A Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro decidiu nesta sexta‑feira (6) tornar sem efeito a decisão que concedeu liberdade condicional ao ex‑goleiro Bruno. O ex‑atleta foi condenado a 23 anos e um mês de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, sequestro e cárcere privado e lesão corporal contra Eliza Samudio. A medida foi tomada após pedido do Ministério Público e poucos dias depois de Bruno celebrar nas redes sociais seu “retorno” ao Maracanã, desta vez como torcedor do Flamengo. Bruno tem prazo de cinco dias para comparecer ao Conselho Penitenciário e, somente assim, oficializar o benefício de livramento condicional, sob pena de expedição de mandado de prisão.
Corpo de Henrique Maderite encontrado com ferimentos incomuns na Estrada do Maracujá
A morte do influenciador digital Henrique Maderite, de 50 anos, chocou a todos nesta sexta‑feira, 6. De acordo com a Polícia Militar, a corporação foi acionada por meio da rede de vizinhos protegida. Ao chegarem ao endereço indicado, na Estrada do Maracujá, local onde funciona o Haras Henrique Maderite, os policiais encontraram o influenciador já sem vida. Informações preliminares obtidas pela rádio Itatiaia apontam que o corpo foi encontrado com sinais físicos relevantes: sangramento em um dos ouvidos, um corte na região da nuca e uma mancha roxa no pescoço. Essas características foram registradas no atendimento inicial da ocorrência. A perícia técnica foi chamada e ficará responsável por esclarecer as circunstâncias da morte. Embora a Prefeitura de Belo Horizonte tenha informado que Henrique Maderite sofreu um infarto fulminante, até o momento não há confirmação oficial e definitiva sobre a causa do óbito.
Associação de Jornalistas cobra do STM a responsabilidade histórica da farda brasileira
Amigos, a Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados – AJOIA Brasil acaba de publicar nota pública sobre as recorrentes ações do sistema que afrontam a democracia. Desta vez, o foco é o Superior Tribunal Militar (STM). Peço amplo compartilhamento. Nota: O julgamento no STM e a responsabilidade histórica da farda brasileira À imprensa independente do Brasil, à sociedade civil organizada e à opinião pública nacional: O Brasil vive um momento de ruptura silenciosa de seus fundamentos republicanos. Instituições que deveriam zelar pela Constituição têm extrapolado limites, relativizado garantias legais e transformado exceções em regra. O resultado é um ambiente de insegurança jurídica, descrédito institucional e profunda indignação social. Nesse cenário, o julgamento que será conduzido pelo Superior Tribunal Militar – STM, envolvendo a possível perda de patente de militares que serviram ao país, assume dimensão histórica. Não se trata de um processo ordinário, mas de um teste definitivo sobre a autonomia, a altivez e a independência da Justiça Militar brasileira. É imperativo afirmar, com clareza e sem ambiguidades: o STM não pode, não deve e não aceitará ser influenciado por pressões externas, sejam elas oriundas do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal ou do Governo Federal. A Justiça Militar não é instância auxiliar de projetos políticos, nem extensão de julgamentos já contaminados por narrativas pré-fabricadas. A farda brasileira carrega uma história forjada na defesa da soberania, da legalidade e da integridade nacional. Essa história não pertence a governos de ocasião, nem a tribunais que legisam em causa própria; pertence ao povo brasileiro. O que a sociedade espera dos dez oficiais generais e cinco civis que compõem o Superior Tribunal Militar é coragem institucional, fidelidade aos fatos, respeito absoluto ao regimento interno e compromisso inegociável com a verdade material. O povo espera que este julgamento não seja um apêndice, nem uma continuidade automática do que se viu em outros tribunais, onde a exceção virou método e a condenação precede a prova. A eventual cassação de patente de militares que serviram ao país com autonomia, altivez e respeito à Constituição não pode ser tratada como um gesto simbólico ou político. Trata‑se de uma decisão que marcará para sempre a relação entre as Forças Armadas e a sociedade brasileira. A imprensa independente e os jornalistas que a compõem não se furtarão ao seu dever: acompanhar de perto, questionar, registrar e cobrar. O povo brasileiro está atento. A história está atenta. E o mundo observa se o Superior Tribunal Militar honrará sua missão constitucional ou se permitirá que sua independência seja arrastada para o mesmo lamaçal que hoje compromete outras instituições da República. Não se joga a história das Forças Armadas na lata do lixo sem