para seus eternos parceiros de traquinagens, Jonas Suassuna e Kalil Bittar. Esses pagamentos podem ser repasses de propina. Aliás, tudo indica isso. Pois bem, a defesa de Lulinha entrou em desespero. Em nota, disse que o vazamento de informações sobre essa movimentação de R$ 19,5 milhões ligadas a ele configura “crime grave”. E afirma que não teve acesso aos documentos divulgados. A nota afirma ainda que os dados se referem a “fontes de renda legais e legítimas”. E diz: “Todos os movimentos e bens são registrados e declarados ao fisco, resultados de atuação legítima, ou mesmo de recebimento da herança de sua mãe, Dona Marisa”.