Todas as tragédias que acontecem no Brasil em decorrência das chuvas trazem a marca digital dos governos federal, estadual e municipal e de seus políticos. As catástrofes no Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais e agora em Pernambuco permanecem vivas na memória da população. Os governantes são os primeiros a descumprir sua obrigação de promover obras destinadas a minimizar os efeitos das chuvas, especialmente no que se refere aos cuidados e à proteção da vida humana. Invariavelmente, é a população civil que toma a frente de forma organizada para socorrer os vitimados. São justamente os governantes e políticos os maiores omissos ao permitir toda sorte de irregularidades em ocupações e construções. Os ocupantes dessas áreas são aqueles alijados da sociedade por políticas públicas exploradoras e criminosas. Esses mesmos políticos são os primeiros a vir a público declarar, de forma sórdida e hipócrita, sentimentos às vítimas. De maneira calhorda, fazem da lamentação um meio de se capitalizar politicamente. São eles os que mais se beneficiam da desgraça alheia. Quando declaram “situação de emergência” ou “estado de calamidade”, trata-se de um método para receber dinheiro público que serve apenas a eles mesmos. Nada é convertido em benefícios reais, no máximo em ações paliativas e midiáticas. No ano seguinte, o ciclo recomeça. Por isso, os eleitores precisam urgentemente ficar atentos na hora de votar. De imediato, é necessário esquecer os políticos que estão há décadas ocupando os mais variados cargos públicos. É preciso avaliar o perfil de novos agentes públicos para governar os estados, para legislar nas Assembleias Estaduais e para o Congresso Nacional, especialmente para o Senado Federal. Para a presidência, a prioridade é tirar o partido petista do comando do executivo e a esquerda em geral do serviço público, já comprovadamente criminoso. De preferência, levar este partido à extinção.
Marido assassina mulher a tiros na frente dos filhos em São Bernardo do Campo
Ataís de Souza Costa, de 38 anos, foi assassinada a tiros pelo marido em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. O crime ocorreu na noite de sexta-feira (1º). A vítima foi baleada na cabeça e no braço dentro da residência onde vivia com a família. Dois dos três filhos do casal presenciaram o momento dos disparos. Os tiros foram disparados por volta das 22h. Familiares relataram que Ataís e o companheiro, Sidnei Rosa, de 52 anos, haviam discutido momentos antes do crime. Sidnei fugiu pelo telhado da casa após efetuar os disparos, levando consigo a arma utilizada no assassinato. Natural da Bahia, Ataís deixa três filhos: duas meninas, de 21 e 13 anos, e um menino de 10 anos. A filha mais velha é de um relacionamento anterior da vítima. Os dois filhos mais novos são do relacionamento com Sidnei Rosa. Manoel Souza Costa, irmão da vítima, revelou que Ataís havia enviado mensagens de áudio há aproximadamente um mês. Nos áudios, a vítima relatava que vivia “em pé de guerra” com o marido. Segundo Manoel, a irmã mencionou que o casal enfrentava discussões frequentes naquele período. Dias após enviar os áudios, Ataís publicou fotografias nas redes sociais ao lado do companheiro e dos filhos. As imagens transmitiram a impressão de que a situação familiar havia se normalizado. “Estava tudo bem e hoje aconteceu uma tragédia dessa”, afirmou Manoel ao falar sobre o crime que vitimou sua irmã. O caso foi registrado como feminicídio no 3º Distrito Policial de São Bernardo do Campo. A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo divulgou nota informando que as investigações prosseguem. As diligências policiais têm como objetivo localizar o suspeito e esclarecer as circunstâncias que envolveram o crime. Sidnei Rosa permanece foragido.
Presidente do TST se declara ‘juiz vermelho’ e admite militância ideológica na Justiça do Trabalho (Veja o vídeo!)
