O relator da CPMI do INSS, senador Alfredo Gaspar, foi acusado de estupro por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke. Diante das acusações, o parlamentar reagiu com veemência e anunciou medidas judiciais contra os autores das alegações. Em nota oficial, Alfredo Gaspar declarou: “Ao longo de toda a minha vida pública, construí uma trajetória limpa, honrada e dentro da lei. Sempre atuei com firmeza no combate ao crime e jamais me afastei dos princípios que norteiam minha conduta.” O senador classificou as acusações como falsas e irresponsáveis: “As acusações recentemente levantadas por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke são falsas, levianas e absolutamente irresponsáveis.” Segundo Gaspar, as alegações têm motivação política: “Trata-se de uma tentativa clara de desviar o foco das graves investigações conduzidas pela CPMI do INSS, por meio de ataques pessoais e narrativas sem qualquer respaldo na realidade.” O parlamentar afirmou que não aceitará as acusações e tomará providências legais: “Não aceitarei que minha honra e minha história sejam atingidas por mentiras. Adotarei todas as medidas judiciais cabíveis para responsabilizar os autores dessas acusações, inclusive no âmbito do Conselho de Ética.” Alfredo Gaspar informou ainda que registrará queixa-crime na Polícia Federal: “Estou indo na Polícia Federal prestar uma notícia crime por coação no curso do processo e denunciação caluniosa.” O senador encerrou sua declaração reafirmando compromisso com a verdade: “Seguirei firme, com serenidade e responsabilidade, cumprindo meu dever com a verdade e com o povo brasileiro. O Brasil merece respeito, e não será enganado por ataques desesperados.” Veja Lindbergh e Soraya sendo confrontados em rede nacional: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Morre no exílio adestrador condenado a 14 anos de prisão por envolvimento no 8 de Janeiro
A Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro (Asfav) informou o falecimento de José Éder Lisboa, aos 57 anos. Conhecido por atuar como adestrador de animais, ele havia sido condenado a 14 anos de prisão sob a acusação de envolvimento nas invasões às sedes dos Três Poderes, em Brasília, ocorridas em 8 de janeiro de 2023. Após deixar o Brasil, Lisboa passou a residir na Argentina, alegando sofrer perseguição de natureza política e judicial. Distante de familiares e de sua rede de apoio, enfrentou um período de vulnerabilidade. Segundo informações divulgadas em redes sociais, ele adoeceu e permaneceu internado por vários dias em um hospital argentino. Sem apresentar melhora, acabou falecendo nesta semana. Mais um triste fim de um preso político.
Soraya e Lindbergh esquecem microfone ligado e áudio escandaloso vaza; deputado denuncia crime (Veja o vídeo!)
O deputado Giovani Cherini denunciou um episódio que expôs o que ele classificou como “falta de caráter” de Soraya Thronicke e Lindbergh Farias. Durante uma transmissão ao vivo dos dois parlamentares, o microfone permaneceu ligado sem que percebessem, revelando conversas que não deveriam ter sido ouvidas pelo público. “Deixaram o microfone ligado… E a falta de caráter ficou evidente”, afirmou Cherini em suas redes sociais. Segundo o deputado, durante a live, Soraya e Lindbergh combinaram um ataque coordenado contra o relator Alfredo Gaspar, como se ninguém estivesse ouvindo. O parlamentar foi enfático ao classificar a conduta como criminosa: “Acusação desse nível é crime, não estratégia. Desespero de quem quer abafar escândalo”, declarou Cherini, sugerindo que a dupla estaria tentando desviar o foco de alguma polêmica maior. Confira o vídeo que expõe o momento constrangedor: O episódio reforça críticas sobre a postura de parlamentares que, nos bastidores, articulam estratégias políticas enquanto tentam manter uma imagem pública diferente. A gravidade da denúncia reside no fato de que acusações infundadas podem configurar crimes como calúnia ou difamação, passíveis de ação penal. Enquanto isso, surgem as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro, demonstrando o fortalecimento do movimento conservador no país. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Moraes recua e impõe limites aos relatórios do Coaf após defender uso livre por 7 meses
