O médico e deputado federal de Minas Gerais, Frederico de Castro Escaleira, avisa que a saúde de Bolsonaro está em estado crítico e que ele pode morrer na prisão. Em abril, Bolsonaro passou por cirurgia para corrigir uma suboclusão intestinal, que é uma obstrução parcial causada por aderências das operações que ele fez depois de ser esfaqueado na campanha de 2018. A operação durou cerca de 12 horas e, de acordo com o cardiologista Leandro Echenique, que cuida do ex‑presidente, foi a mais complicada desde o atentado. Com isso, Escaleira detalha a situação e cobra que a Justiça atue.
Nação amaldiçoada
Rodrigo Constantino escreveu um texto que descreve com precisão a situação escura que o Brasil atravessa. É difícil acreditar que tudo isso esteja realmente acontecendo. Veja o conteúdo completo aqui: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Ordem de Trump gera efeito imediato na Venezuela
Desde a manhã de domingo (30), nenhum avião civil passou pelo espaço aéreo da Venezuela. Isso aconteceu um dia depois de Donald Trump, presidente dos EUA, mandar fechar totalmente o espaço aéreo “acima e ao redor da Venezuela”. O site Hoje no Mundo Militar, que analisa defesa, apontou o que segue: No sábado à tarde (29), o governo da Venezuela rejeitou a ordem de fechar o espaço aéreo. O chanceler Yván Gil Pinto escreveu no Instagram que a mensagem de Trump é uma “ameaça colonialista”, além de “ato hostil, unilateral e arbitrário”. Em resumo, a tirania está enfraquecida e já sente que seus dias estão contados.
Ex-publicitária do PT atuou em negócio com o “Careca do INSS” e recebeu milhões em meio a farra do INSS
Danielle Fonteles, que já coordenou a campanha de Dilma Rousseff em 2010, foi a representante de Antonio Carlos Camilo Antunes – o “Careca do INSS” – nos projetos de cannabis em Portugal. Entre novembro de 2023 e março de 2025, ela recebeu do lobista a soma de R$ 5 milhões, segundo documentos obtidos. Essas transferências aconteceram enquanto o INSS era alvo de investigação por descontos irregulares. Conversas de WhatsApp provam que Fonteles organizava as ações de Antunes em Portugal, comandando o que era feito por lá. No esquema também estavam a cunhada de Antunes, Claudia Augusta dos Santos, e sua sobrinha, Vitória Bragança Sernégio. O projeto chamado Sync Nature foi avaliado em 3 milhões de euros, o que hoje dá cerca de R$ 18 milhões. Quando o Coaf apontou as transferências, Fonteles respondeu, em nota de outubro de 2025, que o dinheiro vinha da venda de uma casa de praia em Trancoso, Bahia. Ela ainda assegurou que tudo foi declarado à Receita Federal e que os impostos foram pagos. A venda da casa nunca se concretizou e Fonteles não falou sobre seu papel como representante de Antunes em Portugal. Quando tentaram obter mais explicações, a publicitária simplesmente bloqueou o contato. No processo por danos morais, a defesa de Danielle descreveu a relação com o “Careca do INSS” como estritamente profissional e anterior à negociação do imóvel. Os advogados afirmaram que ela representava uma empresa de Antunes em Portugal, vínculo que nunca foi escondido e que não tem a ver com a suposta venda em Trancoso. Antunes criou, em 2023, a World Cannabis, empresa com sede em Brasília e filiais em São Paulo, Bogotá, Miami e Lisboa. No início de 2025, abriu também a Candango Consulting, registrada no Porto, Portugal, para prestar consultoria de gestão e negócios.
Moraes vira “piada” no programa Pânico da Jovem Pan e Tagliaferro não perdoa com duro comentário (veja o vídeo)
No Pânico, a chamada ‘ditadura do judiciário’ foi tratada como piada. O ministro Moraes vai ser o juiz do caso contra Eduardo Tagliaferro, ex‑assessor que o acusou de fraude processual. Assim, Moraes se coloca como vítima, acusador e julgador ao mesmo tempo. O STF não tem competência para julgar Tagliaferro, porque ele não possui foro privilegiado. O mais grave é que muitas autoridades e instituições tratam isso como algo normal. Ofendido, Tagliaferro disse: ‘Um ministro que perdeu a moral perante a nação. Ele é parcial, perseguidor, vingativo, entre outros termos.’ No fim, esse caso absurdo acabou virando piada no programa Pânico.
