A cantora Luiza Possi anunciou uma mudança radical em sua trajetória artística e pessoal. A artista, que se tornou evangélica fervorosa, decidiu dedicar-se exclusivamente à música gospel, provocando forte reação no meio artístico. A decisão de Possi gerou polêmica e afastamento por parte de colegas do meio artístico e também da ex-namorada, a cantora Maria Gadú. A conversão religiosa e a mudança de orientação sexual da artista desagradaram setores da classe artística. Em declaração, Luiza Possi afirmou estar consciente das consequências de sua escolha: “Estou sofrendo afastamento, preconceito, mas já sabia que passaria por isso e não me arrependo de ser uma nova pessoa”. A cantora demonstra firmeza em sua nova trajetória espiritual e profissional, apesar das críticas e do distanciamento de pessoas com quem convivia anteriormente. Segundo ela, a transformação trouxe-lhe felicidade genuína.
Contrato de R$ 129 milhões: Viviane Barci recebeu 645 vezes mais que outros advogados por compliance no Banco Master
A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, firmou um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master para atuar na produção e revisão de políticas de compliance. Levantamento do Estadão revela que o valor chega a ser 645 vezes maior ao pago a outros profissionais ouvidos pelo jornal e que afirmam ter realizado parte semelhante do trabalho. Segundo informações divulgadas pelo escritório Barci de Moraes, uma equipe de 15 pessoas foi responsável por elaborar, revisar e implementar normas internas do banco, incluindo a criação de um novo código de ética. Parte dos serviços também envolveu a revisão de políticas já existentes. Relatos de profissionais ouvidos pelo jornal indicam que trabalhos similares haviam sido realizados anteriormente por valores significativamente menores. Um deles afirmou ter recebido R$ 200 mil pela elaboração de duas políticas de compliance, uma das quais teria sido posteriormente revisada pela equipe ligada a Viviane. A análise de documentos mostra que diversas políticas atribuídas ao escopo do contrato foram, na prática, elaboradas por funcionários do próprio banco ou por outros escritórios de advocacia. Em alguns casos, os registros indicam produção durante o período em que o escritório de Viviane já atuava no banco. Fica a nítida impressão que o Master pagou por serviços que não foram relacionados no tal contrato.
O sindicato do crime tomou o Estado e está governando o Brasil, alerta respeitado professor de história (Veja o vídeo!)
O professor Marcos Pizzolatto fez uma análise contundente e direta sobre a grave situação brasileira: como um Estado com mais recursos, mais dinheiro e mais força policial permite que o crime organizado se instale em todas as estruturas de poder? Segundo o professor, a resposta é simples e perturbadora: o Estado não foi infiltrado pelo crime. O Estado agora é o crime. “Estamos vendo, na verdade, um sindicato do crime que se apropriou do Estado, e os membros desse sindicato são os próprios membros do Estado”, afirma Pizzolatto. Para ele, esse diagnóstico explica o colapso que o Brasil vive atualmente, onde as instituições deixaram de servir à sociedade e passaram a proteger os interesses de uma estrutura criminosa internalizada no próprio poder. Uma reflexão forte, que coloca o dedo na ferida: enquanto o Estado for parte do problema, nenhuma política de segurança ou combate ao crime terá efeito real. PROGRAMA COMPLETO: Estamos sobrevivendo graças à ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Empresário dono da Rafitec, Nutrata e Shopping Pulse Open Mall morre em trágico acidente de moto na Argentina
O empresário Márcio Vaccaro, de 58 anos, morreu neste sábado (28) após sofrer um grave acidente de moto em Buenos Aires, na Argentina. Ele estava em viagem com amigos quando a tragédia ocorreu. Vaccaro era proprietário de diversas empresas de destaque na região Oeste de Santa Catarina, incluindo a Rafitec, Nutrata, Vaccaro Urbanismo e o shopping Pulse Open Mall, localizado em Chapecó. O acidente fatal envolveu um caminhão e aconteceu na área metropolitana da capital argentina. As circunstâncias detalhadas da colisão não foram divulgadas até o momento. Márcio Vaccaro era fundador do Vaccaro Group, conglomerado empresarial com mais de 20 anos de atuação no mercado, reunindo vários negócios e tendo sede estabelecida em Xaxim, também no Oeste catarinense. Até o fechamento desta publicação, não foram divulgadas informações sobre o translado do corpo do empresário ou sobre os detalhes do velório e sepultamento. O Vaccaro Urbanismo manifestou-se oficialmente em sua conta no Instagram, lamentando profundamente a morte do empresário. “Empresário visionário e líder respeitado, Márcio construiu uma trajetória marcada por trabalho, propósito e contribuição significativa para o desenvolvimento urbano e social”, declarou a empresa em nota. Em reconhecimento à importância do empresário para a comunidade local, a Prefeitura de Xaxim, no Oeste de Santa Catarina, decretou luto oficial de três dias em razão da morte de Márcio Vaccaro.
