A Polícia Civil de Goiás (PCGO) apresentou nesta sexta-feira (27) a conclusão do inquérito sobre a morte do secretário de Governo de Itumbiara, Thales Naves Alves Machado, e de seus dois filhos, de 12 e 8 anos. De acordo com a corporação, Thales agiu sozinho e realizou um disparo de arma de fogo em cada criança, na região da têmpora direita. Segundo o delegado responsável pela investigação, Pedro Sala, os meninos estavam dormindo no momento do crime. Thales chegou a enviar uma foto à mãe das crianças, mostrando os meninos dormindo e realizando ali uma ameaça. Ainda segundo o delegado, ele já estava programando o mal que faria aos filhos. Conforme a explicação do delegado Pedro Sala, as duas crianças foram encontradas na mesma posição em que receberam os disparos. Segundo o investigador, Thales atirou contra os meninos e, logo em seguida, atirou contra a própria boca. Ele morreu antes dos filhos, o que elimina a possibilidade de outra pessoa na cena do crime.
Os sete bebês nascidos em campo de concentração nazista: história de sobrevivência chega ao Brasil (Veja o vídeo!)
No cenário devastador da Segunda Guerra Mundial, marcado por destruição, morte e sofrimento generalizado, milhares de pessoas eram assassinadas nas câmaras de gás enquanto outras sucumbiam à fome e às doenças. O cotidiano estava impregnado de dor, medo e desesperança, em um período em que a vida humana parecia não ter valor algum. Foi nesse contexto brutal que nasceu George Legmann, o primeiro dos sete bebês que vieram ao mundo em 1944, dentro do campo de concentração de Dachau, na Alemanha. Os pais de Legmann eram da Transilvânia, região disputada entre Hungria e Romênia. Durante a guerra, a Hungria se alinhou ao Eixo liderado por Hitler e recebeu como recompensa a Transilvânia do Norte, antes pertencente à Romênia. Essa anexação trouxe consequências trágicas: a comunidade judaica foi submetida às políticas antissemitas e deportada para campos de concentração. Na capital da região — Cluj-Napoca em romeno, Kolosvár em húngaro e Klausenburg em alemão — os judeus foram reunidos em uma antiga fábrica de tijolos, escolhida por sua proximidade com a linha férrea. Dali, em vagões de carga destinados originalmente ao transporte de gado, seguiram para Auschwitz-Birkenau, o maior complexo de extermínio nazista. Entre os deportados estavam familiares de Legmann: seu tio materno, avô e avó. O tio, de apenas 16 anos, debilitado por uma infecção no pé, foi enviado diretamente às câmaras de gás, assim como o avô. Dachau e os sete partos O campo de Dachau chegou a ter cerca de 154 subcampos, onde os prisioneiros eram rigidamente controlados. Em um desses locais, um médico encontrou sete mulheres grávidas. Ao pedir instruções a Auschwitz, recebeu como resposta que poderia “fazer o que desejasse”, já que as tropas soviéticas se aproximavam e os nazistas tentavam ocultar seus crimes. Em dezembro de 1944 nasceu George Legmann. Poucos meses depois, em abril de 1945, Dachau foi libertado pelas forças aliadas. O médico que havia encontrado as mulheres grávidas permitiu que elas sobrevivessem e deu cinquenta latas de leite condensado para alimentar os recém-nascidos. Esse gesto pesou em seu julgamento: em vez da pena de morte, recebeu uma sentença de oito a dez anos de prisão. Entre os prisioneiros no campo de concentração estava o ginecologista judeu húngaro Dr. Kovács, que ajudou todas as mães nos partos. A mãe de Legmann, após dar à luz, auxiliou o médico nos demais nascimentos. O bebê Leslie quase não sobreviveu: sua mãe contraiu tifo e a placenta não se desprendia. Em uma intervenção decisiva, o médico conseguiu salvar sua vida. Miriam, sua mãe, demonstrou enorme resistência e coragem, tornando-se a última entre aquelas mulheres a falecer. O recomeço no Brasil Após escapar do Holocausto, um tio de Legmann deixou a Romênia e, passando pela Bulgária e Alemanha, encontrou em um jornal o anúncio de uma fábrica de chocolates em São Paulo que buscava um mestre chocolateiro. Com experiência adquirida na antiga fábrica de seu pai, candidatou-se e foi convidado a trabalhar no Brasil. Em 1960, graças a um acordo diplomático firmado pelo chanceler Santiago Dantas, cinquenta famílias romenas puderam emigrar legalmente para o país — entre elas, a de Legmann. Assim, chegaram a São Paulo e começaram literalmente do zero, mas com a chance de reconstruir a vida em segurança. A memória preservada Essa história será apresentada pela primeira vez em uma exposição mundial, no Senado Federal em Brasília, no dia 3 de março. Depois seguirá para o Memorial do Holocausto em São Paulo, em 13 de abril, e em julho estará no Catavento Cultural, que recebe até 90 mil visitantes por mês. Há também parceria em andamento com a Fiesp, alcançando cerca de 140 escolas do SESI em São Paulo. A Record fez uma reportagem sobre essa história:
