Será que o Papa Leão XIV concordaria que o padre Ferdinando Marcílio, do Santuário de Aparecida, envolva a política dessa forma em sua missa? Além disso, o sacerdote fala de armas como se sua única finalidade fosse ferir e matar. Definir‑se com a mesma arma que supostamente ameaça alguém é, na visão dele, ilusão e invenção. O bandido que utiliza a arma para cometer crimes sequer aparece nas palavras do referido padre. É preciso dizer a esse padre que a arma está, na verdade, na mente do criminoso. Também é necessário apontar que pedras que edificam podem matar; assim, tornam‑se armas. O machado e a faca que ele cita, alegando “outra finalidade”, não são, para ele, instrumentos de matar. Alguém deveria dizer a esse padre ordinário, que usa a fé cristã para fazer apologia às ideias da extrema esquerda, que o que move a arma, o machado, a faca e a pedra são as mãos e as mentes de quem as manipula para executar intenções criminosas. A língua ferina desse padre também funciona como arma. Que esse padre vá às favas!
Moraes fixa prazo de 10 dias para Cláudio Castro esclarecer lei de bônus policiais
O Supremo Tribunal Federal (STF) está analisando uma lei aprovada no Rio de Janeiro que institui pagamento de bônus a policiais que participem de confrontos letais ou apreendam armamentos de grande poder de fogo. O ministro Alexandre de Moraes determinou que o governador Cláudio Castro (PL) e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) apresentem esclarecimentos no prazo de até 10 dias. O despacho, assinado nesta quinta‑feira, 29 de janeiro, estabelece o dia 8 de fevereiro como data‑limite para as respostas. A solicitação surge depois que a Alerj derrubou o veto do próprio governador ao projeto, restabelecendo o mecanismo que críticos chamam de “gratificação faroeste”. Moraes afirmou que o assunto tem “relevância da matéria” e “especial significado para a ordem social e a segurança jurídica”, o que justifica a intervenção do STF antes de qualquer decisão final. A norma, aprovada inicialmente em setembro de 2023, prevê gratificações que podem variar de 10 % a 150 % do salário dos agentes de segurança. O benefício é destinado a policiais civis que “neutralizem” criminosos ou que apreendam armas de alto poder destrutivo, como fuzis, durante operações. Embora o governador Cláudio Castro tenha vetado o projeto em primeira instância, o argumento utilizado foi de ordem fiscal, não envolvendo questões de direitos humanos ou de letalidade policial. O Executivo alegou que o estado do Rio de Janeiro enfrenta grave crise financeira, com dívida estimada em cerca de R$ 225 bilhões, o que, segundo a administração, impossibilitaria a criação de despesas permanentes. Mesmo assim, na última sessão legislativa de 2025, os deputados estaduais reuniram votos suficientes para derrubar o veto, tornando a lei obrigatória. Com isso, o pagamento das gratificações voltou ao centro do debate público e jurídico no estado. Organizações de direitos humanos e parte da comunidade jurídica manifestaram preocupação com os possíveis efeitos da medida. Para esses grupos, o modelo de bonificação pode funcionar como estímulo direto ao aumento da letalidade policial, sobretudo em operações realizadas em comunidades fluminenses.
Globo usa foto de Bolsonaro para “creativa” cobertura do caso Epstein/Trancoso
A velha imprensa insiste em publicar o caso Epstein com manchetes sensacionalistas, revelando, por trás de tudo, uma clara intenção de desviar o foco da atenção pública. O Grupo Globo, em especial, traz nomes como o do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e, agora, até o ex‑presidente brasileiro Jair Bolsonaro, colocando sua foto na capa e transformando‑o no centro da discussão. Desde que o caso Trancoso ganhou destaque no Brasil, sendo rotulado como “Caso Epstein Tupiniquim”, e que nomes de autoridades começaram a surgir, a imprensa tradicional passou a dar maior vazão ao noticiário do caso americano, com o objetivo evidente de retirar o foco do caso nacional. Tal insistência em desviar a atenção do caso Trancoso leva a questionar se há figuras poderosas da mídia envolvidas na história de Trancoso. Não sabemos sequer se há investigação iniciada por aqui… Nebuloso!