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou que existem dois tipos de juízes na Justiça do Trabalho. Ele os denominou de ‘vermelhos’ e ‘azuis’ e, de forma aberta, se declarou um ‘vermelho’, confirmando uma visão ativista que já havia sido objeto de críticas. Ao se declarar ‘vermelho’, o magistrado trabalhista acusou os juízes ‘azuis’ de supostamente defenderem ‘interesses’. Na sua concepção de justiça, Mello Filho afirma que os ‘vermelhos’ estariam a serviço de uma ‘causa’. A declaração aconteceu na conferência de encerramento do 22º Conamat, na sexta-feira (1º), em Brasília. Não foi um lapso. Foi uma confissão. Ao assumir publicamente a militância ideológica como critério de atuação jurisdicional, Mello Filho confirmou o que colegas definiram como ‘grotesco’: a substituição da imparcialidade, pilar fundamental do sistema de justiça, por um engajamento partidário disfarçado de missão social. Em outras palavras, ele confessa que a maioria dos juízes do trabalho militam por uma causa (são os vermelhos), não julgam de acordo com a lei, mas para fazer justiça social. É um discurso nauseante. Veja o vídeo:
Gestão de Jorge Messias na AGU teria renunciado a R$ 80 bilhões em litígios — BTG Pactual surge como principal beneficiado
Uma denúncia contundente foi publicada neste domingo pelo jornalista Cláudio Dantas, revelando que Jorge Messias, durante sua gestão à frente da Advocacia-Geral da União, teria aberto mão de impressionantes R$ 80 bilhões em litígios. A cifra, calculada de forma conservadora, aponta para o que pode ser a maior transferência de patrimônio público da história recente do país. O Senado rejeitou Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, mas a sabatina do chefe da Advocacia Geral da União passou longe de investigar sua gestão. Ainda há tempo de fazê-lo, especialmente quando seu nome começa a ser cogitado para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, onde terá ascendência sobre a Polícia Federal. Na AGU, Messias protagonizou uma série de acordos que podem ter resultado numa renúncia de até R$ 80 bilhões em multas, indenizações e bens estratégicos para a União, segundo cálculos bastante conservadores. Após o cruzamento de despachos da SecexConsenso (a secretaria de acordos do TCU), de auditorias de órgãos de controle e relatórios de mercado, foi descoberto o que pode se configurar, em tese, a maior transferência de patrimônio público e de renúncia de receita da história recente do país. Sob o pretexto virtuoso de “destravar a infraestrutura” e “pacificar litígios”, a AGU vem atuando não como o escudo do Estado, mas como a fiadora jurídica de uma série de manobras de engenharia financeira e legal coordenadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), desde a gestão de Bruno Dantas. O resultado real é um balcão de negócios onde o risco é integralmente socializado, as punições são anuladas e o verdadeiro tesouro nacional é repassado à iniciativa privada, sem concorrência e a preço de banana. Tudo isso feito com aval de um governo de esquerda que, publicamente, critica banqueiros e privatizações. O TRUQUE DA “SUCATA” E A JOIA DA COROA DAS TELECOMUNICAÇÕES De toda a fatura do “consenso”, o caso da operadora Oi é o mais emblemático e oneroso — um rombo de até R$ 50 bilhões, com estimativas que chegam a R$ 100 bilhões. O Estado brasileiro e o TCU, com o indispensável parecer favorável da AGU, aceitaram o argumento de que estavam apenas resolvendo o passivo de uma empresa falida e evitando um apagão nos telefones fixos do país. Venderam para a opinião pública a ideia de que a infraestrutura da Oi era um estorvo feito de cabos de cobre enferrujados e orelhões abandonados. A realidade, escondida nas entrelinhas da repactuação, é que junto com a sucata, o governo abriu mão da infraestrutura mais estratégica do século XXI. Pela Lei Geral de Telecomunicações, em 2025, todos os “bens reversíveis” da concessão deveriam voltar para o controle do Estado. Para evitar isso, a AGU chancelou um “encontro de contas” baseado na lei de 2019, permitindo que a Oi migrasse para o regime de autorização, onde não há devolução de bens. Dessa maneira, o governo abriu mão de cobrar quase R$ 6 bilhões em multas em dinheiro vivo e trocou a posse da infraestrutura por promessas de “novos investimentos” em escolas e cabos submarinos. O espólio definitivo — que já havia sido