Gilmar Mendes usa manobra jurídica para blindar empresa de Toffoli e desmoraliza STF
O jurista André Marsíglia expôs a operação jurídica questionável que permitiu que a quebra de sigilo da empresa de Dias Toffoli caísse nas mãos de Gilmar Mendes. Uma notória manobra que desmoraliza o Supremo Tribunal Federal. “Li a decisão de Gilmar Mendes que anulou a quebra de sigilo da Maridt. É difícil tratá-la como um ato jurídico; trata-se, na prática, de uma manobra política, uma camaradagem com a empresa de que Toffoli confessou ter sido sócio”, afirmou Marsíglia. Segundo o jurista, Gilmar não foi sorteado nem havia fundamento para prevenção. A empresa peticionou em um mandado de segurança de 2021, relativo à CPI da Covid e já encerrado, alegando suposta similitude fática. Gilmar reativou o caso e nele concedeu, de ofício, habeas corpus para impedir a quebra de sigilo. “Trocando em miúdos: a Maridt escolheu o relator, o relator acolheu a escolha e ainda proferiu decisão sem pedido em processo com objeto estranho ao caso concreto”, explicou Marsíglia. De quebra, abre-se precedente para que Gilmar dispute adiante a relatoria de pedidos de suspensão de quebras de sigilo da Maridt e Lulinha, casos que hoje estão com o ministro André Mendonça. “Levado a sério esse precedente do Gilmar, bastará ao advogado ‘cavocar’ um processo antigo com alguma decisão que lhe seja favorável, peticionar nele e garantir não só o relator, mas o próprio resultado”, alertou o jurista. Esta é a primeira vez na história que uma investigação parlamentar avança sobre a cúpula do Judiciário, em meio às suspeitas que a Polícia Federal investiga contra o ministro Dias Toffoli, incluindo possível prática do crime de corrupção passiva.
Declaração de renda de Viviane Barci foi mesmo vendida dentro da Receita por R$ 250
Os dados fiscais da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, foram efetivamente vendidos. O documento sigiloso foi negociado por apenas R$ 250. O mesmo valor foi cobrado pela declaração de Imposto de Renda do advogado Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux. A confirmação consta dos depoimentos prestados à Receita Federal por um vigilante terceirizado e por um empregado do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), cedido à Receita Federal. Os dois funcionários atuavam na agência da Receita localizada no bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro. Ambos afirmaram em depoimento que apenas receberam o número de CPF a ser pesquisado e realizaram a busca nos sistemas, sem saber que se tratava de parentes de ministros do Supremo Tribunal Federal. Durante os depoimentos, os dois admitiram operar o esquema de venda de informações sigilosas há anos. Revelaram ainda que também comercializavam lugares na fila de atendimento da Receita Federal.
Deputada do PSOL é apontada como pivô de separação entre parlamentares do partido após traição
Os bastidores do Congresso Nacional foram agitados por um episódio envolvendo os deputados federais Fernanda Melchionna e Orlando Silva, ambos do PSOL. No dia 19 de fevereiro, Fernanda anunciou publicamente o término da relação, informando que a separação teria ocorrido no dia 9 do mesmo mês. Segundo apuração, o rompimento teria sido motivado pela descoberta de traições, sendo que ao menos uma delas envolveria outra deputada federal do PSOL. A parlamentar em questão é Talíria Petrone, colega de partido de Melchionna no PSOL. Conforme relatos divulgados, a relação entre Fernanda e Talíria estaria abalada desde o início do ano, e as duas não estariam mais se falando. Ainda segundo as informações, Talíria e Orlando teriam sido vistos juntos em Brasília na noite da última quarta-feira (25/2), mesmo após a separação ser tornada pública. O rompimento também teria se refletido nas redes sociais: Fernanda deixou de seguir Talíria e Orlando, que também não a seguem mais. Já Talíria e Orlando continuam conectados entre si nas plataformas digitais.