Governador Jorginho Mello, Gilmar Mendes e PGR pedem suspensão da lei que proíbe cotas raciais em SC
A Procuradoria‑Geral da República (PGR) manifestou‑se a favor da suspensão da lei de Santa Catarina que proíbe a adoção de cotas raciais nos processos seletivos de acesso ao ensino superior no estado. Para o órgão, estão presentes os requisitos de urgência para a concessão de medida cautelar, diante do risco de que a norma seja aplicada a seleções já em andamento ou que venham a ser abertas no início do ano acadêmico, gerando efeitos considerados irreversíveis ou de difícil reversão. A posição da PGR foi apresentada no âmbito de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pelo PSOL. Na ação, sustenta‑se que a legislação estadual esvazia políticas de ação afirmativa ao impedir medidas compensatórias voltadas à população negra e a outros grupos historicamente discriminados, em afronta à Constituição Federal, à jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal e a compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no combate ao racismo. O processo tramita sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, que concedeu prazo de 48 horas para que o governo catarinense se manifeste sobre a norma. Em resposta, o Executivo estadual, comandado pelo governador Jorginho Mello (PL), defendeu a validade da lei, argumentando que ela não elimina políticas de inclusão, mas apenas altera os critérios utilizados para promovê‑las. Na manifestação enviada ao STF, o governo de Santa Catarina sustentou que a legislação deve permanecer em vigor. “A norma não representa a abolição de ações afirmativas, na medida em que não exclui pessoas negras, pardas ou de qualquer gênero, mas sim a opção do legislador estadual por um modelo que, alinhado à experiência exitosa da Universidade Gratuita, privilegia critérios objetivos, universais e controláveis como principal vetor para a promoção da igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior”, afirmou o Executivo catarinense. Já no parecer apresentado nesta quinta‑feira (29/1), a PGR destacou que os efeitos da lei já se encontram suspensos por decisão proferida em ação direta no Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Diante disso, o órgão defendeu que a medida cautelar seja igualmente acolhida no âmbito do Supremo. “Havendo coexistência de jurisdições constitucionais, a ação estadual deve ser suspensa até o julgamento final pelo Supremo Tribunal Federal”, afirmou o procurador‑geral da República, Paulo Gonet, ao reforçar a necessidade de centralizar a análise definitiva da constitucionalidade da norma no STF.
PT, PSOL e movimentos sociais fazem espetáculo nas ruas ao clamar pela libertação de Maduro
Partidos políticos de esquerda — como o PT e o PSOL — além de diversos movimentos sociais, organizaram manifestações em várias cidades brasileiras em defesa da libertação do ex‑ditador venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Entre os principais gritos de ordem estão as chamadas por “libertação imediata de Maduro e Cilia Flores”, “Fora Trump da América Latina” e “América Latina como zona de paz, livre de intervenção imperialista”. Na internet, vídeos mostram que os atos foram praticamente vazios e contaram com pouca participação. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Padre ataca Nikolas Ferreira durante missa e anuncia o fim da neutralidade religiosa, envergonhando a Igreja
O púlpito deveria ser espaço de fé, reflexão e espiritualidade. Quando se transforma em palanque político, a mensagem perde sua essência. Foi o que ocorreu no Santuário de Aparecida, quando o padre Ferdinando Marcílio, em plena missa, decidiu atacar a Caminhada pela Liberdade e, de forma direta, o deputado Nikolas Ferreira. Um sacerdote se levanta com suas opiniões pessoais tentando convencer milhares, enquanto milhares apoiam o esforço de apenas um. A homilia, que deveria inspirar paz e unidade, tornou‑se palco de críticas políticas. O padre, identificado por muitos como de viés “esquerdista”, lançou palavras duras contra a iniciativa pró‑vida e contra um parlamentar que representa parcela significativa da juventude conservadora. O resultado foi desconforto entre os fiéis, que esperavam espiritualidade e receberam militância. CARACTERÍSTICAS DO PADRE FERDINANDO MARCÍLIO Formação religiosa sólida, mas marcada por discursos sociais de forte inclinação política. Postura combativa, utilizando o espaço litúrgico para emitir opiniões pessoais. Alinhamento ideológico percebido como à esquerda, com críticas a pautas conservadoras. Capacidade de mobilização, já que fala diante de milhares de fiéis em um dos maiores santuários do país. O PROBLEMA DA PARCIALIDADE Assim como instituições como o Judiciário e a saúde devem prezar pela neutralidade, espera‑se que ministros da Igreja mantenham o foco na fé. Quando o púlpito se torna palanque, a confiança dos fiéis é abalada. A Pastoral Presbiteral, órgão responsável incentivado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), deveria ser mais crítica nessas circunstâncias e não permitir esses abusos, pois sua missão é coordenar a fé popular. Também há apoio incondicional à esquerda quando tenta “desarmar” o povo, sem considerar que até mesmo a Constituição americana orienta o cidadão a se defender com dignidade. Nenhum projeto é criticado enquanto o INSS é saqueado ou o Banco Master destrói economicamente a nação. O contraste é evidente: não há reação quando líderes políticos de esquerda fazem declarações polêmicas, mas há espaço para críticas abertas contra iniciativas conservadoras. Essa seletividade mina a credibilidade da instituição e reforça a percepção de parcialidade. O episódio com o padre Ferdinando Marcílio é mais um alerta: quando a religião se mistura com política de forma desequilibrada, quem perde é a fé. O púlpito não é palanque. A missa não é comício. E a neutralidade, tão necessária, não pode ser sacrificada em nome de ideologias.
Ex-governador culpa André Esteves por criar escândalo do Banco Master (Veja o vídeo)
O escândalo envolvendo o Banco Master ainda tem muitos detalhes a serem revelados, com supostas falcatruas e diversos personagens citados. Antony Garotinho, ex‑governador do Rio de Janeiro, apontou o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, como quem “criou esse problema todo”. Segundo Garotinho, Esteves teria tentado adquirir o Master oferecendo “1 real” para assumir o passivo da instituição. A proposta foi rejeitada por Vorcaro. Em seguida, o banqueiro teria exercido forte pressão para que o Master fosse liquidado. Garotinho ainda destaca nuances que colocam o banqueiro do BTG ao lado de Vorcaro na cena dos fatos. Veja o vídeo:
Piloto que deixou adolescente em estado vegetativo é preso novamente após agredir idoso (Veja o vídeo)
O piloto Pedro Turra, que espancou e deixou em coma um adolescente de 16 anos em razão de uma briga por chiclete, pagou fiança e saiu da cadeia. No sábado, 31, ele foi novamente detido, evidenciando seu elevado grau de periculosidade. Os relatos sobre a sua incapacidade de conviver com civilidade na sociedade continuam se multiplicando. No vídeo abaixo, Pedro Turra agride um idoso. Veja o vídeo:
Líder do MBL tem condenação iminente e vê o fim de sua carreira relâmpago
O vídeo que contém a fala de Renan Santos será amplamente compartilhado entre militantes de esquerda, que demonstram pouco domínio da interpretação de contexto. Dessa forma, o “recado” foi entregue. Renan Santos, que já foi exaltado como um dos rostos mais combativos da nova direita brasileira, acaba de comprovar que a retórica inflamada pode ser o maior inimigo de quem almeja firmar‑se no cenário político. Um juiz experiente na área criminal, que prefere permanecer anônimo, afirmou que Flávio certamente o processará. Se a condenação for confirmada, o revés será mais do que jurídico: representará um golpe mortal contra a credibilidade de Renan. A retórica que pode virar sentença Políticos vivem de palavras, mas quando estas cruzam a tênue linha entre crítica e incitação, o preço é elevado. Renan tentou justificar que falava em “morte política”, porém o Judiciário pode não aceitar essa versão. Assim, a decisão poderia ser clara: a frase, dita em público e sem filtros, tem potencial de estimular violência. O magistrado responsável pelo caso pode enquadrar Renan nos artigos 286 (incitação ao crime) e 139 (difamação) do Código Penal, estabelecendo pena de, no mínimo, um ano e seis meses de detenção em regime aberto, além de multa. Mesmo que a pena seja substituída por medidas alternativas, o peso simbólico permanece: um líder político condenado por incitar violência contra adversário direto. O resultado seria a colocação de Renan na incômoda posição de réu criminal, com detenção e multa. Para quem buscava consolidar o partido Missão como alternativa nacional, esse é o início de um fim anunciado. O peso político de uma provável condenação Imagem arruinada: Renan carregaria o rótulo de incitador de violência, estigma difícil de apagar. Partido fragilizado: O Missão, recém‑nascido, já seria marcado pela sombra do radicalismo. Eleitorado dividido: Enquanto alguns seguidores poderiam alegar perseguição, a maioria veria irresponsabilidade e falta de preparo para o jogo democrático. O episódio serve de alerta a todos que confundem política com espetáculo. O palco da democracia não é lugar para bravatas que flertam com a violência. Ele demonstra como uma frase mal colocada pode comprometer não apenas um indivíduo, mas todo um projeto político. Renan Santos, que pretendia consolidar‑se como alternativa no cenário nacional, agora encara um futuro incerto. O início de sua carreira política pode ter se transformado, ironicamente, no seu fim. Renan busca protagonismo, mas pode encontrar a ruína. O fim do começo é, na verdade, o começo do fim.
SENADOR TRAÍDO RACHOU O MAIOR REDUTO DO PT NO NORDESTE E ALIMENTOU BOATO SOBRE LULA
A região Nordeste, que garantiu praticamente todos os mandatos presidenciais do PT, está passando por um rápido processo de esfacelamento das bases do partido. Esse enfraquecimento pode se transformar em um grande problema caso Lula tente a reeleição. Vale lembrar que, até o momento, Lula não conseguiu formar alianças nos maiores colégios eleitorais do país: São Paulo e Minas Gerais. Na Bahia, até então maior reduto petista no Nordeste, a base se dividiu. O senador Ângelo Coronel (PSD‑BA) confirmou neste sábado (31) que deixará o PSD e disputará a reeleição ao Senado pela oposição ao governo Lula (PT). O movimento ocorre depois de ele ter sido preterido na composição da chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para as eleições de outubro. Tudo isso alimenta o boato de que Lula desistirá para não ter que enfrentar uma derrota contra o filho de Jair Bolsonaro.