consequências. Não se rasga a Constituição sem deixar marcas profundas. Não se humilha a farda sem ferir a própria nação. O revanchismo pós‑1964/1985 não pode pautar uma decisão soberana da Suprema Corte Militar. Não podemos admitir que o STM tenha sido aparelhado para o ato final dessa desforra. Este momento não exige apenas memória. Exige posicionamento. Exige firmeza. Exige que cada instituição cumpra, sem vacilar, o papel que lhe foi confiado pela Constituição Federal de 1988, nossa Carta Magna. A AJOIA Brasil reafirma seu compromisso com a democracia, com o Estado de Direito e com o escrutínio público como instrumentos de proteção contra os desvios autoritários. Defender a independência da Justiça Militar, neste caso, é também defender o direito da sociedade de conhecer a verdade sem filtros, distorções ou intimidações. Que esta seja uma página escrita com responsabilidade – e não um capítulo de omissão que a história se encarregará de condenar. Porque o silêncio das instituições, quando a Constituição é posta à prova, é também uma forma de ruptura. O Brasil espera. O povo observa. A história julgará. Belo Horizonte, 05 de fevereiro de 2026 Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados – AJOIA Brasil
Jovem Weslei Pigatto Molinari assume a presidência do conselho do curso de Direito da URI
O jovem Weslei Pigatto Molinari, liderança política na cidade de Erechim, no Rio Grande do Sul, assumiu mais uma importante missão na vida pública. Formado em Jornalismo e atualmente estudante de Direito na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) em Erechim, ele foi eleito presidente da atlética do curso de Direito. Entre os objetivos declarados, o novo presidente pretende ampliar a presença do curso nas pautas municipais e oferecer à população o apoio da graduação em Direito. “Acho que escolhi bem a gestão, vamos nos esforçar para levar a contribuição da graduação do direito e as suas competências até o cidadão”, disse Weslei.
Influenciador famoso publica pela última vez e morre seis horas depois
O influenciador digital Henrique Maderite morreu aos 50 anos nesta sexta‑feira, 6, no distrito de Amarantina, pertencente ao município de Ouro Preto, na região central de Minas Gerais. A morte foi confirmada oficialmente pela Prefeitura de Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar, a corporação foi acionada por meio da rede de vizinhos protegida. Ao chegarem ao endereço indicado, na Estrada do Maracujá, onde funciona o Haras Henrique Maderite, os policiais encontraram o influenciador já sem vida. Informações preliminares obtidas pela rádio Itatiaia apontam que os agentes observaram sinais físicos relevantes no corpo da vítima, como sangramento em um dos ouvidos, um corte na região da nuca e uma mancha roxa no pescoço. Essas características foram registradas no atendimento inicial da ocorrência. A perícia técnica foi chamada e ficará responsável por esclarecer as circunstâncias da morte. Embora a Prefeitura de Belo Horizonte tenha informado que Henrique Maderite sofreu um infarto fulminante, até o momento não há confirmação oficial e definitiva sobre a causa do óbito. Henrique Maderite ganhou notoriedade nas redes sociais de forma espontânea. Vídeos gravados inicialmente para amigos acabaram se espalhando pela internet, alcançando grande repercussão. Com o crescimento acelerado da audiência, ele reuniu cerca de dois milhões de seguidores no Instagram, tornando‑se uma figura conhecida do público digital. A última publicação feita por Henrique foi divulgada aproximadamente seis horas antes de ele ser encontrado sem vida, na tarde desta sexta‑feira (6).
Porchat explode ao denunciar “roubo” no governo atual
Uma entrevista concedida pelo humorista e apresentador Fábio Porchat ao Flow Podcast, gravada em dezembro do ano passado, voltou a ganhar grande repercussão nas redes sociais nesta quarta‑feira (4). Na conversa, o comediante fez comentários duros sobre o cenário político brasileiro, afirmando que o país passou de uma tentativa de “golpe” para um contexto marcado por “roubo”. Em novo “surto”, Porchat afirmou: “A política tem um monte de problema, tá tudo errado, tem um monte de coisa errada. Ah, Fábio, você não vai falar do PT? Cara, já falei um monte do PT, já falei um monte. Só que acontece o seguinte, a gente saiu de um cara que tentou um golpe de Estado, provado né, tá preso porque tentou um golpe de Estado, para uma política onde agora tem roubo”. Porchat ainda foi além: “A gente tem alguns bons nomes lá no Congresso, por isso que eu não digo que é 100%, mas 90% é podre, podre, Senado, Congresso, STF, podre. Mas a gente precisa cobrar disso, a gente precisa mudar isso”.
