O ministro Gilmar Mendes, em uma manobra jurídica questionável, impediu que a CPI do Crime Organizado quebrasse os sigilos da Maridt Participações, empresa que aparenta estar profundamente envolvida nos esquemas do Banco Master, ligada ao ministro Dias Toffoli. Gilmar justificou a medida alegando que não há correlação entre o objeto da CPI do Crime Organizado e o caso envolvendo a Maridt. Por essa razão, considerou indevida a tentativa de acessar os dados da empresa no âmbito da comissão. Essa decisão, no entanto, pode não durar muito. A medida tem efeito restrito à CPI. O ministro André Mendonça, relator do inquérito que apura as operações do Banco Master no STF, pode requisitar as informações no curso dessa investigação. Será certamente sua prova de fogo.
Cantor sertanejo Sorocaba escapa por pouco de bombardeio do Irã em aeroporto de Dubai
“Um livramento”, foi assim que o cantor sertanejo brasileiro Sorocaba definiu o fato de ter escapado do bombardeio feito pelo Irã no aeroporto de Dubai, nos Emirados Árabes. O próprio artista relatou o que aconteceu nas redes sociais. “Olha que loucura! A gente estava dois dias atrás no aeroporto de Dubai, exatamente no terminal que caiu a bomba no aeroporto. Graças a Deus não machucou ninguém, mas um baita susto a galera levou lá. Foi um livramento”, ele contou em vídeo postado no Instagram. O cantor prosseguiu com o relato: “Depois a gente chegou aqui no Japão e ficamos sabendo que, depois de dois dias, que tinha estourado essa guerra. A gente estava na Índia, conectou em Dubai, nesse terminal que deu rolo, e partimos para o Japão. Escapamos por dois dias! Deus cuidando da gente sempre”, encerrou. Veja o vídeo:
Gilmar Mendes manda destruir provas da CPI e blinda família de Toffoli
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a anulação da quebra de sigilo da empresa Maridt e ordenou a destruição imediata dos dados já encaminhados à CPI do Crime Organizado. A decisão representa um grave retrocesso institucional. Ao impor a inutilização de provas, o ministro interfere diretamente no trabalho de uma comissão parlamentar legítima e fragiliza o princípio da transparência que deveria nortear investigações de interesse público. A CPI buscava apurar indícios de irregularidades envolvendo empresas ligadas à família de Dias Toffoli, em contexto que já levantava suspeitas de relações com o Banco Master e possíveis fraudes financeiras. A justificativa de “desvio de finalidade” soa como um argumento jurídico que, na prática, protege autoridades e seus familiares de escrutínio público. Uma blindagem evidente. O papel de uma CPI é justamente investigar, ainda que isso incomode figuras poderosas. Ao determinar a destruição de dados, Gilmar Mendes cria um precedente perigoso: quem garante que outras investigações não serão igualmente sufocadas sob o manto da legalidade formal? Mais do que cancelar evidências, o ministro impôs uma blindagem institucional, impedindo que a sociedade tenha acesso às informações e que o Senado exerça plenamente sua função fiscalizadora. O relator da CPI, senador Alessandro Vieira, já anunciou que contestará a decisão em todas as instâncias. É fundamental que o Congresso não se curve a esse tipo de proteção institucional. Em um país marcado por escândalos de corrupção, a destruição de provas não pode ser tolerada. O Brasil precisa de instituições que garantam a apuração dos fatos, não de decisões que inviabilizam a busca pela verdade. O gesto de Gilmar Mendes, longe de fortalecer o Estado de Direito, mina a confiança da sociedade na Justiça e reforça a percepção de que há uma elite intocável, protegida contra qualquer investigação. A pergunta permanece: quais interesses estão envolvidos que determinam essa blindagem?
