Relatos de mulheres sufocadas, forçadas a práticas sexuais mesmo dizendo “não”, que perderam a memória após aceitarem bebidas. Uma delas ensanguentada, outra amarrada à força na cama e impedida de sair do quarto. Essas foram as denúncias apresentadas pelo Ministério Público contra o advogado e professor de Direito Conrado Paulino da Rosa por crimes de estupro, estupro de vulnerável, violência psicológica e cárcere privado. O documento foi apresentado na terça-feira (24/02). Mesmo diante das graves acusações de dez mulheres, a Justiça, através do 1º Juizado da Violência Doméstica de Porto Alegre, negou o pedido de prisão contra Conrado. O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul havia solicitado a medida após apresentar a denúncia formal contra o profissional. O MP-RS formalizou a denúncia na terça-feira (24) e, logo em seguida, protocolou o pedido de prisão. A magistrada indeferiu a solicitação. O Ministério Público recorreu da decisão. Profissionais da área jurídica consultados afirmaram que, em casos semelhantes, o pedido de prisão costuma estar baseado no descumprimento de medidas cautelares. Não há confirmação oficial sobre os motivos específicos que levaram o MP-RS a solicitar a prisão de Conrado. Conrado foi preso preventivamente em 26 de setembro de 2025 e ficou detido por aproximadamente um mês. Foi liberado em 22 de outubro. A soltura foi condicionada ao cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de se aproximar de instituições de ensino. Em 28 de janeiro, Conrado compareceu à cerimônia de prestação de compromisso de novos advogados na Escola da Ordem dos Advogados do Brasil, em Porto Alegre. O evento foi aberto ao público. A participação ocorreu apesar das medidas cautelares que incluem restrição a instituições educacionais. A defesa de Conrado divulgou nota oficial sobre o caso. Os defensores manifestaram preocupação com a condução do processo e com a divulgação de informações protegidas por segredo de justiça. Segundo a nota, a defesa ainda não teve acesso ao conteúdo oficial da denúncia. Os advogados declararam indignação com o fato de trechos da denúncia estarem sendo divulgados pela imprensa. O procedimento tramita sob sigilo em nível máximo. A defesa considera inadmissível que detalhes de uma peça processual protegida pelo segredo de justiça sejam expostos antes mesmo que os advogados constituídos possam examiná-la. Os defensores argumentam que os vazamentos de informações são ilegais. Segundo a nota, essa situação compromete garantias constitucionais como o contraditório, a ampla defesa e a paridade de armas. A equipe jurídica afirma que essa divulgação submete o denunciado a um pré-julgamento alimentado por informações parciais e descontextualizadas. Os advogados informaram que levaram recentemente ao conhecimento do Juízo a existência de elementos que indicam uma possível convergência indevida entre parte interessada no resultado do processo e agentes responsáveis pela investigação.
Ministros do STJ aconselham colega acusado de assédio a se aposentar para evitar cassação
O ministro do STJ Marco Aurélio Gastaldi Buzzi tem sido orientado pelos colegas ministros a pedir aposentadoria voluntária de suas funções sob o risco de sofrer sanções piores e ter a aposentadoria cassada em um processo criminal. Buzzi foi acusado no mês passado de assédio sexual por uma jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos dele. Na ocasião, o ministro era anfitrião da família em sua casa de veraneio no litoral de Santa Catarina. Depois que a história se tornou pública, uma funcionária terceirizada do STJ afirmou que já havia feito denúncia parecida contra o ministro, que a teria assediado dentro do gabinete. A denúncia não teria sido levada para frente. Assim, a orientação é que o ministro deixe o cargo com uma polpuda aposentadoria em vez de correr riscos desnecessários. Esse é o país do faz de conta…
Hackers invadem TV estatal do Irã ao vivo e expõem fragilidade do regime islâmico — Veja o vídeo!