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta sexta-feira, 27, impor limites ao uso dos Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs), produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). A medida representa uma mudança significativa em relação ao entendimento anteriormente manifestado pelo próprio magistrado, além de contrariar uma posição consolidada pela Corte em 2019. Em sua decisão mais recente, Moraes justificou que a nova interpretação busca assegurar a efetividade do posicionamento institucional do STF, ainda que isso implique rever sua própria manifestação anterior sobre o tema. Vale recordar que, há cerca de sete meses, o ministro havia concedido decisão liminar permitindo o compartilhamento desses relatórios sem necessidade de autorização judicial prévia. Na ocasião, ele afirmou ser possível o “compartilhamento de RIFs sem autorização judicial, desde que em procedimento formalmente instaurados e com garantia de sigilo”. Naquele momento, Moraes também advertiu que a eventual invalidação dessas provas poderia acarretar “graves consequências à persecução penal”. Entre os possíveis efeitos listados, estavam a “anulação de provas, o trancamento de inquéritos, a revogação de prisões, a liberação de bens apreendidos e a invalidação de operações policiais essenciais ao combate ao crime organizado, à lavagem de dinheiro e à sonegação fiscal”, o que demonstrava a relevância prática desses documentos para investigações em andamento. Os RIFs são elaborados pelo Coaf sempre que são identificadas movimentações financeiras consideradas atípicas, sendo posteriormente encaminhados a órgãos responsáveis pela apuração. Atualmente, esses relatórios têm sido utilizados em investigações envolvendo o Banco Master, o que amplia a repercussão da decisão. De acordo com os documentos produzidos pelo órgão, foram registradas transferências que incluem R$ 1,5 milhão repassados por Fabiano Zettel ao irmão de um ex-diretor do Banco Central, além de movimentações que chegam a R$ 100 milhões. Os relatórios também mencionam contratos relacionados ao escritório do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, bem como transferências de R$ 4 milhões destinadas ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Paralelamente, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) teve acesso a 80 relatórios elaborados pelo Coaf sobre o caso. O envio ocorreu pouco antes do encerramento das atividades do colegiado, realizado neste sábado, 28. O término da CPMI foi confirmado após decisão do STF que rejeitou a prorrogação dos trabalhos por 8 votos a 2, sendo que o próprio Alexandre de Moraes votou a favor do encerramento. Recentemente, surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Para adquirir, basta acessar o link: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Senador Eduardo Girão denuncia aparelhamento ideológico da ONU por Lula com apoio a Michelle Bachelet
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou duramente o apoio do governo Lula à candidatura da ex-presidente do Chile Michelle Bachelet ao cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Para o parlamentar, a iniciativa é puramente ideológica e não representa o conjunto do Estado brasileiro. “Esta não é uma indicação do Estado brasileiro, é uma indicação pessoal e ideológica do presidente Lula, é o uso do Itamaraty como extensão de um partido político para aparelhar a maior organização multilateral do mundo”, declarou o senador. Girão questionou o histórico de Michelle Bachelet à frente do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos, entre 2018 e 2022. Ele afirmou que houve clara omissão diante de graves situações em países como Nicarágua, Cuba e China, além de apontar o que classificou como seletividade ideológica na defesa de direitos humanos. O senador também mencionou manifestações no próprio Chile contrárias à candidatura de Bachelet, incluindo posicionamento de parlamentares daquele país contra sua indicação. “Não podemos normalizar essa instrumentalização de instituições multilaterais. Não podemos aceitar que organismos que deveriam ser espaços de equilíbrio se tornem plataformas de promoção de agendas específicas, muitas vezes desconectadas da realidade e da vontade dos povos”, afirmou. “Hoje, muitas dessas agendas promovem pautas sensíveis, sem o devido respeito à soberania nacional, sem o devido debate democrático interno, e, muitas vezes, em desacordo com valores fundamentais de diversas sociedades, como a proteção à vida, o papel da família e as liberdades individuais”, completou o parlamentar. O senador também declarou que a ONU enfrenta, em sua avaliação, uma crise de legitimidade e tem se afastado de seus objetivos originais. Segundo ele, organismos internacionais estariam sendo influenciados por agendas que não refletem os interesses de diferentes sociedades. Girão informou ainda que assinou, junto a outros parlamentares, uma carta a ser enviada à ONU manifestando posição contrária à candidatura de Bachelet. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta acessar: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos! Fonte: Agência Senado