Líder supremo do Irã é eliminado em bombardeio de Israel
Ali Khamenei foi um religioso fanático, cruel e monstruoso que comandou a ditadura teocrática do Irã com um propósito prioritário: varrer da face da Terra o Estado de Israel. O regime que liderava é considerado por muitos como o pior tipo de ditadura, perdendo apenas para a ditadura judicial. A eliminação do Estado de Israel (“From the river to the sea”) é considerada pelos fanáticos muçulmanos como passo inicial para a eliminação dos judeus do mundo. Mas não apenas dos judeus. Segundo sentença feita por Maomé, já no leito de morte: “Não poderá existir no mundo outra religião além do Islã”. O criador do islamismo, Maomé, segundo diferentes fontes, teve entre 13 e 19 esposas, quase todas, exceto a primeira, objeto de contratos de paz e submissão que impunha às várias comunidades conquistadas sob golpe de espada. Uma dessas esposas negociadas após vitória em batalha foi Aisha bint Abi Bakr, conhecida simplesmente como Aixa. Aixa casou-se com Muhammad aos 6 ou 7 anos e consumou o matrimônio aos 9 anos. Nove anos. Uma criança levada compulsoriamente à cama de um homem que, na época, já ultrapassara os cinquenta anos. Foi este ser que, no leito de morte, lançou uma maldição aos judeus e cristãos e exigiu que fossem todos eliminados da face da Terra. Nem todo islâmico é violento, é verdade. Mas Islã significa obediência total, cega, absoluta e inquestionável. Um fiel muçulmano é proibido de questionar os ensinamentos que recebem dos clérigos, porque estes são a boca de Allah. Questioná-los é crime enquadrado na Sharia, a lei penal muçulmana. O Islã não é apenas uma doutrina de fé, mas um sistema de vida completo e imutável no tempo, incluindo a lei penal Sharia. Mesmo não sendo violento, é dever inquestionável de todo muçulmano trabalhar para a realização do comando de Muhammad: a destruição de todas as demais religiões. E isso eles cumprem cegamente a partir de dentro dos países ocidentais que os recebem. Jamais se integram aos valores da sociedade que os recebeu. Segundo Muhammad, os não muçulmanos são Kafirs, um termo árabe que significa incrédulo, infiel ou ainda “aquele que esconde/nega a verdade” no contexto islâmico. É considerado o termo mais pejorativo da língua árabe. Kafirs são, para os islâmicos radicais, pessoas dispensáveis de viver. A taxa de natalidade dos muçulmanos em países ocidentais é da ordem de sete filhos por família, enquanto para os ocidentais esta taxa média é de apenas 1,5 filho por família. O objetivo é a islamização das sociedades ocidentais pelo número. Mas não só pelo número. Os muçulmanos, vivendo em países ocidentais, criam instituições que procuram alterar a vida da nação que os hospedou. Executam uma espécie de “gramscismo” muçulmano. Em alguns bairros de Londres, a lei penal vigente, de forma irregular ao lado da lei britânica, já é a Sharia. Os islâmicos no Reino Unido são tão ousados que criaram uma “República do Islã”, que já tem até membros no Parlamento. Uma República dentro de uma Monarquia: o atrevimento é notável. Uma das campanhas que fazem no Parlamento britânico é para que a Sharia seja a única lei penal aplicável a muçulmanos. A imigração muçulmana, por não se integrar à sociedade que a recebe e pelos objetivos que persegue ao seguir as ordens de Muhammad, é absolutamente inconveniente e deve ser reprimida. Trata-se, aqui, não de preconceito, mas de autopreservação da cultura e dos valores democráticos ocidentais. Ali Khamenei era um fiel representante de Muhammad. Fanático, cruel, assassino, perseguidor dos objetivos de destruição dos judeus e dos valores democráticos ocidentais. Em boa hora foi eliminado pelo bombardeio de Israel. Mas a infraestrutura do sistema da ditadura teocrática dos Aiatolás (Aiatolá significa, imaginem: “Sinal de Deus”) permanece intocável. Resta a expectativa de que as potências ocidentais, como Estados Unidos e Israel, não descansem enquanto a infraestrutura do mal que submete o povo do Irã não for desmontada para sempre.
Nikolas Ferreira faz declaração sobre futuro de Moraes e leva multidão ao êxtase na Paulista
Com a avenida Paulista tomada por uma multidão incalculável, o deputado Nikolas Ferreira fez uma declaração que levou o público ao êxtase. “O destino de Alexandre de Moraes não é impeachment. O destino do Alexandre de Moraes é cadeia”, afirmou o parlamentar. O Brasil acordou… Veja o vídeo:
USP divulga números de manifestação na Paulista: público bem abaixo de atos anteriores
A manifestação realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo (1º/3), reuniu 20,4 mil pessoas no horário de pico, segundo estimativa do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento e a ONG More in Common. O levantamento foi coordenado por pesquisadores da USP e indica que, considerando a margem de erro de 12% — equivalente a 2,4 mil pessoas para mais ou para menos —, o público pode ter variado entre 18 mil e 22,9 mil participantes no momento de maior concentração, registrado às 15h53. Entre os atos já mensurados pelo mesmo grupo no local, este aparece como o segundo menor público. O menor número havia sido registrado em junho de 2025, quando um evento reuniu 12,4 mil pessoas. Em comparação, a manifestação de 7 de setembro de 2025 contabilizou 42,2 mil presentes, enquanto o ato de abril do mesmo ano alcançou 44,9 mil. Quem acredita?