A escalada de tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã ganhou um novo capítulo — desta vez, no campo da guerra cibernética. A televisão estatal iraniana teve sua programação interrompida por uma invasão hacker que exibiu mensagens políticas e conteúdos críticos ao regime de Teerã. O episódio ocorreu em meio a tensões militares e operações digitais que vêm se intensificando na região. A transmissão foi brevemente substituída por conteúdos que, segundo relatos internacionais, continham mensagens de oposição ao regime iraniano. O incidente expôs, diante da própria população iraniana, uma vulnerabilidade que o governo costuma negar: a fragilidade de sua infraestrutura digital. Guerra híbrida em curso O episódio reforça uma tendência já consolidada nos conflitos contemporâneos: a guerra não acontece apenas com mísseis e tanques. Ela também ocorre por meio de ataques cibernéticos, sabotagens digitais e controle de narrativa. Interromper a transmissão de uma emissora estatal não é apenas um ato técnico. É um gesto simbólico. Trata-se de atingir diretamente o instrumento oficial de comunicação do regime, quebrando o monopólio da informação. Em um país onde a mídia é rigidamente controlada pelo Estado, invadir a programação oficial equivale a furar o bloqueio informacional imposto à população. Quem está por trás? Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autoria do ataque. Autoridades iranianas não reconheceram responsabilidade externa específica, e governos ocidentais também não assumiram envolvimento direto. Especialistas em segurança cibernética apontam que esse tipo de operação exige capacidade técnica elevada, o que restringe o leque de possíveis autores — seja Estados nacionais ou grupos sofisticados alinhados a interesses geopolíticos. Fragilidade exposta O incidente ocorre em um momento delicado para o regime iraniano, que enfrenta pressão internacional, sanções econômicas e crescente insatisfação interna. A invasão da TV estatal representa mais do que um episódio isolado. Ela evidencia que, no século XXI, o controle do território digital é tão estratégico quanto o controle do território físico. A guerra moderna é híbrida. E o campo de batalha agora inclui estúdios de televisão, servidores de dados e redes de transmissão. O sinal foi interrompido por minutos. Mas o recado geopolítico pode ecoar por muito mais tempo. Veja o vídeo:
Milhões de brasileiros voltam às ruas em defesa do país: o povo dá a lição
Os verdadeiros brasileiros retornaram às ruas. Milhões de pessoas, espalhadas por todo o Brasil, participaram de manifestações em defesa do país. Para os tiranos, a questão sempre se resume à força. À imposição pela baioneta. Mas para aqueles que genuinamente amam sua nação, trata-se de uma questão de fé. Uma fé que não está depositada em um único homem, que os tiranos podem aprisionar. A fé está em uma ideia: juntos pelo Brasil. A lição está sendo dada pelo povo, que vai despertando. É fundamental que o Congresso Nacional escute essa voz popular. É chegada a hora.
Empresária dona de clínica de estética morre após realizar procedimentos estéticos em si mesma
A empresária e especialista em estética Priscilla Lopes Dorneles de Souza, de 31 anos, morreu na manhã de sábado (28/02), em Inhumas, na região metropolitana de Goiânia. A morte ocorreu dois dias após ela se submeter a procedimentos cirúrgicos estéticos. Conhecida na região como Dra. Priscilla Dorneles, ela era proprietária da PD Clinic e atuava com destaque no setor de estética e bem-estar. Priscilla havia recebido alta hospitalar na sexta-feira (27), após realizar procedimentos que incluíam mastopexia com prótese, correção de cicatriz e lipoaspiração a laser. Os Bombeiros foram acionados para socorrê-la e a levaram à UPA de Inhumas, mas ela chegou à unidade sem sinais vitais. O óbito foi confirmado pela equipe médica. O Grupo Everbeauty, que acompanhou o caso, emitiu nota afirmando que o procedimento seguiu todos os protocolos e ocorreu sem intercorrências iniciais. Priscilla era referência em estética e bem-estar na região central de Goiás, liderando a PD Clinic com serviços avançados. As causas exatas da morte aguardam laudos periciais, gerando comoção entre clientes e comunidade.