Homem morre sozinho em apartamento e tem corpo devorado por 11 cães
João Carmino de Carvalho, de 55 anos, foi encontrado morto em seu apartamento em Manaus (AM). O corpo foi localizado na sexta-feira (27). A Polícia Civil do Amazonas investiga as causas da morte. Os indícios preliminares apontam para causas naturais. O cadáver estava em estado avançado de decomposição. Onze cães que viviam no imóvel consumiram parcialmente o corpo. Os animais permaneceram no apartamento sem acesso a alimentos após o falecimento do morador. Moradores das unidades vizinhas acionaram as autoridades após detectarem odor intenso proveniente do local. Os vizinhos relataram que João Carmino não era visto há diversos dias. Os agentes encontraram o corpo no piso do imóvel. Os onze cães estavam soltos dentro do apartamento no momento da descoberta. A investigação prossegue para determinar as causas exatas do óbito.
Flávio Bolsonaro aparece na frente de Lula em mais um estado onde petista venceu em 2022
O crescimento de Flávio Bolsonaro tem se mostrado expressivo, especialmente em estados onde Lula saiu vitorioso nas eleições de 2022. Um levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado esta semana, mostra o senador Flávio Bolsonaro à frente de Lula na disputa presidencial entre os eleitores do Pará. Segundo os dados, Flávio tem 41% das intenções de voto entre os paraenses, enquanto Lula registra 38,3%. A pesquisa também aponta desgaste do governo federal no estado. Para 47,2% dos entrevistados, a gestão Lula é ruim ou péssima. Outros 53,7% disseram desaprovar a gestão.
Pedido de desculpas aventado por Soraya não adianta nada… agora é tarde!
A grave acusação feita pelo deputado Lindbergh Farias e pela senadora Soraya Thronicke contra o deputado Alfredo Gaspar já teve um monumental recuo. A senadora publicou uma tentativa de justificativa em suas redes sociais: “Nós recebemos indícios suficientes para protocolarmos uma notícia-crime perante as autoridades competentes. Não havia chance alguma de incorrermos em prevaricação. Na coletiva destaquei a presunção de inocência e pedi para que a população não o prejulgasse. A questão é simples de se resolver, basta que o Deputado se disponha a fazer o exame de DNA. Caso ele não seja o pai biológico, pedirei desculpas em público pelo constrangimento causado. Nós não o caluniamos, a intenção era protocolarmos a denúncia acerca dos indícios em sigilo, mas a indignação do nosso Deputado Lindbergh Farias falou mais alto. Portanto, agora a pressa é do acusado.” Não adianta mais qualquer recuo. A explicação do advogado Edilson Campos é cirúrgica: “À parte o comentário da senadora, é preciso separar as coisas. Se ela recebeu uma informação ou algum indício, realmente deveria encaminhá-los às autoridades competentes para a devida apuração. Isso, sim, é o procedimento correto. Mas isso não tem absolutamente nada a ver com fazer uma acusação em plenário, durante uma CPI transmitida em rede nacional, como ela e Lindbergh fizeram. Trata-se de uma imputação gravíssima, e invocar ‘prevaricação’ nesse contexto não faz sentido. Uma coisa é comunicar fatos às autoridades para investigação; outra, completamente diferente, é expor publicamente alguém com base em indícios ainda não comprovados. A gravidade é ainda maior porque estamos falando de uma acusação de natureza extremamente séria, daquelas que, justamente para proteger todas as partes envolvidas, costumam tramitar sob segredo de justiça. Ainda assim, ela levou o caso ao debate público e, pior, inverteu o ônus da prova ao sugerir que caberia ao acusado demonstrar a própria inocência. Como se isso não bastasse, ainda afirmou que, se o exame de DNA der negativo, pedirá desculpas pelo constrangimento causado — como se um pedido de desculpas fosse suficiente para reparar os danos provocados por uma acusação dessa magnitude feita em público.” O episódio expõe a gravidade de acusações públicas sem comprovação prévia e o dano irreparável causado à reputação de um parlamentar diante de milhões de brasileiros.
Tereza Cristina se diz preparada para ser vice de Flávio Bolsonaro em 2026
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou estar “preparada” para ocupar a vaga de vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições de 2026. A parlamentar disse se sentir “honrada” com a possibilidade, mas ressaltou que a decisão não depende dela. “Me sinto honrada com isso. Mas também posso ser candidata a presidente como mulher, por que não? Me sinto preparada. Mas isso não depende da minha vontade. Ser vice-presidente não é o meu sonho de consumo. Todo mundo fala ‘ah, se a senhora tivesse sido vice em 2022, Bolsonaro teria ganho a eleição’, mas nunca conversaram comigo sobre essa possibilidade”, declarou Tereza Cristina. A declaração foi dada em entrevista à Revista Veja. A senadora representa um nome que soma ao campo conservador. É a força da liderança feminina comprometida com valores tradicionais, algo que será fundamental para consolidar a vitória sobre Lula nas próximas eleições.
