O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e alertou para um processo de enfraquecimento das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e Comissões Parlamentares Mistas de Inquérito (CPMIs). De acordo com o parlamentar, decisões judiciais recentes estão comprometendo o funcionamento desses instrumentos de investigação no Congresso Nacional. “Estão acabando com o instrumento da CPI e da CPMI. Será que ninguém está vendo isso? Não é acabando, mesmo, é liquidando. Hoje mesmo tivemos uma sessão cancelada por decisão judicial que impediu depoimento. Isso enfraquece o Parlamento”, denunciou. O senador citou caso envolvendo o ex-senador Roberto Rocha, alvo de queixa-crime no STF por declarações feitas durante o mandato. Girão questionou o alcance da imunidade parlamentar e a liberdade de expressão no exercício do mandato. “Com o encerramento do mandato, o processo de calúnia e difamação não deveria mais ser acolhido pelo STF. Acabou o seu foro privilegiado. Então, teria que se deslocar esse processo para a primeira instância. Além disso, seu pronunciamento em nenhum momento faz qualquer ofensa pessoal. Ele limita-se a chamar a atenção de autoridades e da população para irregularidades praticadas durante a campanha”, afirmou. O parlamentar defendeu que a Mesa Diretora do Senado atue na defesa das prerrogativas parlamentares e cobrou posicionamento institucional diante de decisões que, segundo ele, afetam diretamente o funcionamento do Legislativo. Fonte: Agência Senado
CPMI do INSS arquivada: Centrão e esquerda unidos preparam sepultamento do escândalo do Banco Master
A CPMI do INSS foi devidamente enterrada, deixando milhões de aposentados lesados sem qualquer satisfação. Agora, o próximo alvo está definido. O próximo caso a ser sepultado, numa manifestação de patifaria sem precedentes no Brasil, é o do Banco Master. Centrão e esquerda unidos na corrupção, aparentemente, jamais serão vencidos.
Petistas investem em narrativas falsas para explorar prisão domiciliar de Bolsonaro
Diversas estratégias vêm sendo utilizadas por petistas com o objetivo de transformar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro em instrumento de polêmica. A primeira estratégia consiste em explorar o discurso de Eduardo Bolsonaro no CPAC, criando a narrativa de que Jair Bolsonaro poderia ter assistido à apresentação sem autorização do ministro Alexandre de Moraes. A segunda tática envolve a divulgação de vídeos antigos, agora repostados como se Bolsonaro estivesse violando as determinações do ministro. Todas essas manobras dependem do engajamento e das respostas dos bolsonaristas. A recomendação é não alimentar essas polêmicas. Daqui até outubro, vale a regra dos três dias sempre.
Congresso Nacional Brasileiro morre por corrupção e ausência de ética, diz nota satírica
Uma nota de falecimento satírica divulgada na madrugada de 27 de março declarou a morte do Congresso Nacional Brasileiro. A causa da morte: falência geral de seus membros, que já vinham agonizando há anos. Segundo o texto, o Congresso parou de respirar por ausência de ética, moral, caráter e decência, sendo asfixiado pela corrupção e apodrecimento de seus membros. A instituição teria morrido melancolicamente, numa madrugada sem democracia. A nota afirma que não foi possível – e nem desejado pela classe política – conter a metástase da corrupção que tomou conta de todo o organismo. A morte teria ocorrido logo em sequência ao falecimento de outra instituição parceira, o Supremo Tribunal Federal. A doença evoluiu rapidamente para o descaramento total – que foi fatal – quando investigações uniram o roubo do INSS brasileiro ao caso do Banco Master, implicando figuras do Centrão, sistema que domina a política brasileira, e que correu para se unir à esquerda, dando um fim à CPMI e livrando seus membros de investigações. O texto conclui com uma frase mordaz: “Surpresa para ninguém. O Brasil pertence a uma quadrilha, uma praga espalhada por todas as instituições.” A nota termina com as siglas RIP (Rest in Peace – Descanse em Paz).
