Uma tragédia chocou moradores de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, neste domingo (22). Luene de Oliveira, de 24 anos, mãe de três crianças, foi assassinada a tiros pelo ex-marido. O criminoso, identificado como Marcelo Souza Amaral, foi preso poucas horas após o crime. De acordo com informações registradas em boletim de ocorrência, Luene já havia sido vítima do agressor no dia 6 de fevereiro de 2026, quando por volta das 2h30 da madrugada, o homem invadiu a residência onde ela morava. Na ocasião, houve luta corporal dentro do imóvel. Luene sofreu ferimentos leves, enquanto seu então companheiro foi atingido por um disparo no abdômen. Mesmo após a tentativa de homicídio, o suspeito ficou solto e voltou a atacar neste domingo. Desta vez, ele efetuou disparos na região do rosto da vítima, consumando o crime. A rápida ação das forças de segurança resultou na prisão do suspeito ainda no mesmo dia. O caso é investigado como feminicídio, agravado pelo histórico de violência e reincidência do autor. Luene deixa três filhos pequenos, de 1, 4 e 8 anos, o que torna o caso ainda mais comovente e levanta questionamentos sobre a proteção de vítimas que já haviam denunciado agressões anteriores. O pai de Luene, Jair Mendes de Oliveira, confirmou que a jovem tinha uma medida protetiva contra o suspeito e que já havia sido vítima de tentativa de feminicídio cometida por ele. “Ela tinha medida protetiva e ninguém fez nada. Deu dois tiros nela e atirou no rapaz que estava com ela (no caso da tentativa de feminicídio, que ocorreu em fevereiro deste ano). E a polícia não fez nada. Esperou matar a minha filha para depois prender o cara”, disse Jair.
Revelação expõe viagem luxuosa de Lulinha bancada por lobista do esquema do INSS
Novas informações tornam cada vez mais evidente que Lulinha se beneficiou de forma dolosa das fraudes cometidas contra os aposentados do INSS. Em janeiro de 2025, o filho do presidente viajou à Noruega e à Finlândia com sua família para ver a aurora boreal, tendo todas as despesas pagas por uma suposta “amiga”. A viagem de luxo pela Escandinávia custou aproximadamente R$ 300 mil. A tal “amiga” era a lobista Roberta Luchsinger, financiada por Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A viagem foi organizada pela influenciadora de turismo de luxo Marina Mantega, filha do ex-ministro da Fazenda de Lula, Guido Mantega. O ponto alto da viagem à Finlândia foi uma estadia em um hotel de luxo exclusivo na Lapônia, com diárias de até R$ 37 mil por pessoa. Uma verdadeira farra com o dinheiro dos aposentados.
Ex-galã da Globo teve carreira destruída após ser baleado em assalto brutal aos 38 anos e morre aos 66
Um verdadeiro lutador pela vida. Incansável até o fim, Gerson Brener faleceu nesta segunda-feira (23), aos 66 anos de idade. A carreira promissora do ator foi brutalmente interrompida no auge, quando tinha apenas 38 anos. Em 17 de agosto de 1998, ele foi baleado na cabeça durante um assalto violento na Rodovia Ayrton Senna, quando viajava de São Paulo ao Rio de Janeiro para gravar o capítulo final da novela Corpo Dourado. Brener chegou ao hospital em coma profundo, passou por cirurgias de emergência e permaneceu 23 dias na UTI lutando pela vida. Os criminosos haviam espalhado pedras na pista da rodovia para forçar a parada de veículos. Ao tentar trocar o pneu furado, o ator foi abordado pelos bandidos e baleado covardemente. O projétil atravessou o lado esquerdo do cérebro. Ele foi encontrado por caminhoneiros e socorrido às pressas. Os três assaltantes, com idades entre 19 e 25 anos, foram presos dias depois e confessaram o crime. Na época do ataque, Gerson aguardava ansiosamente o nascimento da segunda filha com a ex-esposa, Denize Tacto. Após o crime que mudou sua vida para sempre, Gerson vivia em São Paulo sob os cuidados dedicados da esposa, que conheceu durante o longo tratamento e com quem se casou em 2014. Ele enfrentava sequelas graves deixadas pelo tiro, incluindo limitações motoras, de fala e cognitivas. O ator jamais se recuperou completamente das consequências devastadoras da violência urbana que ceifou sua carreira artística no momento mais brilhante.
Bolsonaro deixa UTI e vai para quarto em hospital de Brasília
O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta da unidade de terapia intensiva (UTI) no início da noite desta segunda-feira (23/3) e foi transferido para um quarto no Hospital DF Star, em Brasília, onde continuará sob cuidados médicos. De acordo com informações da equipe responsável pelo atendimento, Bolsonaro permanecerá internado para dar sequência ao tratamento com antibióticos, com previsão de continuidade ao menos até quarta-feira (25/3). A mudança de setor indica evolução no quadro clínico, embora ainda exija acompanhamento. A saída da UTI ocorre no mesmo dia em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou parecer favorável à concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente, o que intensificou as expectativas entre aliados quanto a uma possível mudança no regime de cumprimento de pena. Nos bastidores, interlocutores próximos avaliam que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pode autorizar a ida de Bolsonaro para casa nos próximos dias, possivelmente até o fim desta semana, a depender da análise das condições médicas e jurídicas. Na semana anterior, o Hospital DF Star havia informado ao STF que o ex-presidente deveria permanecer internado por um período mínimo de 14 dias, contados a partir de sua admissão, ocorrida em 13 de março, em razão do quadro clínico apresentado. Já o boletim médico divulgado na manhã desta segunda-feira indicava melhora progressiva e mencionava a “previsão de alta da UTI nas próximas 24 horas”, cenário que se confirmou ao longo do dia. Ainda na semana passada, após sinais de recuperação, Bolsonaro chegou a ser incluído em um protocolo de cuidados semi-intensivos, embora permanecesse fisicamente na UTI até a liberação para o quarto.
Policial lendário que neutralizou mais de 100 criminosos defende classificação do CV e PCC como terroristas (Veja o vídeo!)
O deputado estadual Conte Lopes (PL-SP) conhece como poucos os desafios enfrentados pela segurança pública brasileira. Em entrevista ao jornalista Ricardo Roveran, o parlamentar, que também é oficial da ROTA – a polícia de elite de São Paulo -, rememorou o início da expansão do PCC e do Comando Vermelho, e defendeu enfaticamente que esses grupos sejam classificados como organizações terroristas. “Esses caras têm que ser tratados como terroristas, eles matam quem eles querem, onde eles querem, eles têm armas melhores do que as da polícia! Tem que brecar esses caras, talvez os EUA estejam vendo isso”, afirmou. Conte Lopes revelou os bastidores de sua chegada à Assembleia Legislativa de São Paulo: “Eu era da ROTA, mas me tiraram de lá. O Michel Temer, quando era Secretário de Segurança Pública, me colocou no Hospital Militar, para eu não caçar mais bandido, porque na ROTA bandido não se criava. Eu fui encostado no Hospital Militar e o Paulo Maluf me chamou para ser candidato. Ganhei dez eleições até hoje”, relembrou. O deputado também se posicionou favoravelmente à pena de morte: “Se o bandido pode matar, obviamente ele devia pagar com a morte, mas estamos no Brasil, um país cristão, o cara vai virar santo… Então tinha que ter prisão perpétua pelo menos, o Brasil é uma piada. O Brasil é o único país do mundo que o cara mata gente e recebe um salário, a esquerda acha bonito isso”, lamentou. Veja o vídeo: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Mendonça dá ultimato a Alcolumbre: 48 horas para prorrogar CPMI do INSS ou presidente da comissão assume
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), adote providências imediatas para viabilizar a prorrogação da CPMI do INSS. A decisão estabelece um prazo de 48 horas para que seja realizada a leitura do requerimento, etapa que, na prática, garante a continuidade dos trabalhos da comissão. Na determinação, o magistrado foi direto ao exigir que a Mesa Diretora do Congresso cumpra o procedimento dentro do período estipulado. “Que a Mesa Diretora e a Presidência do Congresso Nacional, autoridades apontadas como coatoras, adotem todas as providências necessárias para, no prazo de 48 horas, receber, via sistema interno, o requerimento e promover, nesse mesmo prazo de 48 horas, a leitura desse mesmo