Editorial de O Globo pede que o mundo inteiro seja transformado em “território de caça” do sistema brasileiro
O Globo já não é só um jornal; virou a voz oficial da propaganda do governo, contaminando o debate e dando cobertura à perseguição política. No último editorial, ainda pede que o Estado castigue quem deixou Ramagem fugir. Eles deixam bem evidente que não basta calar os opositores aqui. Querem que o mundo inteiro sirva de caça, espalhando a repressão e forçando outros países a ajudar na perseguição. Ramagem é só mais um dos milhares de exilados que a nova máquina autoritária produz. Na ditadura militar, nem se chegou a esse nível de obsessão. Muitos exilados reconstruíram suas vidas no exterior: Darcy Ribeiro trabalhou com governos latino‑americanos e lecionou no Uruguai, Venezuela e Chile; Miguel Arraes passou 14 anos na Argélia como consultor político; Leonel Brizola atuou nos EUA até voltar ao Brasil depois da Anistia; Caetano Veloso e Gilberto Gil brilharam em Londres; Paulo Freire e Celso Furtado tornaram‑se referências mundiais enquanto o regime tentava silenciá‑los. Agora a situação ficou ainda pior: a perseguição segue além das fronteiras. O governo quer que o exílio, que antes servia de refúgio, vire uma continuação da prisão. O recado é claro: nenhum opositor está a salvo, nem fora do país. A estratégia serve para criar um clima de medo, onde a gente cala a boca ao perceber que o Estado e sua imprensa cruzam oceanos para silenciar críticos. É desse jeito que as ditaduras se firmam: não só punindo quem fala contra elas, mas fazendo da discordância um risco de vida. Os editoriais da Globo e dos demais veículos do grupo mostram que o grupo virou a voz de um autoritarismo em expansão, tentando tornar o inaceitável normal e abrir caminho para uma repressão sem limites.
Famosa marca de roupas choca a todos ao fechar 300 lojas e declarar falência
A Forever 21, que fez sucesso com adolescentes e jovens adultos nos últimos dez anos, entrou em falência e fechou 300 lojas nos EUA, encerrando uma fase já marcada por problemas. Fundada em 1984, a rede cresceu rápido graças a preços baixos e a seguir as tendências de moda velozmente. Mas, com a concorrência ficando mais feroz e o consumo mudando, o modelo perdeu força. Em 2019, a crise ficou clara: a empresa pediu recuperação judicial nos EUA. Ela culpou a concorrência das lojas físicas e do e‑commerce pelo piora. Com a proteção da Lei de Falências americana, conseguiu segurar seus ativos enquanto tentava se reorganizar. A gestão foi assumida pela Authentic Brands Group (ABG), dona da marca, que tentou cortar custos, fechar parcerias regionais e vender mais pela internet. Mesmo assim, não conseguiu voltar a lucrar e acabou declarando falência em junho. A Forever 21 atuava na Ásia, Europa, América Latina e EUA, e também tinha lojas no Brasil – em Salvador, São Paulo, Porto Alegre, Rio e Brasília. No país, todas fecharam entre 2019 e 2022.
Magistrada põe em dúvida o divórcio de Gilmar e ironiza a situação do ministro
Ludmila Lins Grilo, a juíza que está fora do país, acha que o casamento de Gilmar Mendes com a advogada Guiomar Feitosa não vai acabar de verdade. Comentando a coluna de Mônica Bergamo, Ludmila afirma que Gilmar parece querer proteger a esposa das consequências da Lei Magnitsky. Para fechar, Ludmila lança: “O problema do espertinho é achar que todo mundo é bobo.”
Crítica ao presidente em grupo de WhatsApp culmina em pena de 30 anos de cadeia para médica
É mais um caso chocante que aconteceu na Venezuela e que pode se repetir aqui no Brasil em breve. Não estamos tão longe de viver algo assim. A médica Marggie Orozco foi condenada a 30 anos de cadeia por gravar um áudio no WhatsApp criticando o ditador Nicolás Maduro e pedindo que seus vizinhos votassem contra ele. A juíza aceitou a denúncia e classificou a ação como traição, incitação ao ódio e conspiração. O que parece um processo normal – denúncia, defesa e sentença – na verdade é censura. Ficou claro que foi uma perseguição covarde e sem sentido. É assim que as ditaduras agem: fingem seguir a lei para dar aparência de legitimidade. Os vizinhos pró‑governo de Orozco devem estar felizes, pois eliminaram uma oposicionista e ainda podem dizer que houve julgamento.
Dos Estados Unidos, Ramagem volta a desafiar Moraes (veja o vídeo)
No domingo, 30 de novembro, o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) postou nas redes sociais um desafio ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, pedindo que ele encaminhe o pedido de extradição para a Justiça dos Estados Unidos.