Um mês após ser encontrada morta em floresta no Canadá, brasileira é sepultada em Goiânia
Um mês depois de serem informados sobre a localização do corpo da goiana Letícia Oliveira Alves, de 36 anos, os familiares da doutoranda em química conseguiram repatriar os restos mortais para o Brasil. A despedida de Letícia ocorreu neste domingo (29), no Cemitério Parque Memorial, em Goiânia. O velório teve início às 5h da manhã. O sepultamento aconteceu no início da tarde, às 14 horas. Letícia foi dada como desaparecida em 15 de dezembro de 2023, em Boston, nos Estados Unidos. Por esse motivo, foi incluída pela Polícia Federal (PF) na Difusão Amarela da Interpol, mecanismo responsável por reunir informações de desaparecidos internacionais de 192 países. O corpo da pesquisadora foi encontrado por caçadores em uma floresta do Canadá em 24 de abril de 2024, no final de uma galeria pluvial em Coaticook, perto da fronteira com Vermont e New Hampshire. A família, no entanto, só soube da morte no dia 26 de fevereiro deste ano. Letícia, que tem uma filha de 12 anos, foi reconhecida pelas roupas e objetos encontrados junto ao corpo, como um relógio e óculos. A doutoranda estava no país norte-americano em um trabalho como missionária da Igreja Adventista do Sétimo Dia. O laudo pericial apontou hipotermia como causa da morte. A pesquisadora era formada em química pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e tinha mestrado pelo Instituto Tecnológico Aeronáutico (ITA), onde também estava na fase final do doutorado.
Prefeito de SP chama Tebet de marionete de Lula e ela rebate estreando o novo vocabulário: “Misógino”
A ministra Simone Tebet (PSB) reagiu às críticas do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), nesta sexta-feira (27). Nunes havia classificado a pré-candidata ao Senado como uma “marionete” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Uma crítica política e baseada em fatos notórios. A declaração do prefeito provocou a manifestação de Tebet durante um evento de filiação na Assembleia Legislativa de São Paulo. Em seu pronunciamento, Tebet confirmou que sua mudança para São Paulo foi um pedido de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. A ministra, no entanto, considerou a declaração de Nunes uma “ofensa” com conotação machista. Em sua fala, Tebet enfatizou que o prefeito agiu de forma “absolutamente deselegante com as mulheres brasileiras” ao fazer tal comentário.
Lulinha no olho do furacão: PF prossegue investigando o ‘filho do rapaz’ (Veja o vídeo!)
A advogada Ana Paula Rocha trouxe à tona revelações perturbadoras sobre o encerramento forçado da CPMI do INSS, classificando o ato como uma tentativa desesperada do “sistema” de proteger figuras centrais da República. O foco das investigações, que envolvem fraudes bilionárias em empréstimos consignados e o nebuloso papel do Banco Master, aponta para um esquema de corrupção sistêmica. Segundo a jurista, a interrupção dos trabalhos parlamentares ocorre justamente quando o cerco se fechava contra Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”. O filho do presidente é citado no relatório final como beneficiário de vantagens indevidas, incluindo viagens e hospedagens de luxo financiadas pelo esquema. As investigações da Polícia Federal, no entanto, não pararam e indicam que Lulinha estaria “mergulhado até o pescoço” em movimentações financeiras suspeitas articuladas pelo operador conhecido como “Careca do INSS”. Para os analistas, o cenário confirma o ditado popular de que “quem sai aos seus não degenera”, evidenciando que as práticas de outrora permanecem vivas no seio familiar do petismo e da família Lula. O encerramento da CPMI do INSS, visto como uma manobra de blindagem política, não apaga os indícios de roubo e as provas colhidas. O que vem pela frente? Veja o vídeo: Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
