O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou como “exótica” e “contraditória” a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão domiciliar por 90 dias ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em entrevista à GloboNews, o parlamentar deu uma verdadeira “aula” ao expor seus argumentos. De forma estranha, a entrevista foi encerrada abruptamente. Veja:
A poucos meses da eleição, Lula muda discurso e corta auxílio-reclusão de presos de facções
O petista Lula aprovou, nesta terça-feira (24/3), o Projeto de Lei conhecido como PL Antifacção, mantendo dispositivos considerados estratégicos no enfrentamento ao crime organizado. Entre os pontos preservados, está a proibição do pagamento do auxílio-reclusão a detentos ligados a organizações criminosas de alta periculosidade, milícias privadas ou grupos paramilitares. De acordo com o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, o benefício não poderá ser concedido aos dependentes de indivíduos presos preventivamente ou que estejam cumprindo pena em regimes fechado ou semiaberto, desde que tenham sido enquadrados nas condutas previstas na nova legislação. A medida reforça o endurecimento das regras relacionadas a integrantes de facções. Durante pronunciamento, Lula classificou a iniciativa como uma ação de grande importância no combate à criminalidade organizada. O presidente destacou que a responsabilização deve alcançar não apenas o autor do crime, mas também gerar impacto direto em seu núcleo familiar. “O cidadão que quiser cometer os seus crimes ele saiba que seus filhos e sua esposa irão pagar pela irresponsabilidade dele e eu acho isso uma medida muito relevante. Ele tem que sentir que não está causando mal apenas à sociedade, mas está causando mal à sua família e seus dependentes”, declarou o chefe do Executivo. Além disso, foi mantida a alteração no Código Eleitoral que impede o voto de presos provisórios, ampliando as restrições já existentes no sistema penal brasileiro. A nova norma também institui o chamado Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, estabelecendo diretrizes mais rigorosas para atuação contra essas estruturas ilícitas. Por outro lado, alguns trechos foram vetados pelo presidente. Entre eles, está o dispositivo que previa a equiparação de penas entre integrantes e não integrantes de organizações criminosas em determinadas situações, o que, segundo avaliação do Executivo, poderia gerar distorções jurídicas. Outro ponto rejeitado tratava da destinação de bens e valores apreendidos do crime organizado para fundos estaduais e do Distrito Federal, medida que implicaria redução de receitas da União. Tudo isso ocorre, não por acaso, a poucos meses da eleição. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Michelle Bolsonaro agradece a Deus pela prisão domiciliar de Bolsonaro
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se manifestou nesta terça-feira (24) sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL). Nas redes sociais, Michelle agradeceu e disse o seguinte: “Obrigada, meu Deus”. De qualquer forma, a luta continua, pois Bolsonaro continua refém do sistema. O sofrimento e a injustiça fazem pessoas cada vez mais fortes. O mundo dá muitas voltas. Daqui 90 dias, talvez não seja Bolsonaro quem irá para a prisão.
Servidor público assassinado por ex-prefeito após adquirir imóvel em leilão: entenda o caso
O ex-prefeito de Campo Grande (MS), Alcides Jesus Peralta Bernal, assassinou a tiros Roberto Carlos Mazzini nesta terça-feira (24), em uma disputa pelo controle de um imóvel. A vítima era servidor público estadual e havia adquirido o imóvel em leilão judicial. A propriedade anteriormente pertencia ao ex-prefeito, que não aceitava a perda do bem. Roberto compareceu ao local acompanhado de um chaveiro com o objetivo de tomar posse do imóvel quando se deparou com Bernal. Testemunhas relatam que uma discussão acalorada teria ocorrido entre os dois, culminando no homicídio. Após cometer o crime, o ex-prefeito se entregou voluntariamente na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro. O chaveiro que presenciou o assassinato foi encaminhado ao Cepol (Centro Integrado de Polícia Especializada) para prestar depoimento. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 14h. As equipes realizaram manobras de reanimação durante aproximadamente 25 minutos, mas o servidor não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. Os disparos atingiram a região da costela, com transfixação, e a região dorsal. “Realizamos todos os procedimentos de ressuscitação, foram mais de 25 minutos de operação. Infelizmente, a vítima não resistiu. Identificamos três orifícios, mas, provavelmente, [foram] dois disparos”, informou o tenente Farias, do Corpo de Bombeiros. O caso expõe a gravidade de conflitos patrimoniais quando não resolvidos pelos canais legais adequados. Roberto Carlos Mazzini havia adquirido o imóvel por meio de leilão, procedimento legal que transfere a propriedade definitivamente ao arrematante.
