O púlpito deveria ser espaço de fé, reflexão e espiritualidade. Quando se transforma em palanque político, a mensagem perde sua essência. Foi o que ocorreu no Santuário de Aparecida, quando o padre Ferdinando Marcílio, em plena missa, decidiu atacar a Caminhada pela Liberdade e, de forma direta, o deputado Nikolas Ferreira. Um sacerdote se levanta com suas opiniões pessoais tentando convencer milhares, enquanto milhares apoiam o esforço de apenas um. A homilia, que deveria inspirar paz e unidade, tornou‑se palco de críticas políticas. O padre, identificado por muitos como de viés “esquerdista”, lançou palavras duras contra a iniciativa pró‑vida e contra um parlamentar que representa parcela significativa da juventude conservadora. O resultado foi desconforto entre os fiéis, que esperavam espiritualidade e receberam militância. CARACTERÍSTICAS DO PADRE FERDINANDO MARCÍLIO Formação religiosa sólida, mas marcada por discursos sociais de forte inclinação política. Postura combativa, utilizando o espaço litúrgico para emitir opiniões pessoais. Alinhamento ideológico percebido como à esquerda, com críticas a pautas conservadoras. Capacidade de mobilização, já que fala diante de milhares de fiéis em um dos maiores santuários do país. O PROBLEMA DA PARCIALIDADE Assim como instituições como o Judiciário e a saúde devem prezar pela neutralidade, espera‑se que ministros da Igreja mantenham o foco na fé. Quando o púlpito se torna palanque, a confiança dos fiéis é abalada. A Pastoral Presbiteral, órgão responsável incentivado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), deveria ser mais crítica nessas circunstâncias e não permitir esses abusos, pois sua missão é coordenar a fé popular. Também há apoio incondicional à esquerda quando tenta “desarmar” o povo, sem considerar que até mesmo a Constituição americana orienta o cidadão a se defender com dignidade. Nenhum projeto é criticado enquanto o INSS é saqueado ou o Banco Master destrói economicamente a nação. O contraste é evidente: não há reação quando líderes políticos de esquerda fazem declarações polêmicas, mas há espaço para críticas abertas contra iniciativas conservadoras. Essa seletividade mina a credibilidade da instituição e reforça a percepção de parcialidade. O episódio com o padre Ferdinando Marcílio é mais um alerta: quando a religião se mistura com política de forma desequilibrada, quem perde é a fé. O púlpito não é palanque. A missa não é comício. E a neutralidade, tão necessária, não pode ser sacrificada em nome de ideologias.
Ex-governador culpa André Esteves por criar escândalo do Banco Master (Veja o vídeo)
O escândalo envolvendo o Banco Master ainda tem muitos detalhes a serem revelados, com supostas falcatruas e diversos personagens citados. Antony Garotinho, ex‑governador do Rio de Janeiro, apontou o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, como quem “criou esse problema todo”. Segundo Garotinho, Esteves teria tentado adquirir o Master oferecendo “1 real” para assumir o passivo da instituição. A proposta foi rejeitada por Vorcaro. Em seguida, o banqueiro teria exercido forte pressão para que o Master fosse liquidado. Garotinho ainda destaca nuances que colocam o banqueiro do BTG ao lado de Vorcaro na cena dos fatos. Veja o vídeo:
Piloto que deixou adolescente em estado vegetativo é preso novamente após agredir idoso (Veja o vídeo)
O piloto Pedro Turra, que espancou e deixou em coma um adolescente de 16 anos em razão de uma briga por chiclete, pagou fiança e saiu da cadeia. No sábado, 31, ele foi novamente detido, evidenciando seu elevado grau de periculosidade. Os relatos sobre a sua incapacidade de conviver com civilidade na sociedade continuam se multiplicando. No vídeo abaixo, Pedro Turra agride um idoso. Veja o vídeo:
Líder do MBL tem condenação iminente e vê o fim de sua carreira relâmpago