repassado da Oi para a V.tal, empresa controlada por fundos de investimento geridos pelo banco BTG Pactual — não tem nada de obsoleto. O que TCU e AGU entregaram em definitivo foi: – A Maior Rede de Fibra do País: Cerca de 400 mil quilômetros de fibra óptica que cortam o Brasil de ponta a ponta. Um ativo que custaria dezenas de bilhões para ser replicado do zero. – O Monopólio do Subterrâneo: A V.tal herdou a posse histórica dos dutos subterrâneos e o “direito de passagem” nas grandes metrópoles, construídos desde a época da estatal Telebrás. Não há mais espaço físico sob o asfalto das grandes cidades; quem controla o duto, dita as regras do mercado. – O Pedágio da Internet e o Sangue do 5G: A V.tal consolidou-se como a maior “Rede Neutra” do país. Operadoras gigantes e pequenos provedores não cavam mais buracos; eles pagam um “pedágio” para usar a rede da V.tal. Mais do que isso: o 5G exige uma quantidade brutal de antenas, e a única infraestrutura capilarizada o suficiente para conectar essas antenas (o backhaul) é a malha que era pública e agora é definitivamente privada. Em julho de 2024, quando o martelo do TCU bateu, o governo Lula trocou o controle da espinha dorsal do 5G nacional por um perdão de dívidas, garantindo ao BTG, de André Esteves, a liderança inquestionável no mercado de infraestrutura de dados para as próximas décadas. A SOCIALIZAÇÃO DO RISCO NA INFRAESTRUTURA A generosidade avalizada por Jorge Messias na AGU e por Jorge Oliveira no TCU — com apoio das agências e ministérios setoriais — não parou nos cabos de fibra óptica. O modelo de consenso, lançado na Presidência de Bruno Dantas no Tribunal de Contas, estendeu-se para a infraestrutura física de transportes, criando passivos ocultos de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões. No capitalismo real, se uma empresa vence um leilão de rodovia ou aeroporto e a demanda frustra as expectativas, o prejuízo é do investidor. No capitalismo de laços de Brasília, o prejuízo é do contribuinte. Concessionárias como a MSVia (BR-163/MS) e a Eco101 (BR-101/ES-BA), que descumpriram obrigações e deveriam sofrer relicitação, foram salvas por acordos que estenderam seus prazos e criaram a “banda de risco de demanda”. Se passar menos caminhão do que o projetado, o Tesouro compensa a empresa. No Galeão, a Changi não conseguia pagar a pesada outorga fixa do leilão. A AGU validou a troca por uma outorga variável atrelada ao fluxo de passageiros. Na prática, a União perde a arrecadação garantida, altera a regra do jogo depois do apito final e consagra o risco moral: o mercado entende que dar lances irreais em licitações públicas no Brasil é um excelente negócio, pois agências reguladoras como a ANTT e a Anatel serão sempre atropeladas por um acordo amigável. O DESMANCHE DA LAVA JATO E OS PRIVILÉGIOS CORPORATIVOS O pacote do consenso institucional inclui, ainda, a revisão
Flávio Bolsonaro desmonta narrativa falsa propagada por Malu Gaspar; veja o vídeo!
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), desmentiu categoricamente a existência de acordo entre parlamentares da oposição e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master. O parlamentar criticou duramente a apuração jornalística realizada por Malu Gaspar e declarou que “foram ouvidas fontes erradas” nas matérias publicadas sobre o assunto. Confira:
Mensagens do PCC vazam e expõem esquema milionário com dinheiro voando para Brasília
Mensagens extraídas do celular de João Gabriel de Melo Yamawaki, investigado como operador financeiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), revelam o transporte de grandes quantias em dinheiro vivo por meio de voos, com destino ao empresário goiano Adair Antônio de Freitas Meira. As informações constam em representação da Polícia Civil encaminhada à Justiça no âmbito da Operação Contaminatio, deflagrada na segunda-feira (27/4), que resultou em pedidos de prisão contra Meira, Yamawaki e outras quatro pessoas. Segundo o documento, Meira realizava transferências para a fintech 4TBANK por meio de boletos considerados “possivelmente fraudulentos”, emitidos pela própria empresa. Os pagamentos eram feitos por empresas e fundações ligadas ao empresário. Posteriormente, os valores retornariam a ele em dinheiro vivo, com transporte feito, em grande parte, por aeronaves fretadas, principalmente helicópteros. A investigação cruzou