As atitudes de Lindinho e Soraya Thronicke após as polêmicas nos embates dentro da CPMI do INSS podem ser classificadas como um dos episódios mais sujos e desonestos da história da política brasileira. O receio de ver Lulinha preso provocou desespero, que se transformará em tiro no pé dos esquerdistas. A própria vítima mencionada já desmentiu a história, apresentando inclusive evidências da mentira dos apoiadores de Lula. Por outro lado, o ministro Mendonça não cometeu erro ao levar a decisão sobre a prorrogação ao plenário. Alcolumbre iria recorrer e a decisão seria levada ao colegiado de qualquer forma. O que Mendonça enviou foi um recado. Esse recado é claro: estou sozinho nessa questão. No máximo, Fux irá apoiar nas decisões de colegiado. É preciso compreender que os demais ministros vão se proteger. Não o culpem se algo der errado.
Analista expõe incoerências do STF ao barrar CPMI do INSS enquanto Moraes mantém inquérito das fake news há 7 anos (veja o vídeo!)
O analista Paulo Baltokoski elevou o tom ao comentar a recente decisão do Supremo Tribunal Federal que interrompeu o avanço de investigações consideradas cruciais. Segundo ele, a Corte vive um cenário marcado por “incoerências”, no qual a justificativa de não invadir a competência do Congresso é aplicada de forma seletiva, enquanto o próprio Tribunal “o tempo inteiro invade competência do Congresso Nacional e legisla por conta própria”. Baltokoski destacou o contraste evidente na atuação do ministro Alexandre de Moraes, que votou contra a prorrogação da CPMI do INSS, mas mantém há sete anos o inquérito das fake news, utilizado para “ameaçar e amedrontar qualquer pessoa”. Sobre o ministro Flávio Dino, o analista relembrou seu histórico de militância pró-Lula desde 1989, afirmando que o magistrado agora “passa pano” para as ações de Moraes. Ele concluiu alertando que as estratégias de blindagem utilizadas para proteger culpados em esquemas como o do INSS e da Master são as mesmas. Pela primeira vez, segundo Baltokoski, autoridades de todos os poderes estão sendo expostas, perdendo a aura de “instituição imaculada” que a imprensa ajudou a construir. Veja o vídeo:
STF anula condenação de Garotinho por provas ilegais na Operação Chequinho
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu anular a condenação do ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, no contexto da Operação Chequinho. A investigação apurava o suposto uso do programa social Cheque Cidadão para a compra de votos em Campos dos Goytacazes, durante o pleito de 2016. A decisão foi proferida na quinta-feira (27), no âmbito de um habeas corpus. Segundo o ministro, a sentença condenatória teve como base elementos considerados ilícitos, especialmente dados extraídos de computadores da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Humano e Social sem observação adequada da cadeia de custódia e sem a realização de perícia técnica. Zanin destacou que a origem das provas já havia sido considerada irregular pelo próprio STF em outros processos relacionados à mesma operação. Conforme apontado, os arquivos eletrônicos foram obtidos por meio de pendrives, sem apreensão dos equipamentos originais e sem verificação pericial que atestasse a autenticidade do conteúdo. Na decisão, o ministro afirmou: “O conteúdo eletrônico ilegal serviu como suporte à condenação”, ressaltando que houve afronta a princípios fundamentais como o devido processo legal, o contraditório e a inadmissibilidade de provas ilícitas no ordenamento jurídico. Com esse entendimento, foi determinada a anulação integral da condenação imposta pela Justiça Eleitoral de Campos dos Goytacazes, fazendo com que o processo retorne ao estágio inicial. Caberá agora à Justiça avaliar se existem elementos válidos suficientes para eventual retomada da ação, desde que desconsideradas as provas invalidadas. Anteriormente, em 2021, Garotinho havia sido condenado por crimes como corrupção eleitoral, associação criminosa, supressão de documentos e coação no curso do processo. A pena total chegou a 13 anos, 9 meses e 20 dias de prisão, após aumento definido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), decisão posteriormente mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A decisão do STF também beneficiou outros réus envolvidos no mesmo caso. Tiveram as condenações anuladas Thiago Virgílio Teixeira de Souza, Kellenson Ayres Kellinho Figueiredo de Souza, Lindamara da Silva, Jorge Ribeiro Rangel e Miguel Ribeiro Machado, uma vez que seus processos se basearam nas mesmas provas consideradas inválidas. A Operação Chequinho investigou um suposto esquema em que o programa Cheque Cidadão teria sido utilizado para favorecer candidatos ligados ao grupo político de Garotinho. De acordo com a acusação, milhares de eleitores teriam sido incluídos de forma irregular no programa em troca de apoio eleitoral. Com a anulação das condenações, o caso volta à fase inicial, reabrindo o debate sobre os limites legais na obtenção de provas e os impactos dessas falhas sobre processos judiciais de grande repercussão. No campo político, Garotinho tentou retornar à vida pública em 2024, ao disputar uma vaga na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Inicialmente barrada pelo Tribunal Regional Eleitoral, sua candidatura foi posteriormente liberada após recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), sendo confirmada apenas no dia da eleição. Apesar disso, com 8.753 votos, terminou em sétimo lugar dentro do Republicanos e não conseguiu se eleger.
Polícia Legislativa vai investigar vazamento de dados sigilosos de Vorcaro armazenados em sala-cofre da CPMI
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), informou que a Polícia Legislativa investigará o possível vazamento de informações sigilosas do banqueiro Daniel Vorcaro, armazenadas na sala-cofre da comissão parlamentar mista de inquérito. O senador declarou ter recebido com “respeito” a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que determinou o fechamento da sala-cofre e restringiu o acesso ao material apreendido na operação Compliance Zero, que atingiu Vorcaro, ex-dono do Banco Master. “Essa é uma decisão que protege a investigação, protege a prova e protege o resultado que o Brasil espera”, afirmou Carlos Viana, acrescentando que a comissão seguirá atuando para garantir a integridade dos trabalhos. Viana informou que convocou reunião com a advocacia do Senado para avaliar a decisão com o objetivo de analisar os desdobramentos da medida e definir os próximos encaminhamentos. O senador assegurou que a CPMI cumprirá integralmente a decisão judicial. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos! Fonte: Agência Senado
Moraes comete erros ortográficos grotescos em decisão sobre Bolsonaro e manda abater drones
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou neste sábado (28/3) a proibição do sobrevoo de drones em um perímetro de até 100 metros da residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar, em Brasília. A medida foi adotada após a identificação de equipamentos não autorizados circulando sobre o imóvel. O jornalista Sam Pancher apontou um fato curioso na decisão do ministro: Em decisão que chama atenção pelos erros ortográficos, Alexandre de Moraes manda a PM abater drones que sobrevoarem a casa de Jair Bolsonaro e manda prender seus operadores. Veículos não tripulados são utilizados pela imprensa. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Moraes proíbe sobrevoo de drones na residência de Bolsonaro e autoriza prisão de operadores
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou neste sábado (28/3) a proibição do sobrevoo de drones em um perímetro de até 100 metros da residência onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar, em Brasília. A medida foi adotada após a identificação de equipamentos não autorizados circulando sobre o imóvel. Na decisão, o magistrado afirma: “A ação é desencadeada após a identificação de equipamentos não autorizados sobrevoando o imóvel, o que representa risco à segurança e violação do espaço aéreo”. Além da restrição, Moraes estabeleceu que a Polícia Militar deve agir de forma imediata na apreensão dos dispositivos utilizados irregularmente. Também foi autorizada a prisão em flagrante dos operadores responsáveis, com comunicação direta ao STF sobre as ocorrências. A iniciativa ocorre em um contexto de intensificação das ações de fiscalização. Na sexta-feira (27/3), a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) já havia iniciado uma operação voltada ao combate do uso irregular de drones na região. Segundo a corporação, além da apreensão dos equipamentos, os responsáveis por eventuais infrações poderão responder criminalmente. Para reforçar o monitoramento, aeronaves da própria polícia também foram empregadas na operação. A restrição foi implementada um dia após o retorno de Bolsonaro à sua residência, depois de receber alta médica. O ex-presidente permanece sob monitoramento eletrônico, cumprindo as condições impostas pela prisão domiciliar. Desde agosto de 2025, medidas cautelares vêm sendo adotadas com o objetivo de assegurar o cumprimento de determinações judiciais, no âmbito de investigações que apuram possíveis descumprimentos de restrições e ameaças à ordem democrática. De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal, a utilização de drones deve obedecer às normas vigentes estabelecidas por órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), responsáveis por disciplinar o uso do espaço aéreo brasileiro. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Advogado expõe crueldade de Moraes ao fixar prazo em prisão domiciliar de Bolsonaro por condição crônica