Cantor de technobrega é condenado a 32 anos por estupro das próprias filhas, mas segue em liberdade
O cantor Bruno Mafra, líder da banda de technobrega Bruno e Trio, foi condenado a 32 anos de prisão por estupro de vulnerável continuado contra duas crianças, de 5 e 9 anos. A decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) foi unânime. A pena estabelecida foi de 32 anos em regime inicialmente fechado. Apesar da condenação, o processo ainda cabe recurso, e o cantor, nascido em Belém do Pará, continua respondendo em liberdade. Em nota publicada nas suas redes sociais na sexta-feira (28), ele nega a acusação e a defesa deve entrar com recurso contra a decisão. “Diante das informações que vêm sendo divulgadas, venho a público afirmar, com total serenidade, que sou inocente das acusações que me estão sendo atribuídas”, escreveu. Bruno Mafra se consolidou como um dos principais nomes do tecnobrega na região Norte e também ganhou projeção no Nordeste. O grupo chegou a reunir públicos de até 15 mil pessoas e realizou apresentações em países vizinhos, como Suriname, Guiana Francesa e Venezuela. Segundo a revista Isto É, denúncias foram feitas em 2019, mas os crimes teriam ocorrido anos antes, entre 2007 e 2011, em Belém, quando as vítimas tinham entre 5 e 9 anos. Os abusos aconteceram de forma repetida e em diferentes locais, como a residência da família e veículos. O então acusado se aproveitava da relação de confiança e autoridade paterna para cometer os crimes. Na decisão, a desembargadora Rosi Maria Gomes de Farias destacou que as provas são contundentes e apontou um padrão nos relatos. “As vítimas relataram de forma independente e consistente episódios decorridos em ambientes controlados pelo réu, com modus operandi semelhante, caracterizado por isolamento, pedidos de segredo, manipulação psicológica, exibição de material pornográfico, toques íntimos e atos libidinosos, inclusive sexo oral”, disse a magistrada.
Influenciador invade casa do ex-namorado, tenta agredi-lo e acaba morto por idoso de 81 anos em legítima defesa
O influenciador digital Paulo dos Santos, conhecido como Apolo, de 28 anos, foi morto a tiros na madrugada deste sábado (28) em Paiçandu, região noroeste do Paraná, após invadir a residência de seu ex-companheiro. De acordo com a Polícia Militar (PM), o influenciador não aceitava o término do relacionamento e foi até o local. O crime ocorreu após uma tentativa de agressão que culminou na reação do avô do ex-parceiro do influenciador. Relatos de testemunhas e informações da PM indicam que, ao chegar ao imóvel, Apolo tentou agredir o ex-companheiro, que buscou refúgio trancando-se no banheiro. O influenciador, no entanto, arrombou a porta para dar continuidade ao ataque. Diante da situação, o avô do rapaz, um idoso de 81 anos, efetuou um disparo de arma de fogo que atingiu o peito de Apolo. O influenciador ainda tentou deixar a residência, mas caiu inconsciente no quintal e teve o óbito constatado no local por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o disparo, o idoso, que possui diagnóstico de Alzheimer, fugiu da cena. Ele foi localizado pouco tempo depois por uma equipe da Polícia Militar durante patrulhamento na marginal da rodovia PR-323, nas proximidades de um motel. O homem foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Maringá, onde foi autuado em flagrante por homicídio, embora não tenha informado aos agentes o paradeiro da arma utilizada. Trata-se de uma prisão questionável diante dos fatos relatados. Um tiro, idoso de 81 anos de idade, único meio disponível, razoabilidade e proporcionalidade e legítima defesa de terceiro. Apolo era natural de São Paulo e se mudou para a região de Maringá há cinco anos. Nas redes sociais ele dava dicas fitness e postava fotos de seus ensaios. Sua conta tem mais de 56 mil seguidores. Na capital paulista, chegou a ser capa da Dyo Magazine e trabalhou como promoter da festa Euphoria.