Nikolas Ferreira chama Lula de “bandido” na Paulista e diz que destino de Moraes “é a cadeia”
Durante manifestação realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (1º/3), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) adotou tom firme contra o petista Lula e defendeu o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal. Do alto do trio elétrico, Nikolas chamou Lula de “bandido” e puxou o coro de “Lula Ladrão, seu lugar é na prisão”. Em discurso, o parlamentar declarou: “Quem devia estar na cadeia não é Jair Bolsonaro, não. Quem devia estar na cadeia chama-se Luiz Inácio Lula da Silva. O maior corrupto que já pisou aqui nesse país. Ou seja, por que perseguir um homem que até hoje não conseguiu colocar absolutamente nada na ficha criminal dele? Tudo cai”. Nikolas também afirmou que uma das prioridades da direita é derrubar o veto ao chamado PL da Dosimetria, proposta que recalcula e reduz penas de condenados pela trama golpista e pelos atos de 8 de janeiro de 2023. O deputado elevou o tom ao mencionar o ministro Dias Toffoli, a quem atribuiu o início do inquérito das fake news. “Foi ele quem iniciou o inquérito das fake news. Não tem como ter a esposa de um ministro com contrato de milhões com o Banco Master. (…) Eu sei que há também uma vontade da esquerda de até derrubar o Toffoli, porque eles estão brigados. Eles estão achando que a gente pode derrubar um e depois vai parar. Se a gente derrubar um, cai outro, cai [Alexandre] Moraes, cai todo mundo”, alegou. Em seguida, Nikolas direcionou críticas ao ministro Alexandre de Moraes: “O destino do Alexandre de Moraes não é impeachment. O destino dele é cadeia”, disse. Veja:
Usando fralda e tampa de privada, sósia de Moraes aparece na Avenida Paulista. Veja o vídeo!
Os tradicionais sósias marcaram presença na manifestação realizada na Avenida Paulista. Entre eles, destaque para um imitador de Alexandre de Moraes. Trajando fralda e portando uma tampa de privada com a imagem de Dias Toffoli, o sósia circulou entre os manifestantes. Confira as imagens:
Moraes tenta bloquear Pix de bolsonarista, mas é derrotado por ex-juiz auxiliar do STF
Um desembargador que já atuou como juiz auxiliar na Presidência do Supremo Tribunal Federal negou pedido relacionado ao ministro Alexandre de Moraes para bloqueio de chaves Pix de um advogado classificado como “blogueiro bolsonarista”. A solicitação visava assegurar o pagamento de indenização estabelecida em processo judicial por danos morais. A ação é movida pelo escritório da família de Moraes contra o advogado Alexandre Cezar Zibenberg, acusado de disseminar notícias falsas contra o magistrado, incluindo alegação de suposto recebimento de propina. Em 2022, Zibenberg foi condenado a pagar R$ 50 mil por danos morais. Como o valor não foi quitado, a quantia sofreu atualização monetária e, atualmente, a dívida gira em torno de R$ 145 mil. Até o momento, conforme os autos processuais, apenas R$ 3.812,70 foram efetivamente bloqueados para satisfação do débito. Em petição assinada por Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, a defesa solicitou, em caráter de tutela antecipada, o bloqueio das chaves Pix do advogado. O pedido, contudo, foi negado em primeira instância pela juíza Juliana Pitelli da Guia, da 26ª Vara Cível. Ex-auxiliar de Cezar Peluso analisa recurso O recurso apresentado contra a decisão de primeira instância foi distribuído à 2ª Câmara de Direito Privado, sob relatoria do desembargador Fernando Marcondes, que exerceu a função de juiz auxiliar do então presidente do STF Cezar Peluso em 2011. Ao analisar o pedido liminar, Marcondes concluiu que não estavam presentes os requisitos necessários para a concessão da medida excepcional. Segundo ele, o deferimento desse tipo de providência deve ocorrer apenas em situações “excepcionalíssimas” nas quais haja risco de dano irreparável ou de difícil reparação em razão da demora do Judiciário. “Por isso, denega-se o pedido de efeito suspensivo, porque ausente demonstração de prejuízo capaz de consumar-se antes do julgamento deste recurso”, registrou o desembargador, ao indeferir a liminar sem examinar o mérito do processo. Marcondes foi nomeado juiz auxiliar de Peluso em março de 2010, período em que o ministro recém havia assumido a presidência da Corte. Peluso deixou o STF em 2012, ao atingir 70 anos, idade que, à época, determinava aposentadoria compulsória.
Irã recua e busca diálogo com Trump após escalada militar
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste domingo (1º) que integrantes da nova liderança iraniana demonstraram interesse em abrir diálogo com Washington. Segundo Trump, o contato foi aceito. A afirmação foi feita em entrevista concedida à revista The Atlantic, diretamente de sua residência na Flórida. “Eles querem conversar, e eu concordei em conversar. Deveriam ter feito isso antes. Deveriam ter apresentado o que era muito prático e fácil de fazer antes. Esperaram demais”, disse Trump, ao comentar a possibilidade de negociação após a escalada militar recente. Após a morte do líder supremo Ali Khamenei, a condução provisória do país passou a ser exercida por três autoridades: o presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário Gholamhossein Mohseni Ejei e o aiatolá Alireza Arafi, integrante do Conselho dos Guardiães. De acordo com a mídia estatal iraniana, o grupo assumirá temporariamente até a definição de um novo líder supremo. A mudança ocorre em meio a um cenário de forte instabilidade política e militar, após ataques conduzidos por forças americanas e israelenses contra o território iraniano.