Carlos Bolsonaro detona justiça após prisão domiciliar do pai: ‘Processo repleto de ilegalidades’
Carlos Bolsonaro se manifestou de forma contundente após a decisão de prisão domiciliar de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. “É óbvio que fico extremamente aliviado em finalmente ver meu pai em casa, podendo ser cuidado de forma mais adequada, aumentando sua possibilidade de sobreviver frente a tantas comorbidades médicas expostas ao longo de meses”, declarou Carlos. O vereador carioca, no entanto, foi categórico ao criticar o processo judicial: “Mas isso não pode ser tratado como justiça e nem celebrado como tal, frente a um processo repleto de ilegalidades expostas pela própria imprensa!” Carlos Bolsonaro foi ainda mais enfático ao questionar a legitimidade das condenações: “Para que exista justiça de verdade, nenhuma condenação dentro desse atropelador cenário pode ser normalizada. Qualquer pessoa minimamente decente sabe disso.” Veja:
Ex-prefeito de Campo Grande mata homem a tiros em disputa por imóvel leiloado
Alcides Bernal, ex-prefeito de Campo Grande, protagonizou um episódio trágico na tarde desta terça-feira (24), ao atirar e matar um homem em uma residência localizada na Rua Antônio Maria Coelho, no Bairro Jardim dos Estados — propriedade onde ele já havia residido. Segundo informações apuradas pela mídia local, a vítima, Roberto Carlos Mazini, de 61 anos, estava no local acompanhado de um chaveiro com o objetivo de acessar o imóvel. Mazini havia adquirido a casa em leilão e pretendia assumir a posse. Bernal, no entanto, não concordava com a venda do bem, o que culminou na ação violenta. Relatos de testemunhas indicam que, logo após os disparos, o ex-prefeito deixou o local. Posteriormente, ele compareceu por conta própria à 1ª Delegacia de Polícia, onde se apresentou às autoridades. O imóvel em questão possui um terreno de 1.440 m² e área construída de 678 m², com avaliação estimada em R$ 3,7 milhões. A propriedade foi levada a leilão em 2025 devido a pendências financeiras, tendo como lance mínimo o valor de R$ 2,4 milhões — circunstância que gerou o conflito fatal. A trajetória política de Alcides Bernal inclui dois mandatos como vereador em Campo Grande, além da eleição para deputado estadual em 2010. Em 2012, ele venceu a disputa pela prefeitura da capital sul-mato-grossense no segundo turno, conquistando 62,55% dos votos válidos.
Goleiro de 20 anos é assassinado a tiros por engano na Suécia
Um episódio trágico abalou o futebol sueco após a morte de um jovem goleiro de 20 anos, atingido por disparos de arma de fogo enquanto estava em uma área residencial na cidade de Örebro, na Suécia. O atleta, identificado como Hugo Mosshagen, defendia o BK Forward, clube que disputa a terceira divisão nacional. Segundo informações das autoridades locais, tudo indica que o crime não tinha o jogador como alvo principal. A suspeita é de que os atiradores pretendiam atingir outra pessoa que estava próxima no momento do ataque. Hugo chegou a ser socorrido e encaminhado a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia também informou que não há indícios de envolvimento do atleta com atividades criminosas, afastando qualquer ligação com gangues ou facções. As investigações seguem em curso, com o apoio de cães farejadores, análise de imagens de câmeras de segurança e coleta de depoimentos de testemunhas. Em manifestação nas redes sociais, o BK Forward lamentou profundamente a perda do jogador, destacando o impacto de sua morte: “A tristeza é grande, mas, em meio à escuridão, a memória de Hugo continua viva.” O pai do jovem, Joakim Gunnarsson, também expressou sua dor em entrevista ao jornal Expressen. “É um vazio imenso. Num segundo você sente raiva, e no outro, tristeza. Foi algo completamente desnecessário”, afirmou.
Moraes concede domiciliar a Bolsonaro, mas impõe prazo inédito de 90 dias e mantém restrições severas
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta terça-feira (24/3) prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está internado no Hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de broncopneumonia. Com a decisão, Bolsonaro não retornará ao sistema prisional após receber alta médica e passará a cumprir a pena em sua residência. Contudo, a autorização para cumprimento da pena em casa foi estabelecida pelo prazo de 90 dias. Uma medida completamente incomum e sem precedentes claros. Para efeito de comparação, o ex-presidente Fernando Collor foi beneficiado com prisão domiciliar e não teve qualquer prazo fixado na decisão — concedida, curiosamente, pelo mesmo ministro Alexandre de Moraes. Além da limitação temporal, Moraes determinou ainda a suspensão de todas as visitas que não sejam de familiares, médicos e advogados. Na prática, Bolsonaro continuará submetido a restrições severas, mesmo fora do presídio.
Moraes recua e concede prisão domiciliar a Bolsonaro após pressão e piora no estado de saúde
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta terça-feira (24/3) prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está internado no Hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de broncopneumonia. Com a decisão, Bolsonaro não retornará ao sistema prisional após receber alta médica. Ele passará a cumprir a pena em sua residência. A medida foi tomada com base em argumentos de natureza humanitária e inclui a imposição de restrições, como o uso de tornozeleira eletrônica. A decisão de Moraes ocorre após manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que considerou o estado de saúde do ex-presidente como fator determinante para a concessão do benefício. Em seu parecer, Gonet destacou que a condição clínica de Bolsonaro exige cuidados constantes, mais adequados ao ambiente domiciliar do que ao sistema prisional.
André Mendonça aplica estratégia cirúrgica e neutraliza manobra de Alcolumbre contra CPMI do INSS
O ministro André Mendonça demonstra cada vez mais habilidade ao lidar com a classe política brasileira, marcada por conchavos e situações inconfessáveis. Na decisão que determinou a prorrogação da CPMI do INSS, Mendonça reduziu a posição de Alcolumbre como presidente do Senado a uma situação de insignificância. André Mendonça foi cirúrgico. Se não houver leitura em 48 horas, a prorrogação é considerada automática por ‘leitura tácita’. Ou seja, em 48 horas a CPMI já estará viva, independente da vontade do senador. E para quem acha que um pedido de vista na quinta-feira mata a comissão, engana-se. A vista suspende o julgamento, mas mantém a liminar. O ‘xeque-mate’ do Mendonça foi desenhado para que a investigação não pare nem um segundo, mesmo que o sistema tente travar o plenário.