Viúva e irmã são condenadas a mais de 20 anos cada uma pelo assassinato de dono de cartório
O Tribunal do Júri da comarca de Rubiataba, na região central de Goiás, condenou na sexta-feira (27) a esposa e a cunhada do cartorário Luiz Fernando Alves Chaves pela morte dele, ocorrida em dezembro de 2021. As penas chegam a 30 anos de prisão e deverão ser cumpridas em regime fechado. A esposa da vítima, Alyssa Martins de Carvalho Chaves, foi condenada a 30 anos de reclusão. Já a irmã dela, Aleyna Martins de Carvalho, recebeu pena de 24 anos, 11 meses e 27 dias. Ambas não poderão recorrer em liberdade. O julgamento aconteceu quatro anos e três meses depois da morte de Luiz Fernando Alves Chaves, de 40 anos, que, segundo as investigações, foi sequestrado em casa, levado no próprio carro e morto em seguida na noite de 28 de dezembro de 2021. Na sentença, o juiz Liciomar Fernandes da Silva citou que as consequências do crime são extremamente graves e, além de deixar os três filhos menores em situação de desamparo, órfãos do pai e da mãe — que foi presa pela prática do crime —, eliminou a perspectiva de estabilidade patrimonial futura com a atividade cartorária. Além das irmãs, outras cinco pessoas participaram do crime e foram condenadas: Luizmar Francisco Neto, responsável por planejar toda a ação, recebeu 31 anos e 6 meses de prisão. Ana Cláudia da Silva Rosa, amante de Alyssa e idealizadora do crime, foi condenada a 28 anos, 1 mês e 12 dias. André Luiz Silva, recrutador dos executores, pegou 24 anos, 11 meses e 27 dias. Edivan Batista Pereira, executor, foi condenado a 41 anos, 6 meses e 27 dias. Laurindo Lucas Gouveia dos Santos, motorista e executor, recebeu 26 anos, 5 meses e 13 dias. Luizmar Francisco foi condenado em março de 2024. Os outros quatro participantes foram condenados dois meses depois. Segundo o Ministério Público (MP), Luizmar arquitetou o crime e se encontrou com os atiradores para repassar informações sobre a vítima e sua rotina. Foi ele quem entregou as chaves da casa, o controle do portão e as abraçadeiras de plástico para amarrar as mãos da vítima. A participação de Ana Cláudia se deu porque ela e Alyssa estavam envolvidas amorosamente, de acordo com o MP. Juntas, elas idealizaram a morte do cartorário, contratando o planejamento e a execução do crime. Já André Luiz Silva, segundo as promotoras que atuaram no julgamento, foi quem forneceu a arma usada no assassinato. Ao fixar a pena, o juiz considerou, ainda, circunstâncias como a prática do homicídio mediante promessa de pagamento e recurso que dificultou a defesa da vítima. Em relação a Edivan e Laurindo, o Ministério Público destacou a brutalidade com que agiram. Segundo os promotores, Edivan atirou diversas vezes contra o cartorário mesmo depois de ele ter pedido clemência. Já nas investigações, a Polícia Civil apontou a frieza da dupla, que saiu para lanchar logo após o crime, como se nada tivesse acontecido. Luiz Fernando foi rendido pelos executores dentro de casa, depois de eles terem entrado usando os controles dos portões. A esposa havia ido à igreja com os filhos, e ele havia ficado para estudar para um concurso. O casal tinha três filhos, sendo um casal de gêmeos e uma menina. Na época, o delegado responsável pelas investigações, Marcos Adorno, informou que os vizinhos ouviram Luiz Fernando falando para os criminosos que não chamaria a polícia, mas que o preservasse por ser pai de três crianças. O cartorário foi levado em sua própria caminhonete, uma Hilux, para uma região de canavial, em Uruana, a cerca de 20 km de Rubiataba, onde foi morto com 15 tiros. Seu corpo foi encontrado na madrugada seguinte.