O vídeo que contém a fala de Renan Santos será amplamente compartilhado entre militantes de esquerda, que demonstram pouco domínio da interpretação de contexto. Dessa forma, o “recado” foi entregue. Renan Santos, que já foi exaltado como um dos rostos mais combativos da nova direita brasileira, acaba de comprovar que a retórica inflamada pode ser o maior inimigo de quem almeja firmar‑se no cenário político. Um juiz experiente na área criminal, que prefere permanecer anônimo, afirmou que Flávio certamente o processará. Se a condenação for confirmada, o revés será mais do que jurídico: representará um golpe mortal contra a credibilidade de Renan. A retórica que pode virar sentença Políticos vivem de palavras, mas quando estas cruzam a tênue linha entre crítica e incitação, o preço é elevado. Renan tentou justificar que falava em “morte política”, porém o Judiciário pode não aceitar essa versão. Assim, a decisão poderia ser clara: a frase, dita em público e sem filtros, tem potencial de estimular violência. O magistrado responsável pelo caso pode enquadrar Renan nos artigos 286 (incitação ao crime) e 139 (difamação) do Código Penal, estabelecendo pena de, no mínimo, um ano e seis meses de detenção em regime aberto, além de multa. Mesmo que a pena seja substituída por medidas alternativas, o peso simbólico permanece: um líder político condenado por incitar violência contra adversário direto. O resultado seria a colocação de Renan na incômoda posição de réu criminal, com detenção e multa. Para quem buscava consolidar o partido Missão como alternativa nacional, esse é o início de um fim anunciado. O peso político de uma provável condenação Imagem arruinada: Renan carregaria o rótulo de incitador de violência, estigma difícil de apagar. Partido fragilizado: O Missão, recém‑nascido, já seria marcado pela sombra do radicalismo. Eleitorado dividido: Enquanto alguns seguidores poderiam alegar perseguição, a maioria veria irresponsabilidade e falta de preparo para o jogo democrático. O episódio serve de alerta a todos que confundem política com espetáculo. O palco da democracia não é lugar para bravatas que flertam com a violência. Ele demonstra como uma frase mal colocada pode comprometer não apenas um indivíduo, mas todo um projeto político. Renan Santos, que pretendia consolidar‑se como alternativa no cenário nacional, agora encara um futuro incerto. O início de sua carreira política pode ter se transformado, ironicamente, no seu fim. Renan busca protagonismo, mas pode encontrar a ruína. O fim do começo é, na verdade, o começo do fim.
SENADOR TRAÍDO RACHOU O MAIOR REDUTO DO PT NO NORDESTE E ALIMENTOU BOATO SOBRE LULA
A região Nordeste, que garantiu praticamente todos os mandatos presidenciais do PT, está passando por um rápido processo de esfacelamento das bases do partido. Esse enfraquecimento pode se transformar em um grande problema caso Lula tente a reeleição. Vale lembrar que, até o momento, Lula não conseguiu formar alianças nos maiores colégios eleitorais do país: São Paulo e Minas Gerais. Na Bahia, até então maior reduto petista no Nordeste, a base se dividiu. O senador Ângelo Coronel (PSD‑BA) confirmou neste sábado (31) que deixará o PSD e disputará a reeleição ao Senado pela oposição ao governo Lula (PT). O movimento ocorre depois de ele ter sido preterido na composição da chapa do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para as eleições de outubro. Tudo isso alimenta o boato de que Lula desistirá para não ter que enfrentar uma derrota contra o filho de Jair Bolsonaro.
Padre “esquerdista” critica duramente parlamentar durante missa no Santuário de Aparecida (Veja o vídeo)
Sem citar o nome de Nikolas, o padre Ferdinando Marcílio fez críticas a um parlamentar durante missa no Santuário de Aparecida. Os fiéis permaneceram em silêncio desconfortável, mas era possível perceber olhares de reprovação ao que o padre dizia. “Não é marcha pelo povo, é marcha pelo poder (…) Não adianta marchar por Brasília e dizer que defende a vida, mas ser a favor das armas!” Que tipo de padre “ataca” alguém de graça? Quem é ele para determinar quem é cristão e quem não é? De que lado está esse padre quando milhares de aposentados são lesados? Veja o vídeo:
Piloto denuncia ministro do STF e outras autoridades por suposto transporte de cargas suspeitas – quem vai investigar? Veja o vídeo!