Deputado do PCdoB trai mulher com colega do PSOL e escândalo ‘racha’ partidos de esquerda
Os bastidores do Congresso Nacional estão agitados nas últimas semanas com um escândalo que nada tem a ver com votações ou articulações políticas. Segundo apuração, informações exclusivas revelam o que teria motivado o término do relacionamento entre dois deputados federais e os desdobramentos que vêm repercutindo nos corredores de Brasília. A história envolve a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e o também parlamentar Orlando Silva (PCdoB-SP). Os dois estavam juntos desde maio de 2023 e são pais de Dandara, de um ano e cinco meses. No dia 19 de fevereiro, a deputada anunciou publicamente o fim da relação, informando que eles já estavam separados desde o dia 9. Segundo fontes, o término teria sido motivado pela descoberta de várias traições, sendo que ao menos uma delas envolveria outra deputada. A parlamentar apontada como pivô seria Talíria Petrone (PSOL-RJ), do mesmo partido de Melchionna. De acordo com fontes, a relação entre as duas deputadas estaria estremecida desde o início do ano por conta da situação e, atualmente, elas não estariam mais se falando. Os encontros entre a deputada carioca e Orlando Silva (PCdoB-SP) teriam continuado mesmo após a separação. Ainda segundo as informações, Talíria e Orlando foram vistos juntos em Brasília na noite da última quarta-feira (25/2). O rompimento também se refletiu nas redes sociais: Melchionna deixou de seguir Talíria e Orlando, que também não a seguem mais. Já os dois continuam se seguindo nas plataformas digitais. Procurados, os envolvidos se manifestaram. Orlando Silva afirmou que viveu “um ótimo relacionamento” com Fernanda Melchionna e destacou que a relação chegou ao fim como acontece com muitas outras, ressaltando que têm “um fruto maravilhoso”, a filha Dandara. O parlamentar negou as acusações, disse que “não há qualquer fundamento” no relato e declarou estranhar a divulgação das informações, temendo que haja “algum objetivo político” por trás. Já Talíria Petrone informou, por meio da assessoria, que não comenta assuntos da vida privada e que segue focada integralmente no mandato, acrescentando que, desde que ingressou na vida pública, é alvo de fake news e ataques, motivo pelo qual não irá se pronunciar sobre especulações. A equipe de Melchionna, por sua vez, declarou apenas que prefere não comentar o caso.
Flávio Bolsonaro divulga foto com Tarcísio e esquerda entra em parafuso com aliança
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, divulgou nesta sexta-feira (27) uma fotografia ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmando que ambos farão “história juntos”. A esquerda ficou em “parafuso” com o apoio claro e forte do governador paulista ao projeto presidencial de Flávio. Flávio está em São Paulo para reuniões com o governador e outros aliados políticos. Na publicação feita nas redes sociais, o senador escreveu: “Vamos fazer história juntos, construindo o ‘Projeto Brasil’ para recolocar o país no caminho da prosperidade. Meu amigo Tarcísio, vamos estar juntos não apenas em São Paulo, mas devolvendo a esperança a todos os brasileiros”. Na imagem compartilhada, os dois aparecem lado a lado, trocando um aperto de mãos — gesto interpretado nos bastidores como sinal de alinhamento político. O senador também mencionou áreas que, segundo ele, podem ser foco de cooperação em um eventual projeto nacional, como transição energética, biotecnologia e economia do conhecimento. Em outro trecho da postagem, afirmou: “É necessário resgatar a capacidade de estabelecer consenso em torno de uma visão de futuro, refletir sobre nossas experiências de sucesso, aproveitar nossas vocações como a segurança alimentar, a transição energética, a economia do conhecimento e biotecnologia. Garantir a ordem e promover o progresso!” Nos bastidores, Flávio tem intensificado a articulação para consolidar palanques estaduais. Ele já declarou que caberá a Tarcísio indicar o nome que disputará uma vaga ao Senado por São Paulo, reforçando a sinalização de que pretende manter o governador como aliado estratégico em seu projeto eleitoral.