Sinais de mudança: prisão de Maduro, morte de Khamenei e o enfraquecimento do eixo globalista
Os desígnios Divinos são misteriosos, maravilhosos, insondáveis e infalíveis. E o principal: possuem seu tempo próprio, independente do tempo dos desejos humanos. Pelo contrário, parecem planejados para desenvolvermos tolerância, resiliência e reforçarmos nossa fé inabalável. Não precisamos inventar, nem aderir a teorias mirabolantes para mantermos nossas esperanças. São interessantes todas estas “teorias” de alianças intergalácticas, chapéus brancos, cabal, Lula morto e substituído por um clone etc. Existem até os que dizem que Putin é da “Aliança da Terra”, aliado ao Trump para o combate às trevas. Não temos nenhuma comprovação dessas histórias, que me parecem até muito inverossímeis. Não vejo dados de realidade que possam sequer sugerir uma parceria entre Trump e Putin, por exemplo, muito menos acreditar que seria possível um clone de Lula enganar o mundo inteiro para encobrir sua morte. São ideias estapafúrdias. Não devemos criar expectativas, nem falsas esperanças em teorias mirabolantes, criadas sabe-se lá por qual mente doentia. Existe isso? Não sei, acredito que não. Pode existir? Quem poderia provar? Mas as luzes começam a iluminar a escuridão que vivemos nos últimos anos, que acredito terem sido de planejado aprendizado proporcionado pelos Desígnios Divinos. A prisão de Maduro, a morte de Khamenei, o derretimento dos BRICS, a perda de poder sino-russo, o enorme estrago feito ao narcoterrorismo e à lavagem internacional de dinheiro sujo são alvissareiros. Quem ainda não entendeu o mal que representa o movimento marxista-materialista e seu relativismo moral, precisará repetir de ano, até conseguir aprender a lição. Lula e seus cães se preparem. Estão na mira e a possibilidade de perderem seus poderes aumenta a cada dia. Que Deus seja Louvado! Pedro Possas. Médico.
Gilmar Mendes anula quebra de sigilo de empresa ligada a Dias Toffoli e ordena destruição de documentos
O ministro Gilmar Mendes anulou a quebra de sigilo da empresa Maridt Participações, ligada ao ministro Dias Toffoli. A decisão ocorreu em meio a questionamentos sobre a credibilidade da instituição perante o país e o mundo. Uma manobra jurídica colocou o caso nas mãos de Gilmar. A defesa da empresa protocolou o pedido ressuscitando uma ação arquivada em 2023, da qual Gilmar foi relator, para evitar sorteio no STF. O caso caiu em suas mãos, e o ministro tomou a decisão esperada. Gilmar alegou desvio de finalidade e abuso de poder. Além disso, proibiu qualquer entidade de fornecer dados à CPI sobre o caso e ordenou que tudo o que já havia sido fornecido fosse destruído. A ação é considerada extrema e expõe ainda mais o Supremo Tribunal Federal. A decisão evidencia um quadro onde um ministro parte para o vale-tudo, desafiando o bom senso e o próprio significado da instituição que representa. A água bateu no pescoço, e já não há nada a perder, nem mesmo a credibilidade deixada para trás há muito tempo. Resta a dúvida sobre quem ainda acredita na defesa do Estado democrático de direito por parte dos ministros. Talvez apenas a mãe de algum deles, caso esteja isolada e sem acesso a notícias. O impasse é claro: moralizar realmente o STF significaria acabar com o STF que conhecemos hoje e que vem sendo aparelhado pela esquerda desde o primeiro mandato de Lula. Isso, no Brasil de hoje, mesmo com os ventos mudando lentamente de direção, parece ser uma impossibilidade absoluta. Se no passado o poder de aparelhamento de Lula tivesse sido cerceado pelo Congresso, hoje não viveríamos esse impasse. Agora é tarde. Só restam os remendos.
Presidente iraniano reaparece vivo e promete vingança após ataque que matou líder supremo
Cambaleante, o Irã iniciou o processo de sucessão do líder supremo Ali Khamenei, morto no sábado (28) em ataque conjunto de Estados Unidos e Israel. O presidente Masoud Pezeshkian reapareceu neste domingo (1º) e anunciou a formação de um Conselho de Liderança Interina. Pezeshkian havia sido alvo do mesmo ataque. A cúpula militar do país foi dizimada durante uma reunião presencial em Teerã para avaliar o bombardeio. O Conselho de Liderança Interina assumiu as funções de Khamenei. O órgão governará até a escolha de um sucessor pela Assembleia dos Peritos, que possui 88 membros. Além de Pezeshkian, compõem o conselho o aiatolá Alireza Arafi e o chefe do Judiciário, Gholam-Hossein Mohseni-Ejei. Arafi integra o Conselho dos Guardiões. O presidente confirmou que o órgão já iniciou os trabalhos. Não existe prazo definido para o processo de escolha do novo líder supremo. A sucessão de Khamenei tornou-se mais complexa após a morte do presidente Ebrahim Raisi. Ele morreu em queda de helicóptero em 2024. Raisi era considerado sucessor natural do líder supremo. Após sua morte, especulações apontavam Mojtaba como possível escolhido. Ele é filho de Khamenei e tem 56 anos. O cargo de líder supremo não possui caráter hereditário. Outros nomes do estamento religioso surgiram como candidatos. O processo de escolha do novo líder supremo ocorre de forma opaca. Não há transparência sobre os critérios e negociações entre os membros da Assembleia dos Peritos. Pezeshkian divulgou comunicado classificando o ataque como “uma declaração de guerra contra os muçulmanos”. O presidente afirmou que a vingança é “um direito legítimo e um dever”. Em vídeo transmitido pela TV estatal, declarou que as Forças Armadas “deixarão os inimigos sem esperança”. A teocracia iraniana busca demonstrar continuidade institucional após a perda de sua principal liderança. A mídia estatal iraniana confirmou que a cúpula militar foi morta durante reunião presencial em Teerã. Entre os mortos estão o chefe da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, e o conselheiro de Defesa Ali Shamkhani. O ministro Aziz Nasirzadeh e o chefe do Estado-Maior, Abdolrahim Mousavi, também morreram. Outros oficiais foram mortos no bombardeio. Trump declarou à Fox News que foram 48 mortos no total. O número não possui confirmação oficial. A Guarda Revolucionária nomeou novo comandante após a morte de seu líder no ataque. O general Ahmed Vahidi assumiu o posto. Vahidi possui mandado de prisão emitido pela Interpol. Ele é suspeito de organizar a explosão de uma entidade judaica em Buenos Aires que matou 85 pessoas em 1994. O atentado é considerado o maior da história da América do Sul. Donald Trump afirmou que “tinha um nome em mente” para liderar o Irã. A declaração sugere que o presidente norte-americano conta com a queda do regime antes de qualquer sucessão. O regime iraniano tenta demonstrar unidade interna. O país reprimiu violentamente protestos recentes contra a teocracia islâmica instalada em 1979. O Irã decretou luto oficial de 40 dias pela morte de Khamenei. Mesquitas passaram a exibir a bandeira vermelha. O símbolo representa vingança no xiismo devido ao derramamento de sangue. O país persa é o centro deste ramo minoritário do Islã. O xiismo possui forte presença também no Iraque. A campanha de retaliação ampliada iniciada neste domingo enfrenta o desafio de um conflito prolongado sob pressão de EUA e Israel.
Datena e Marçal surpreendem e fazem acordo judicial após episódio da cadeirada
O Tribunal de Justiça de São Paulo homologou um acordo entre o apresentador José Luiz Datena e o empresário Pablo Marçal. O entendimento encerra os processos judiciais decorrentes da agressão física ocorrida durante um debate eleitoral em 2024. A homologação aconteceu na sexta-feira (27/2). Os termos do acordo não foram divulgados. As condições estabelecidas permanecem confidenciais entre os envolvidos. Os processos arquivados referem-se ao incidente de setembro de 2024. Datena agrediu Marçal com uma cadeira durante debate transmitido ao vivo pela TV Cultura. O episódio aconteceu após uma sequência de acusações trocadas entre os candidatos. A agressão interrompeu a transmissão e resultou na expulsão do apresentador do evento. Marçal havia ingressado com ação judicial solicitando indenização por danos morais no valor aproximado de 100 mil reais. Na petição, o empresário argumentou que a agressão representou violação de seus direitos de personalidade, “atingindo sua honra, imagem e integridade física e moral”. Datena também havia movido processo contra Marçal. O apresentador buscava reparação por ofensas e insinuações proferidas durante a campanha eleitoral. Entre as acusações mencionadas, constavam referências a um processo anterior envolvendo alegações de assédio. Decisões anteriores já haviam rejeitado parte das solicitações apresentadas pelo apresentador. Com a homologação judicial do acordo, todos os processos vinculados ao episódio foram arquivados. As partes encerraram oficialmente os litígios. O arquivamento finaliza a disputa que se arrastava na Justiça desde o ano passado. O incidente ocorreu no dia 15 de setembro de 2024, durante debate eleitoral televisionado. Minutos antes de Datena arremessar a cadeira contra Marçal, o influenciador utilizou o termo “Jack” para se referir ao apresentador. A expressão é utilizada em presídios para designar detentos acusados de crimes sexuais. A provocação de Marçal fazia referência a acusações feitas pela jornalista Bruna Drews contra Datena. Drews havia trabalhado como repórter no programa comandado pelo apresentador. A jornalista ingressou na Justiça com denúncia de assédio sexual. O caso foi arquivado após determinação judicial de que ela havia perdido o prazo legal para apresentar a representação. Datena reagiu fisicamente após a provocação. A transmissão do debate foi imediatamente interrompida. Marçal recebeu atendimento médico em um hospital na capital paulista após a agressão. O episódio ganhou ampla cobertura nos veículos de comunicação.
Manifestações ‘Acorda Brasil’ levam milhares às ruas contra Lula e ministros do STF
Neste domingo, 1º de março de 2026, famílias de norte a sul do país ocuparam as ruas em um grito coletivo: “Acorda, Brasil”. O movimento reuniu manifestantes em diversas capitais brasileiras em protesto contra o presidente Lula e ministros do Supremo Tribunal Federal. A Avenida Paulista, em São Paulo, concentrou cerca de 20 mil pessoas, enquanto em Copacabana, no Rio de Janeiro, mais de 4,7 mil manifestantes marcaram presença. Atos também ocorreram em Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia e outras capitais. O movimento foi convocado por lideranças como o deputado Nikolas Ferreira e o pastor Silas Malafaia. Os protestos tiveram como alvo principal o presidente Lula e ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Entre os presentes, nomes de peso da política nacional como o senador Flávio Bolsonaro, o governador de Minas Gerais Romeu Zema e o governador de Goiás Ronaldo Caiado reforçaram a mensagem de insatisfação popular. As manifestações reuniram famílias inteiras, jovens e idosos, todos mobilizados pela demanda por justiça, liberdade e transparência. Em cada estado, os atos reafirmaram a disposição de parte da população em contestar o que consideram impunidade. O movimento “Acorda Brasil” demonstrou a continuidade da mobilização de setores conservadores e da direita brasileira, que permanecem ativos na oposição ao atual governo e às decisões de ministros do Supremo Tribunal Federal.