O piloto Mauro Caputti Mattosinho publicou um vídeo nas redes sociais em que expõe autoridades graduadas da República, inclusive um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ex‑funcionário da empresa de táxi aéreo Piracicaba (TAP), ele afirma ter pilotado aeronaves que transportaram carregamentos suspeitos, como “cargas perigosas”, envelopes e caixas com dinheiro. O relato é contundente e considerado explosivo. Mattosinho diz que decidiu falar publicamente depois de receber diagnóstico de câncer no fígado. Após cirurgia para remoção do tumor, ele passou a buscar um novo propósito de vida. Diante desses fatos, surge a pergunta que não quer calar: quem poderá investigar tudo isso de forma independente, profunda e transparente?
Eleição deste domingo pretende “endireitar” mais um país da América
Os eleitores vão às urnas hoje para escolher o novo presidente da República e os 57 integrantes da Assembleia Legislativa para o período de 2026 a 2030 na Costa Rica. A eleição está marcada pelo embate entre a continuidade do projeto político do atual presidente Rodrigo Chaves e a proposta de renovação defendida pelos candidatos da oposição. A candidata governista Laura Fernández, ex‑ministra da Presidência e do Planejamento, representa o governo. Levantamentos divulgados antes do prazo final permitido apontavam Fernández na liderança, com possibilidade de vencer ainda no primeiro turno, ao superar a marca de 40 % dos votos. Os adversários concentraram suas campanhas em críticas à atual administração, alertando para possíveis ameaças às instituições democráticas e para o risco de concentração de poder. Entre os principais nomes da oposição estão Claudia Dobles, ex‑primeira‑dama e candidata pela Coligação Agenda Cidadã, e Álvaro Ramos, do Partido da Libertação Nacional. Aos 39 anos, Laura Fernández defende medidas mais duras no enfrentamento da criminalidade e pede amplo apoio no Congresso para promover mudanças no Estado e no Judiciário — propostas que os opositores consideram excessivamente centralizadoras. Às vésperas da votação, o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) anunciou reforço da segurança e incentivou a participação popular. A presidente do órgão, Eugenia Zamora, ressaltou a importância do voto para a manutenção da democracia no país. Cerca de 3,7 milhões de eleitores estão aptos a votar. Aproximadamente 90 mil pessoas participam diretamente da organização do pleito, entre mesários, fiscais, representantes de partidos e observadores. A votação começa às 6h e segue até as 18h (horário local). Os primeiros resultados parciais devem ser divulgados a partir das 20h45 (horário local). Ao todo, 20 candidatos concorrem à Presidência, enquanto 1.207 disputam as cadeiras do Parlamento, com equilíbrio entre homens e mulheres. Vitória gigante de Milei significa que o povo argentino quer continuar endireitando… (veja o vídeo)
Joesley Batista compra mansão de Abílio Diniz por R$ 250 milhões e desperta alerta
Joesley Batista, conhecido como o “chanceler” de Lula e ex‑delator da Operação Lava Jato, realizou mais uma compra que amplia seu patrimônio bilionário. O empresário adquiriu a mansão onde vivia Abílio Diniz, localizada no bairro Jardim América, em São Paulo. O valor pago foi de 250 milhões de reais. A operação levanta um alerta, pois indica que Joesley pretende aumentar sua presença no Brasil, o que pode ser percebido como um sinal preocupante.
Daniel Vorcaro financiou a suposta “suruba” e agora os cúmplices querem descartá-lo (Veja o vídeo!)
A história mostra que essa quadrilha sempre gostou de uma “suruba”. No caso presente, quem bancou a “suruba” – Daniel Vorcaro – está sendo descartado. Mas quem está descartando são aqueles que participaram da “suruba”. Esse é o dilema. Querem fazer com Vorcaro a mesma coisa que fizeram com Marcos Valério no episódio do mensalão. A tendência é essa: enterrar o assunto e punir apenas o banqueiro. Veja o vídeo: