Todas as tragédias que acontecem no Brasil em decorrência das chuvas trazem a marca digital dos governos federal, estadual e municipal e de seus políticos. As catástrofes no Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Minas Gerais e agora em Pernambuco permanecem vivas na memória da população.
Os governantes são os primeiros a descumprir sua obrigação de promover obras destinadas a minimizar os efeitos das chuvas, especialmente no que se refere aos cuidados e à proteção da vida humana. Invariavelmente, é a população civil que toma a frente de forma organizada para socorrer os vitimados.
São justamente os governantes e políticos os maiores omissos ao permitir toda sorte de irregularidades em ocupações e construções. Os ocupantes dessas áreas são aqueles alijados da sociedade por políticas públicas exploradoras e criminosas.
Esses mesmos políticos são os primeiros a vir a público declarar, de forma sórdida e hipócrita, sentimentos às vítimas. De maneira calhorda, fazem da lamentação um meio de se capitalizar politicamente.
São eles os que mais se beneficiam da desgraça alheia. Quando declaram “situação de emergência” ou “estado de calamidade”, trata-se de um método para receber dinheiro público que serve apenas a eles mesmos. Nada é convertido em benefícios reais, no máximo em ações paliativas e midiáticas. No ano seguinte, o ciclo recomeça.
Por isso, os eleitores precisam urgentemente ficar atentos na hora de votar. De imediato, é necessário esquecer os políticos que estão há décadas ocupando os mais variados cargos públicos.
É preciso avaliar o perfil de novos agentes públicos para governar os estados, para legislar nas Assembleias Estaduais e para o Congresso Nacional, especialmente para o Senado Federal.
Para a presidência, a prioridade é tirar o partido petista do comando do executivo e a esquerda em geral do serviço público, já comprovadamente criminoso. De preferência, levar este partido à extinção.