Em análise contundente, o advogado Fabio Pagnozzi expôs as entranhas da mais recente e controversa decisão do ministro Alexandre de Moraes. Ao conceder prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro por apenas 90 dias, Moraes ignora laudos médicos robustos e a própria PGR, criando o que Pagnozzi define como uma aberração jurídica. “É uma decisão totalmente fora do que a gente tem na prática penal, totalmente fora do que nós temos hoje na nossa Constituição”, afirmou o advogado. Pagnozzi não poupou críticas ao “toque de maldade” do ministro ao estipular um prazo para uma condição de saúde crônica decorrente da facada que Adelio Bispo desferiu contra Bolsonaro. “Ele tinha que dar o toque de Midas dele, o toque de crueldade, o toque de maldade de colocar um prazo de validade nessa prisão domiciliar”, desabafou, ressaltando que a saúde do ex-presidente não é uma “gripe” que se cura com data marcada. A crítica se estende à perseguição pessoal que parece motivar as cortes superiores. “O que eu vejo aqui de verdade é muito mais do que uma afronta ao processo penal… é uma afronta pessoal”, pontuou Pagnozzi, alertando que, ao fim do prazo, Bolsonaro pode ser jogado de volta à “Papudinha” até que sua saúde colapse definitivamente. Segundo ele, os advogados tornaram-se meros “pesos de papel” diante de um sistema parcial. Pagnozzi encerra com um alerta gravíssimo sobre o estado democrático de direito: “Infelizmente hoje vivemos um terror judiciário, uma ditadura e nós não temos mais a quem recorrer”. Enquanto o sistema se protege, a justiça brasileira agoniza sob prazos arbitrários e decisões movidas por rancor político. Veja o vídeo:
Episódio protagonizado por Lindbergh e Soraya após CPMI do INSS é classificado como um dos mais sujos da política brasileira
O comportamento de Lindbergh Farias e Soraya Thronicke após as polêmicas nos embates dentro da CPMI do INSS pode ser considerado um dos episódios mais sujos e desonestos da história da política no Brasil. O medo de ver o filho de Lula preso gerou desespero, que vai virar tiro no pé dos esquerdistas. A própria vítima citada já negou a história, inclusive mostrando evidências da mentira dos apoiadores de Lula. O ministro André Mendonça não errou quando levou a decisão da prorrogação ao plenário. O senador Davi Alcolumbre ia recorrer e a decisão iria de qualquer jeito. O que Mendonça mandou foi um recado.
Exame de DNA desmascara Lindbergh e Soraya: mulher prova que não é fruta de estupro e Nikolas exige cassação
Uma mulher supostamente envolvida na grave acusação de estupro feita no Congresso provou, por meio de exame de DNA, que não é filha do deputado Alfredo Gaspar. O resultado demonstra que Lindbergh Farias e Soraya Thronicke mentiram ao fazer a acusação. “Meu pai se submeteu ao teste de paternidade (…) Não sou fruto de estupro algum! Nem conheço Alfredo Gaspar”, declarou a mulher. O deputado Nikolas Ferreira não perdoou a dupla e foi direto ao ponto. “Lindbergh e Soraya Thronicke (relatora do PL da misoginia) tem que ser CASSADOS no Conselho de Ética e responder criminalmente pelas suas acusações – que são as mais graves que alguém pode fazer contra um homem: estupro e pedofilia”, afirmou Nikolas. As acusações de estupro e pedofilia são consideradas as mais graves que podem ser feitas contra qualquer pessoa, e a comprovação por DNA de que a mulher não tem qualquer vínculo de parentesco com o deputado Alfredo Gaspar coloca em xeque a credibilidade dos parlamentares que levantaram a denúncia. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Ex-governador do Rio que autorizou operação que deixou 122 bandidos mortos oficializa renúncia
A saída de Cláudio Castro (PL) do comando do Rio de Janeiro foi oficializada nesta terça-feira (24/3) na edição do Diário Oficial do estado. Através de um ofício enviado à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), o agora ex-governador comunicou formalmente sua decisão de deixar o cargo. No documento, Castro demonstrou agradecimento à população fluminense pela confiança depositada durante sua gestão e reconheceu a atuação dos deputados estaduais, ressaltando a parceria respeitosa mantida ao longo do período à frente do Executivo. “Com fundamento no artigo 99, VI, da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, e tendo em vista o disposto no § 6º do artigo 14, da Constituição Federal, venho manifestar a minha renúncia ao cargo de governador do estado do Rio de Janeiro, para o qual fui reeleito e empossado em 1º de janeiro de 2023”, escreveu. “Agradeço profundamente a população fluminense pela confiança que me foi conferida e manifesto minha gratidão a esta Egrégia Casa pela parceria respeitosa e pelo espírito público demonstrado ao longo da minha gestão”, acrescentou Castro. A decisão de renunciar foi tomada na noite de segunda-feira (23/3), após reuniões com aliados políticos. O movimento aconteceu às vésperas da retomada, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de um julgamento que pode resultar em sua inelegibilidade. Cláudio Castro foi quem autorizou a Operação Contenção em outubro de 2025, que resultou na morte de 122 bandidos. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!