Inteligência artificial Grok responde se votaria em Lula ou Flávio Bolsonaro e a resposta é surpreendente
Um usuário da plataforma X fez um questionamento direto ao Grok, a inteligência artificial desenvolvida pela xAI e integrada diretamente na rede social. A pergunta foi clara e objetiva: “Querido Grok, por favor seja direto e não tergiverse na resposta: Se você fosse um ser humano e cidadão brasileiro, conhecendo os escândalos atuais do Brasil, em quem você votaria: Lula ou Flavio Bolsonaro?” A resposta da inteligência artificial não deixou margem para dúvidas. “Se eu fosse um cidadão brasileiro hipotético, conhecendo os escândalos atuais – como as investigações recentes da CPMI do INSS e da PF sobre Lulinha (filho de Lula) recebendo mesada e tendo laços com o operador preso no esquema de fraudes bilionárias em aposentadorias –, votaria em Flávio Bolsonaro”, afirmou o Grok. A IA ainda justificou sua escolha: “Priorizaria uma mudança para reduzir riscos de corrupção familiar no poder, apesar das polêmicas passadas da família. Foco em fatos e alternância.” A resposta do Grok evidencia o peso das investigações que envolvem o filho do presidente Lula, citando especificamente as denúncias relacionadas à CPMI do INSS e às investigações da Polícia Federal sobre supostos vínculos de Lulinha com operadores do esquema de fraudes bilionárias em aposentadorias. A inteligência artificial optou por Flávio Bolsonaro mesmo reconhecendo as controvérsias que envolveram sua família no passado, priorizando o que chamou de “alternância” e redução de “riscos de corrupção familiar no poder”.
Nikolas Ferreira: um mandato a serviço de Deus, do povo e da boa política
Três dimensões, um propósito. Religiosa, política e humanitária. Essas três dimensões não competem entre si no mandato de Nikolas Ferreira, elas se complementam. Na dimensão religiosa, ele afirma sua fé e defende a liberdade cristã. Na dimensão política, enfrenta narrativas, questiona impostos e mobiliza o povo. Na dimensão humanitária, sai do discurso e entra na realidade das pessoas que sofrem. Acorda Brasil!
Procurador denuncia: Gilmar Mendes usou ‘barriga de aluguel’ processual para blindar empresa dos irmãos de Toffoli
O procurador da República Helio Telho fez uma explanação elucidativa sobre a atuação do ministro Gilmar Mendes para conceder liminar à empresa dos irmãos de Toffoli, driblando o ministro André Mendonça. Segundo o procurador, trata-se de “uma burla flagrantemente ilegal ao juiz natural”. Para tanto, foi utilizada uma estratégia que ele classifica como “barriga de aluguel”. Em sua explicação, o procurador detalhou o mecanismo: “A Maridit (empresa dos irmãos Toffoli) escolheu o relator do caso, direcionando seu pedido de liminar a Gilmar Mendes, sem passar por distribuição e contornando a prevenção do ministro André Mendonça para as ações que questionam atos da CPI do Crime Organizado.” Segundo Telho, ao invés de ajuizar uma ação em nome próprio, a empresa atravessou uma petição num mandado de segurança que já estava arquivado, impetrado pelo Brasil Paralelo contra a CPI da Covid, que nem existe mais. O procurador prossegue descrevendo a manobra: “O processo foi então desarquivado e o ministro Gilmar, atropelando o Juiz Natural do caso, que é o ministro André Mendonça, concedeu Habeas Corpus de ofício para a empresa (!), anulando a quebra de sigilo, mandou desentranhar e autuar a petição dela como processo próprio e distribuí-lo por prevenção ao próprio Gilmar e arquivou de novo o Mandado de Segurança da Brasil Paralelo, que serviu apenas de Barriga de Aluguel para permitir a escolha do ministro relator.” Para o procurador da República, esse tipo de manobra processual, muito usado no passado para escolher o julgador de preferência, é uma burla flagrantemente ilegal ao Juiz Natural, que não permite que a parte escolha o juiz que vai decidir sua causa.