requerimento que visa prorrogar a duração da ‘CPMI do INSS’, de acordo com os seus próprios termos”, afirmou Mendonça. Sem a prorrogação, a comissão teria seus trabalhos encerrados no próximo sábado (28), prazo final inicialmente previsto para a realização de depoimentos, coleta de informações e votação do relatório conclusivo. Com a eventual extensão, caberá aos próprios parlamentares definir o novo período de funcionamento. A decisão também prevê um cenário alternativo que deixa Alcolumbre em situação delicada: caso não haja manifestação dentro do prazo, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), ficará autorizado a estender os trabalhos. Nesse caso, o tempo adicional será determinado pela minoria parlamentar, equivalente a um terço dos membros, conforme previsto nas regras regimentais. “Em caso de inércia quanto ao cumprimento do prazo de 48 horas […] a Presidência da CPMI-INSS estará imediatamente autorizada a prorrogar o funcionamento regular da CPMI e referida prorrogação se dará pelo prazo que a minoria parlamentar de 1/3 entender, em deliberação específica na arena própria da CPMI-INSS, que seja o necessário para o encerramento das investigações na seara parlamentar, observando-se a regra contida no art. 76, § 4º, do Regimento Interno do Senado Federal”, escreveu o ministro. A medida foi tomada após um mandado de segurança protocolado por parlamentares, que alegaram omissão de Davi Alcolumbre na leitura do requerimento, mesmo com o apoio mínimo necessário de mais de um terço dos deputados e senadores. Ao justificar seu entendimento, Mendonça destacou o papel das minorias no funcionamento das comissões parlamentares e deixou clara sua posição sobre tentativas de obstrução. “O reconhecimento do direito da minoria parlamentar de instalar uma CPMI, sem que a maioria ou a direção do parlamento crie obstáculos desprovidos de um alicerce constitucional, produz efeitos significativos no plano jurídico. Ele impõe, por decorrência lógica, a aceitação da conclusão de que a mesma minoria também possui o direito de decidir se haverá ou não prorrogação do funcionamento da citada comissão. O que é válido para o mais, deve necessariamente prevalecer para o menos”, argumentou. A decisão individual do ministro ainda será submetida ao plenário do STF, conforme solicitação do próprio Mendonça, o que poderá confirmar ou revisar o entendimento adotado. Nos bastidores, Davi Alcolumbre avalia a possibilidade de recorrer da decisão, mas aguarda a comunicação oficial antes de definir os próximos passos. O senador já sinalizou a aliados que é contrário à continuidade da CPMI e que, se dependesse de sua posição, o colegiado encerraria as atividades no prazo inicialmente previsto. Apesar da resistência, o presidente do Congresso afirma que cumprirá as determinações judiciais. A relação entre Alcolumbre e Mendonça, no entanto, já teve momentos de tensão, como em 2021, quando a sabatina do então indicado ao STF ficou paralisada por mais de quatro meses no Senado. Recentemente, ao participar de um evento da OAB, Mendonça relembrou esse período de dificuldades enfrentadas durante sua indicação. “Tinha gente poderosa, mais poderosa do que eu, que não queria que eu avançasse […] tracei como estratégia, se eu aumentar força antes da marcação da sabatina, ia aumentar a carga contra mim. Só depois de marcada iria demonstrar força pq se eu fosse brigar só pelo lado da força seria derrotado. Saiba o momento certo de agir”, declarou o ministro. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
STF é evacuado às pressas após suspeita de vazamento de gás e possível incêndio
Uma ocorrência registrada na tarde desta segunda-feira (23) levou ao esvaziamento do prédio principal do Supremo Tribunal Federal (STF), localizado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A medida foi adotada após a identificação de uma possível situação envolvendo vazamento de gás nas dependências da Corte. O alerta foi disparado pouco antes das 18h30, concentrando-se no terceiro andar do edifício. Conforme informações oficiais, o ponto inicial da suspeita estaria situado na copa dessa área, o que motivou a ativação imediata dos protocolos de segurança. Ainda há a suspeita de incêndio. Veja:
STF é evacuado às pressas após alarme de vazamento de gás
Servidores do Supremo Tribunal Federal (STF) foram obrigados a deixar o edifício de forma imediata na noite desta segunda-feira (23/3), após o acionamento de um alarme motivado por uma possível ocorrência envolvendo vazamento de gás. Segundo informações preliminares, a suspeita teve origem no terceiro andar da Corte, área onde está localizada a Presidência do tribunal. A situação levou à adoção de protocolos de segurança, com evacuação rápida das dependências. Todos os anexos do STF também foram esvaziados como medida preventiva. O sistema de alerta sonoro foi utilizado para orientar a saída organizada dos funcionários que estavam no local no momento do ocorrido. Equipes de brigadistas realizaram uma varredura completa nas salas e corredores dos prédios, com o objetivo de assegurar que não houvesse pessoas remanescentes nas áreas potencialmente afetadas. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a causa do incidente, e novas informações devem ser divulgadas assim que houver atualização das autoridades responsáveis.
Michelle Bolsonaro se reúne com Alexandre de Moraes após PGR pedir prisão domiciliar para ex-presidente
Horas depois de a Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionar favoravelmente à concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro participou, nesta segunda-feira (23), de uma reunião com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo informações divulgadas pelo jornalista Cláudio Dantas, o encontro foi solicitado por Michelle e estava previsto para ocorrer no gabinete do magistrado. Mais cedo, a PGR apresentou, pela primeira vez, manifestação favorável a um pedido da defesa nesse sentido. No documento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, declarou que “está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do exPresidente”. Ainda conforme o parecer, “está demonstrado que o estado de saúde do postulante da prisão domiciliar demanda a atenção constante e atenta que o ambiente familiar, mas não o sistema prisional em vigor, está apto para propiciar”. A avaliação reforça o argumento de que o quadro clínico exige cuidados contínuos fora do ambiente carcerário.
Moraes autoriza uso de dados contra Eduardo Bolsonaro e ex-deputado enfrenta novo processo disciplinar no STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira, 23, autorizar a Polícia Federal (PF) a utilizar dados de um inquérito em andamento na própria Corte para instruir um processo contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A autorização ocorreu após pedido formal da PF, com aval da Procuradoria-Geral da República, conferindo respaldo institucional à solicitação. Para fundamentar a decisão, Moraes citou jurisprudência já consolidada no tribunal, afirmando que “inexiste óbice à partilha de elementos informativos colhidos no âmbito de inquérito penal para fins de instruir outro procedimento”. Na prática, o entendimento permite o compartilhamento de provas entre investigações diferentes, desde que dentro dos limites legais. Eduardo Bolsonaro é alvo de um processo administrativo disciplinar (PAD) conduzido pela Polícia Federal. A investigação apura possíveis atos de improbidade administrativa. De acordo com a apuração, o ex-deputado teria, em julho de 2025, exposto e ameaçado agentes da corporação por meio da mídia, com o objetivo de “constrangê-los e intimidá-los”. O episódio aconteceu ao mesmo tempo em que Eduardo mantinha articulações políticas junto ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, buscando promover sanções contra autoridades brasileiras, incluindo membros da própria Polícia Federal. Naquele período, o então parlamentar intensificava críticas ao que classificava como “perseguição judicial” contra seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, elevando a tensão institucional. Com a nova decisão, a Polícia Federal poderá incorporar ao PAD elementos coletados no âmbito do STF, fortalecendo o conjunto probatório já existente. Além disso, outro procedimento disciplinar foi instaurado, desta vez relacionado a um possível abandono de cargo, ampliando o escopo das investigações em andamento.