CPMI do INSS termina em pizza após 16 horas de sessão e escancara impunidade generalizada
Meses de investigação, bilhões de reais sob suspeita, aposentados lesados e um escândalo que revelou um dos esquemas mais cruéis já praticados contra brasileiros vulneráveis. O resultado final? Absolutamente nada. A CPMI do INSS encerrou os trabalhos sem aprovar um relatório final — após mais de 16 horas de sessão — escancarando um impasse político que, na prática, enterrou qualquer possibilidade de consequência concreta para os envolvidos. O que deveria funcionar como instrumento de apuração transformou-se em palco de disputa partidária. De um lado, pedidos de indiciamento que atingiam figuras sensíveis do governo. Do outro, um movimento articulado para barrar o avanço dessas conclusões. O desfecho era previsível: o relatório foi rejeitado e a comissão terminou sem qualquer parecer oficial. Na prática, o resultado é simples: ninguém responde por nada. A própria dinâmica final da CPMI evidencia o problema estrutural. Quando governistas reagem com relatórios alternativos e a oposição tenta empurrar indiciamentos em sentido oposto, o foco deixa de ser a investigação e passa a ser exclusivamente o confronto político. O que deveria esclarecer vira apenas disputa narrativa. E quando tudo se transforma em disputa, nada avança. O mais grave é o contraste entre o tamanho do escândalo e o vazio institucional que se seguiu. As investigações apontam para um esquema bilionário de descontos indevidos que atingiu milhões de aposentados e pensionistas — justamente a parcela mais vulnerável da população. Ainda assim, o desfecho institucional foi o vazio absoluto. Não houve conclusão. Não houve responsabilização política efetiva. Não houve resposta proporcional à gravidade dos fatos apurados. É exatamente por isso que a expressão “termina em pizza” deixa de ser apenas figura de linguagem. Ela se torna diagnóstico preciso da realidade brasileira. A CPMI do INSS não fracassou por falta de fatos ou de provas. Fracassou por excesso de interesses políticos em jogo. No fim, o que se viu foi a repetição de um padrão já conhecido por qualquer brasileiro: quando a investigação começa a chegar perto demais de quem não pode ser atingido, o sistema trava. E quando o sistema trava, o escândalo morre — não por falta de provas, mas por ausência completa de vontade política. O recado que fica é perigoso: no Brasil, até um dos maiores escândalos envolvendo aposentados e pensionistas pode terminar sem qualquer consequência real. E isso não é apenas um problema institucional. É um sinal claro e inequívoco de impunidade generalizada.
Mês da Mulher: Presente especial para as guerreiras patriotas que não se calam
Em tempos desafiadores, coragem, força e determinação fazem toda a diferença — qualidades que definem tantas mulheres brasileiras que não se calam diante das adversidades. Estamos vivendo dias intensos. A liberdade de expressão enfrenta obstáculos, e o jornalismo independente segue sendo pressionado. Ainda assim, seguimos firmes — porque acreditamos na verdade e na força de quem escolhe se informar além das narrativas prontas. E neste Mês das Mulheres, queremos fazer algo especial: reconhecer e valorizar você que busca informação, que questiona, que não aceita menos do que clareza e transparência. Por isso, preparamos uma condição EXCLUSIVA: Assinatura por apenas R$ 19,99 mensais BÔNUS especial no PLANO TRIMESTRAL (por tempo limitado!) Livro digital EXCLUSIVO sobre a situação atual do país Com a sua assinatura, você terá acesso a: Conteúdos exclusivos da Revista A Verdade; O primeiro podcast conservador do Brasil; Informações que muitas vezes não chegam ao grande público. Essa é mais do que uma assinatura — é um posicionamento. É fazer parte de uma comunidade que valoriza informação e liberdade. Atenção: a promoção é válida por poucos dias! Assine agora: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao Contamos com você. Juntos, seguimos mais fortes.