Advogada criminalista de 30 anos morre após ter convulsões em condomínio no Piauí
A advogada criminalista Letícia dos Santos Sousa, de 30 anos, faleceu na madrugada deste sábado (28), após passar mal e sofrer convulsões no condomínio onde residia, em Teresina (PI). Conforme apuração, Letícia saiu do apartamento para descartar o lixo e já sentia uma forte enxaqueca. Em seguida, teve um mal-estar e entrou em convulsão, sendo encontrada desacordada apenas horas depois por vizinhos. Ela foi encaminhada para um hospital próximo, mas sofreu uma parada cardiorrespiratória. Mesmo com os esforços da equipe médica, não resistiu. Além de atuar como advogada, Letícia também era professora em uma instituição privada de Campo Maior, palestrante e cursava mestrado em Antropologia na Universidade Federal do Piauí (UFPI). Pouco antes do ocorrido, ela havia participado de um evento acadêmico e publicou nas redes sociais uma mensagem de gratidão, afirmando estar feliz com a semana que teve. A última postagem de Letícia. O velório está sendo realizado em uma funerária no Centro-Sul de Teresina, e até o momento não há informações sobre o sepultamento. A OAB do Piauí divulgou uma nota de pesar, solidarizando-se com a família e os amigos da advogada.
STF e base do governo enterram CPMI do INSS e blindam escândalo bilionário
A CPMI do INSS foi sepultada em plena atividade pelo Supremo Tribunal Federal e por deputados da base governista, em episódio que expõe as fragilidades da fiscalização parlamentar no país. Nas democracias, nem todos os poderes de um parlamento são exercidos exclusivamente pela maioria. Se assim fosse, estaríamos diante de uma ditadura travestida de democracia, já que o governo, como regra, possui a maioria dos votos do Congresso. A Venezuela serve como exemplo claro: um país que se dizia democrático, mas era comandado por um ditador que manipulava eleições e mantinha o Congresso e o Judiciário sob sua influência. Para garantir o respeito ao direito da minoria e conter o poder absoluto do governo e de sua base congressual, a Constituição Federal previu, em seu artigo 58, § 3º, as Comissões Parlamentares de Inquérito. Estas possuem poderes de investigação próprios das autoridades judiciais e são criadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, em conjunto ou separadamente, mediante requerimento de um terço de seus membros. Pela norma constitucional, fica claro que a democracia, como governo da maioria, não significa a vedação completa da atuação das minorias. Criada a CPMI do INSS para investigar um dos maiores escândalos de corrupção do país, as investigações se iniciaram e tomaram proporções relevantes e inimagináveis, apesar da resistência de deputados da base do governo. A CPMI foi presidida pelo senador Carlos Viana, tendo como relator o deputado Alfredo Gaspar, profissional de notória experiência na área penal, com 22 anos como promotor de Justiça. Em trabalho marcado por austeridade e independência, passou a apurar a responsabilidade de diversas pessoas, independentemente de partido político, cargo ou ligação com o governo. Diante da dimensão do escândalo e da quantidade de envolvidos, foi requerida a prorrogação da CPMI por mais 120 dias, com o mesmo número de assinaturas exigidas para sua instauração. Dada a inércia do presidente do Congresso, a questão foi levada ao Supremo Tribunal Federal. O ministro André Mendonça determinou, liminarmente, a prorrogação da CPMI. Posteriormente, ao analisar a matéria em plenário, por maioria de votos, o STF denegou a segurança, impedindo a continuidade dos trabalhos investigativos da Comissão e transformando-se, na prática, em coveiro da CPMI do INSS. A decisão causa estranheza, pois colide com o princípio jurídico segundo o qual “quem pode o mais, pode o menos”. Ou seja, se há autoridade para a prática de um ato mais amplo, obviamente há também para os atos de menor alcance. Se a Constituição Federal permite a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito por iniciativa da minoria — mediante requerimento de um terço de seus membros —, não parece razoável impedir sua prorrogação pelo mesmo critério. O raciocínio é lógico. Conforme noticiado em diversos veículos da imprensa, as investigações produzidas pela CPMI do INSS passaram a assombrar pessoas do alto escalão dos poderes da república, quando o escândalo passou a desaguar e se misturar com o escândalo do banco Master. Embora a CPMI exija fato determinado, nada impede que fatos conexos surgidos no curso da investigação sejam incorporados ao seu objeto, conforme entendimento já consolidado pelo STF no HC 71.039. Mesmo sem a prorrogação, o relator apresentou substancioso relatório com cerca de quatro mil páginas, sugerindo o indiciamento de diversas pessoas e o encaminhamento de investigações a outros órgãos competentes. O relatório, contudo, foi rejeitado pela maioria da Comissão, composta por parlamentares da base governista. Apesar da rejeição, o presidente da CPMI informou que encaminhará cópias do relatório a órgãos de controle e fiscalização, como forma de dar continuidade à apuração dos fatos. Resta esperar que o enterro promovido pelos coveiros da CPMI das fraudes do INSS não seja profundo o suficiente para impedir que órgãos investigativos, como a Polícia Federal, deem prosseguimento às investigações, valendo-se dos elementos reunidos no extenso relatório produzido.