conversas entre os envolvidos com Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), indicando movimentações milionárias estruturadas para dificultar o rastreamento da origem dos recursos. Entre os registros analisados, consta que, em 22 de outubro de 2021, Meira pagou R$ 100 mil à 4TBANK. Na mesma data, Yamawaki emitiu um boleto de R$ 18,1 mil, referente a “5% da operação” de transporte aéreo, além de custos de deslocamento até Brasília, conforme diálogo citado pela polícia. Outra movimentação relevante ocorreu em dezembro de 2021, quando há menção a um saque de R$ 1,38 milhão em espécie. Os valores foram retirados em quatro datas diferentes por Matie Obam, enteada de Yamawaki, também investigada no caso. Conversas indicam ainda encontros presenciais para entrega de valores. Em 26 de janeiro de 2022, Yamawaki informou que chegaria ao Aeroporto de Brasília, e Meira respondeu que um veículo o aguardaria. Em seguida, houve menção à entrega de uma “bolsinha”, interpretada pela polícia como referência ao repasse de dinheiro. Outros episódios investigados incluem um possível encontro em São Paulo para entrega de R$ 570 mil em espécie e uma reunião em Palmas (TO), onde cerca de R$ 2,5 milhões teriam sido repassados. A polícia classificou essas movimentações como parte do “caminho de volta do dinheiro”. Em nota, a defesa de Adair Meira afirmou que rejeita qualquer associação do empresário a organizações criminosas ou práticas ilícitas. Segundo os advogados, as alegações sobre transporte de valores em espécie não possuem base concreta e se apoiam em elementos considerados frágeis, cuja autenticidade é contestada. A defesa declarou ainda que o empresário mantém uma trajetória pautada pela legalidade e informou que pretende prestar esclarecimentos formais às autoridades. A investigação teve origem em uma apreensão de drogas realizada em junho de 2023, em Itaquaquecetuba (SP), quando policiais encontraram cocaína e maconha em um imóvel. A partir do caso, foram identificadas conexões que levaram à descoberta de um suposto núcleo político ligado ao PCC. A análise de celulares apreendidos revelou mensagens que mencionavam estratégias para influenciar eleições e indicavam esquemas de lavagem de dinheiro envolvendo a fintech 4TBANK. Essas informações deram origem à Operação Decurio, realizada em agosto de 2024, que resultou na prisão de 13 pessoas, incluindo Yamawaki.
Lutador de artes marciais é preso após espancar enteado de 13 anos e ameaçar família
Um homem de 30 anos, praticante de artes marciais, foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Minas Gerais após agredir brutalmente o enteado, de 13 anos, na última sexta-feira (1º), no bairro Copacabana, em Belo Horizonte. Segundo informações da ocorrência, as agressões começaram no quintal da residência da família, após o suspeito exigir que o adolescente recolhesse fezes dos cães. Insatisfeito com a forma como a tarefa foi realizada, o homem passou a agredir o jovem com socos e chutes, além de esfregar o rosto da vítima no chão. O adolescente sofreu ferimentos graves, incluindo fratura no maxilar esquerdo, corte profundo nos lábios — que demandou 10 pontos —, além de hematomas pelo corpo e dificuldade de visão no olho esquerdo. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Metropolitano Odilon Behrens. Durante o episódio, a mãe do adolescente, que estava em recuperação de uma cirurgia abdominal realizada no dia anterior, tentou intervir, mas foi empurrada e ameaçada pelo companheiro. A avó da vítima também tentou conter o agressor e, segundo relato, foi ameaçada de ser jogada da escada. Ainda conforme a ocorrência, o suspeito causou danos materiais na residência, destruindo itens como televisão e videogame. De acordo com a Polícia Militar, o homem apresentou comportamento intimidatório durante a abordagem. Ele teria ameaçado a mãe da vítima e afirmado que voltaria a agredir familiares após deixar a prisão, alegando que permaneceria detido por pouco tempo. O suspeito também declarou aos policiais ser “inimputável”, mencionando um suposto diagnóstico de Transtorno do Opositor Desafiador (TOD), e afirmou não temer a Justiça. A Polícia Civil informou que o homem foi autuado por tentativa de homicídio qualificado, ameaça, violência doméstica e dano ao patrimônio. Medidas protetivas de urgência foram solicitadas e encaminhadas ao Poder Judiciário.