Jornalista maranhense desafia censura e divulga vídeo com familiares de Dino usando carro oficial para fins particulares
A Polícia Federal apreendeu celulares e computadores do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida em uma ação realizada no dia 10 de março, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Nesta quinta-feira (26), Luís Pablo divulgou um vídeo que mostra familiares do ministro Flávio Dino utilizando um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão para fins particulares. As imagens foram registradas em 30 de outubro de 2025, quando Dino estaria em Brasília. O veículo em questão é um Toyota SW4 destinado ao uso oficial de desembargadores em deslocamentos privados. “Toda a estrutura do veículo, incluindo combustível, manutenção e operação, é custeada com recursos públicos do Tribunal”, afirma o blog de Luís Pablo. O jornalista destacou que “vale ressaltar que o ministro Flávio Dino desfruta simultaneamente de duas estruturas públicas de transporte e segurança: uma custeada pelo governo do Estado, com uma SW4 prata; e outra bancada pelo Poder Judiciário estadual”. A apreensão dos equipamentos aconteceu após Luís Pablo publicar, em novembro de 2025, uma reportagem sobre o uso do carro bancado pelo TJ-MA por Dino e sua família no Maranhão. A reportagem não está mais disponível. Na decisão que autorizou a operação, Moraes considerou que Luís Pablo realizava “monitoramentos ilegais da segurança do ministro Flávio Dino”. O Tribunal informou que a segurança institucional foi comunicada sobre a publicação de placas de veículos utilizados por Dino. O jornalista teria divulgado o número e os nomes dos agentes de segurança que trabalhavam com o ministro. Outros detalhes privados da vida do magistrado teriam sido expostos. Moraes afirma que a Polícia Federal apontou o jornalista como suspeito de crime de perseguição. Segundo o ministro da Corte, Luís Pablo teria se valido “de algum mecanismo estatal para a identificação e caracterização dos veículos empregados, que permitiram a exposição indevida relacionada à segurança das autoridades”. O magistrado transcreveu um trecho de uma representação da PF que indica que o jornalista já foi alvo de investigações. Essas investigações o apontam “como suspeito de praticar extorsão para não divulgar informações sobre operações policiais”. Moraes ordenou a audiência de “outros agentes com os quais os investigados tenham interagido mediante incitação e/ou cooptação para a prática dos crimes em apuração”. Foi determinada a análise do material eletrônico apreendido. Em seu blog, Luís Pablo afirmou que foram “apreendidos equipamentos de trabalho utilizados na atividade jornalística, como computador e aparelhos celulares”. O jornalista declarou que “aguarda acesso integral aos autos para compreender plenamente os fundamentos da decisão”. A OAB do Maranhão manifestou que a ação ordenada pelo Supremo causa “preocupação institucional”. Em comunicado assinado pela Comissão de Liberdade de Expressão e Imprensa, o órgão menciona a “preservação de sigilo de fonte e de proteção ao livre exercício profissional da atividade”. A ABERT, a ANER e a ANJ divulgaram nota conjunta sobre o caso. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, a Associação Nacional de Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais emitiram posicionamento conjunto sobre a determinação de Alexandre de Moraes. As associações afirmam considerar “preocupante” a decisão de Moraes. “O fato de a decisão se inserir no chamado inquérito das fake news, que não tem objeto determinado ou prazo de duração, e ainda ser aplicada a uma pessoa que não conta com prerrogativa de foro, torna ainda mais grave a situação”, diz o comunicado das entidades. A Abraji se pronunciou contra a medida adotada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo argumentou que a determinação representa risco para todos os profissionais que atuam na imprensa brasileira. “É importante ressaltar que, ainda que a informação divulgada fosse sigilosa, já ficou pacificado no Judiciário brasileiro que o jornalista tem o direito de publicar informações – sigilosas ou não – de interesse público. E não pode ser criminalizado por isso”, declarou a Abraji. A AIR somou-se às manifestações de preocupação com a decisão judicial. A Associação Internacional de Radiodifusão congrega mais de 17.000 emissoras de rádio e televisão distribuídas pelo continente americano. “Qualquer medida que possa afetar tais garantias deve ser avaliada com o máximo rigor e cautela, a fim de evitar impactos que possam restringir ou desencorajar a atividade informativa e o debate público em uma sociedade democrática”, afirmou a AIR. Veja o vídeo:
Senador do PL propõe adiar sabatinas do STF até 2027: ‘Este Senado perdeu legitimidade moral’
O senador Marcio Bittar (PL-AC) defendeu que o Senado só deveria realizar sabatinas e aprovar novas indicações para o Supremo Tribunal Federal (STF) a partir do ano que vem, após a renovação de dois terços da Casa nas eleições de outubro. “Este Senado perdeu a legitimidade moral para aprovar a indicação, não apenas do [Jorge] Messias, mas de qualquer outro nome indicado por esse governo em fim de linha. Não é questão pessoal, é questão de coerência constitucional e de dignidade”, afirmou o parlamentar. Bittar referia-se a Jorge Messias, nome indicado em novembro pelo presidente Lula para a vaga deixada no STF por Luís Roberto Barroso. Ainda não há previsão de data para a sabatina de Messias. “Como é que o Senado vai aprovar um indicado para a corte que humilha, castiga, usurpa e nulifica as decisões dessa corte e deste Senado? O melhor que fazemos é deixar para o eleitor, que vai eleger dois terços do Senado, que vai eleger um novo presidente. Que esses novos eleitos indiquem quem quiserem indicar, e o Senado aprova ou não”, propôs o senador. Para Bittar, é urgente que o Senado vote o fim das decisões monocráticas com efeito vinculante sobre atos do Poder Legislativo. “Um ministro do STF não pode, sozinho, suspender investigações parlamentares. Não pode, sozinho, restaurar decretos que o Congresso derrubou democraticamente. Não pode, sozinho, liberar investigados de comparecer às CPMIs constitucionalmente instituídas. Isso não é democracia, isso é oligarquia judicial. Enquanto este Senado não tiver a coragem de enfrentar essa realidade, continuaremos assistindo ao esvaziamento progressivo do Poder Legislativo”, declarou o parlamentar. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos! Fonte: Agência Senado
Jornalista experiente alerta: Moraes joga para matar Bolsonaro. Veja o vídeo!
José Nêumanne Pinto, um dos jornalistas mais respeitados e influentes do Brasil, foi o convidado especial do mais recente Podcast A Verdade. Com décadas de cobertura política e um conhecimento profundo da história nacional, Nêumanne não poupou palavras ao analisar o cenário atual, trazendo declarações contundentes que ecoam sua preocupação com os rumos do país sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. “Do ponto de vista da democracia, a Lava Jato deu um resultado mais nojento do que o caso Master. O Lula, que era o grande condenado da Lava Jato, é hoje o presidente da República, eleito sem ser inocente. A que ponto vamos chegar se Lula for reeleito?”, questionou. Nêumanne fala com a propriedade de quem conviveu com Lula, como ele mesmo revela: “Eu conheci Lula em 1985. Ele tinha acabado de tomar posse, e eu era muito amigo do Paulo Egydio Martins, que foi governador do estado de São Paulo, e muito ligado ao General Golbery do Couto e Silva. Eu fiquei sabendo que Lula era homem de confiança de Golbery do Couto e Silva, e que ele deu muita força para Lula tomar conta dos sindicatos, tirando da jogada o Brizola. Em entrevista à revista Playboy, ele disse que admirava Hitler, e também o líder político atual [naquela época] que era o aiatolá Khomeini. Até o pessoal da esquerda começou a ser chamá-lo de AiatoLula”, lembrou. Para o jornalista, Lula vai levar uma “surra” de Flavio Bolsonaro nas urnas: “E nem precisa Bolsonaro morrer, o que é possível, porque Alexandre de Moraes joga para matar Bolsonaro, mas não sabe a burrice que ele está cometendo mais uma vez na vida”, alertou.