Jovem cantor de 26 anos é assassinado a tiros
O cantor Vicente Barão, de 26 anos, foi assassinado a tiros na madrugada de sexta‑feira (06/02) no centro de Picos, no Piauí. Segundo informações preliminares, a vítima foi surpreendida pelos disparos e não resistiu, morrendo no próprio local. A Polícia Militar isolou a área para os primeiros levantamentos e acionou a perícia. A motocicleta utilizada pelo cantor permaneceu no local do crime. A morte de Vicente gerou grande comoção entre familiares, amigos e admiradores, sobretudo no cenário musical da região. As circunstâncias e a motivação do homicídio serão apuradas pelas autoridades competentes.
Moraes impõe prazo de 5 dias a Bolsonaro e à PGR para responder ao laudo médico da PF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) e a Procuradoria‑Geral da República (PGR) se manifestem, no prazo de cinco dias, sobre o laudo médico elaborado pela Polícia Federal (PF). A decisão também autoriza que as partes solicitem complementações à perícia, caso considerem necessário. O despacho foi emitido após o próprio ministro tornar público, nesta sexta‑feira, 6, o conteúdo do laudo, que possui 52 páginas e descreve as condições clínicas do ex‑presidente. O documento aponta que Bolsonaro apresenta sete comorbidades, entre elas hipertensão arterial, síndrome da apneia do sono, obesidade clínica e refluxo gástrico. No trecho mais alarmante do relatório, a PF reconhece que a falta de observância rigorosa das orientações médicas pode resultar em desfechos graves. “A não observância das medidas médicas descritas pode acarretar risco de complicações graves como pneumonia aspirativa, insuficiência respiratória, AVC, insuficiência renal, quedas com traumatismo craniano, ou morte súbita?”, diz o texto. “Resposta: Sim.” A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados tem sido descrita como cruel, absurda e desumana, gerando temor de que situações ainda mais graves possam ocorrer. Segundo os críticos, há um esforço para silenciar o ex‑mandatário e ocultar os fatos de 2022.
PF revela sete doenças crônicas de Bolsonaro e exige prisão domiciliar urgente
O novo laudo da Polícia Federal confirma que Jair Bolsonaro apresenta sete doenças crônicas, exigindo acompanhamento médico constante e cuidados incompatíveis com a prisão. O documento lista hipertensão arterial sistêmica, apneia obstrutiva do sono grave, obesidade clínica, aterosclerose sistêmica, doença do refluxo gastroesofágico, queratose actínica e aderências intra‑abdominais, além de sinais neurológicos que aumentam o risco de quedas e outras complicações. Para o deputado Gil Diniz, a prisão domiciliar é urgente: “Manter um homem doente, vítima de atentado e condenado por um tribunal de exceção nessas condições é desumano, ilegal e cruel.” “Diante desse quadro clínico, a prisão domiciliar é urgente e inegociável”, afirmou. A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados tem sido descrita como cruel, absurda e desumana. Segundo os críticos, há indícios de que se pretende silenciar o ex‑mandatário e ocultar acontecimentos de 2022.
Lula inicia corrida eleitoral com a menor vantagem dos últimos 16 anos
O petista Lula começa o ano eleitoral liderando as intenções de voto para a reeleição, mas com a menor vantagem registrada desde 2010 em relação ao segundo colocado nas primeiras pesquisas do período. É o que indica um levantamento do Metrópoles, baseado em sondagens divulgadas no início de anos eleitorais ao longo das últimas duas décadas. De acordo com a pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 14 de janeiro, Lula aparece com 36% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) soma 23%, uma diferença de 13 pontos percentuais. Já a pesquisa da Paraná Pesquisas, publicada em 29 de janeiro, mostra um cenário ainda mais apertado: 39,8% para Lula contra 33,1% para Flávio, reduzindo a distância para 6,7 pontos. A última vez que a largada do ano eleitoral apresentou uma margem semelhante foi em 2010, quando José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) disputavam a Presidência. Naquele momento, apesar de Serra aparecer à frente nas primeiras pesquisas, Dilma conseguiu reverter o quadro ao longo da campanha e venceu a eleição com o apoio de um Lula então altamente popular. Em fevereiro de 2010, a primeira pesquisa Datafolha daquele ano apontava Serra com 32% e Dilma com 28% das intenções de voto, uma diferença de quatro pontos. O dado já indicava a tendência de crescimento da petista, que havia reduzido uma desvantagem anterior de 14 pontos.