Michelle Bolsonaro atualiza estado de saúde do ex-presidente após cirurgia no ombro
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou neste domingo (3) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta evolução positiva após cirurgia no ombro direito, mas enfrenta limitações nos movimentos. Segundo publicação feita por Michelle nas redes sociais, Bolsonaro está com a dor controlada, porém ainda não consegue se alimentar sozinho, o que tem causado incômodo. “Passando para informar que ele está tendo uma boa evolução, com a dor controlada. Está apenas um pouquinho chateado, pois ainda não consegue se alimentar sozinho”, escreveu a ex-primeira-dama. “Como a cirurgia foi no ombro direito e ele é destro, isso o impossibilita neste momento. Estou o ajudando em suas limitações. Já fez a troca de curativos e está avaliado pela equipe médica”, acrescentou Michelle. Boletim médico divulgado na tarde deste domingo confirma o quadro descrito. De acordo com o hospital DF Star, em Brasília, o ex-presidente “mantém boa evolução clínica e com bom controle da dor”. Ele permanece internado para analgesia, prevenção de trombose e reabilitação motora e funcional. A nota é assinada pelos médicos Dr. Alexandre Firmino Paniago, ortopedista especializado em cirurgia de ombro; Dr. Claudio Birolini, cirurgião geral; Dr. Leandro Echenique e Dr. Brasil Caiado, cardiologistas; e Dr. Allisson B. Barcelos Borges, diretor-geral da unidade hospitalar. A cirurgia foi realizada na sexta-feira (1º de maio) e consistiu em um reparo artroscópico do manguito rotador do ombro direito. Segundo informações médicas, as dores têm relação com uma queda ocorrida em 6 de janeiro, quando Bolsonaro estava sob custódia na Superintendência da Polícia Federal.
Em desespero, esquerda recorre a órgão internacional contra Lei da Dosimetria
A deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP) acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), vinculada à Organização dos Estados Americanos (OEA), na tentativa de impedir a promulgação da chamada Lei da Dosimetria. O pedido foi protocolado na última quinta-feira (30) e solicita a adoção de medidas cautelares para que o governo federal suspenda a publicação da norma, originada do Projeto de Lei 2.162/2023, até que o mérito da questão seja analisado. A iniciativa também conta com a assinatura dos parlamentares Carlos Giannazi e Celso Giannazi, ambos do PSOL. No documento encaminhado, eles alegam que a legislação pode entrar em conflito com compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, incluindo a Convenção Americana sobre Direitos Humanos e a Carta Democrática Interamericana. A ação foi apresentada no mesmo dia em que o Congresso Nacional decidiu derrubar o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto. Com isso, a promulgação da lei passou a depender de trâmites formais no âmbito do Legislativo. Na representação enviada à CIDH, os autores argumentam que a proposta pode ter efeitos equivalentes a uma anistia, ao possibilitar a extinção de punições relacionadas a crimes contra o Estado Democrático de Direito, incluindo os vinculados aos eventos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Segundo a deputada, a medida representa um “risco à democracia e contraria obrigações internacionais do Brasil”. O pedido inclui a solicitação para que o órgão internacional aceite a denúncia, determine a suspensão imediata da norma e, ao final do processo, reconheça eventual violação de direitos previstos na Convenção Americana, especialmente aqueles ligados a garantias legais, participação política e proteção judicial. A derrubada do veto presidencial ocorreu com maioria expressiva nas duas Casas do Congresso. Na Câmara dos Deputados, foram 318 votos favoráveis à rejeição do veto e 144 contrários. No Senado, o resultado foi de 49 votos pela derrubada e 24 pela manutenção. O desespero é geral!
Cantor baiano morre aos 45 anos após suspeita de infarto; ele convivia com doença dos ‘ossos de vidro’
O cantor Kinho do Rodo, integrante da banda O Rodo da Bahia, faleceu neste sábado (2), aos 45 anos. A informação foi confirmada por familiares e pela equipe do artista por meio das redes sociais. Até o momento, a causa oficial da morte não foi divulgada. Em comunicado, a equipe relatou que há uma suspeita inicial sobre o ocorrido: “Recebemos notícias de amigos próximos de que ele passou mal com uma dor no peito no sofá, na casa de um amigo e acabou falecendo por volta das 1h30. Existem especulações de que pode ter sido um infarto, mas vamos esperar o laudo do IML para dar a certeza.” O velório será realizado neste domingo (3), na sala 5 do Cemitério Bosque da Paz, localizado na avenida Aliomar Baleeiro, nº 7.370, no bairro Nova Brasília, em Salvador (BA). Kinho do Rodo, cujo nome de registro era Marcos Santos, convivia com osteogênese imperfeita, condição também conhecida como doença dos “ossos de vidro” ou doença de Lobstein. Ao longo da vida, passou por diversas cirurgias e enfrentou limitações físicas que, com o tempo, o impediram de continuar andando. Mesmo diante das dificuldades impostas pela condição de saúde, o cantor iniciou sua trajetória na música aos 18 anos, realizando apresentações em bares. Posteriormente, passou a integrar a banda O Rodo da Bahia, grupo com o qual seguiu se apresentando até os últimos dias de vida.