Uma movimentação recente revelou mais um capítulo das articulações para as eleições de 2026 no estado de Sergipe. Segundo informações de bastidores, o agrupamento político liderado pela prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, e pelo prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho, tentou convencer lideranças do Partido Liberal a rever a estratégia eleitoral que vinha sendo construída no estado. A proposta apresentada ao deputado federal Rodrigo Valadares e ao vereador Ricardo Marques teria sido levada pelo deputado Thiago de Joaldo, que atuou como interlocutor em nome do agrupamento de oposição. A ideia seria alterar a formação da chapa majoritária que vinha sendo discutida dentro do PL. Pela sugestão apresentada, Valmir de Francisquinho permaneceria como candidato ao Governo do Estado, enquanto as duas vagas ao Senado seriam ocupadas por Eduardo Amorim e Rodrigo Valadares. Nesse arranjo, o nome do Coronel Rocha deixaria de disputar o Senado e passaria a figurar como suplente de Rodrigo. Ainda de acordo com a proposta, Ricardo Marques abriria mão da disputa majoritária para concorrer a deputado estadual, contando com o apoio do agrupamento político para fortalecer sua candidatura à Assembleia Legislativa. Entretanto, a tentativa de mudança não prosperou. Fontes ligadas a Rodrigo Valadares afirmam que a resposta foi direta: a decisão já está tomada e não haverá recuo. Após meses de construção política e definição de estratégias, o deputado manteve a palavra dada ao grupo e, principalmente, ao Coronel Rocha. Segundo essas mesmas fontes, desde outubro do ano passado o cenário político da oposição passou por diversas mudanças, inclusive com recuos públicos de apoio que haviam sido declarados anteriormente. Por isso, a avaliação dentro do PL é de que não faria sentido reconstruir toda a estratégia agora. Com isso, a posição do partido ficou definida: a chapa majoritária do Partido Liberal em Sergipe seguirá com a chamada “chapa puro-sangue”, tanto para o Governo do Estado quanto para o Senado. A avaliação dentro do partido é de que manter a coerência política e honrar os compromissos firmados fortalece o projeto eleitoral. Assim, apesar das tentativas de rearranjo feitas pelo agrupamento de Emília Corrêa e Valmir de Francisquinho, a decisão permanece inalterada: o PL seguirá com seus próprios nomes na disputa, consolidando uma chapa inteiramente formada por lideranças do partido em Sergipe. Além disso, impulsionados pelo crescimento da candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência, lideranças partidárias acreditam que o PL pode surpreender e conquistar as duas vagas em disputa para o Senado, fazendo dois senadores de direita para auxiliar um eventual governo de Flávio.
Crise institucional: Judiciário e Senado corrompidos perderam a credibilidade e blindam poderosos
O Judiciário brasileiro se perdeu. O Senado, a partir de seu presidente, está totalmente corrompido. A percepção pública é de que os envolvidos estão tão intimamente ligados a interesses políticos e econômicos que não há como olhar para eles sem sentir desconfiança. A presença de parentes ou afiliados políticos em posições-chave do governo, como na SECOM e na PGR, alimenta uma hegemonia autoritária sem precedentes. Essa proximidade mina a confiança da sociedade e reforça a ideia de que o sistema funciona em benefício próprio, e não da coletividade. Bastou a Polícia Federal assumir responsabilidades com atitudes mais comprometidas para que o “casco” desse navio blindado trincasse. O que antes era visto como intocável começa a ser questionado. O Congresso precisa se unir e retirar aqueles que deveriam comandá-los com imparcialidade e na busca de resultados práticos e definitivos. O Senado se perdeu. E sua tremenda força leonina deu lugar a miados imperceptíveis. O Judiciário precisa se abrir à transparência e à fiscalização, ou continuará sendo alvo de críticas cada vez mais duras e cada vez mais comprometido com provas, sendo transformado em chacota e desmoralizado. Isso já aconteceu no passado, quando as Forças Armadas deixaram de ter protagonismo nacional e foram reduzidas a “pintores de meio-fio”. Há muito deixaram de ter respeito e hoje não conseguem nem mesmo atender ocorrências internas — imaginem externas — por falta de combustível e credibilidade. Exemplos internacionais de corrupção institucional Ao considerar fatos internacionais, constata-se que realmente os acontecimentos no mundo são cíclicos e que sempre haverá a possibilidade de ocorrer de novo. Itália (Operação Mãos Limpas – anos 1990): A investigação revelou conexões profundas entre magistrados, políticos e empresários. Mostrou como redes de poder podem se proteger mutuamente até que uma força externa — no caso, promotores independentes — rompa o ciclo. Estados Unidos (Watergate – anos 1970): O escândalo não envolveu diretamente o Judiciário, mas expôs como órgãos de governo e assessores próximos podem formar uma rede de proteção que dificulta a responsabilização. Argentina (crises judiciais – anos 2000): A percepção pública de que juízes estavam alinhados com interesses políticos corroeu a confiança institucional, levando a reformas e debates sobre independência judicial. Brasil (Mensalão e Lava Jato): Ambos os casos mostraram como a atuação de órgãos como PGR e Polícia Federal pode ser decisiva para romper ou sustentar redes de poder. A Lava Jato, por exemplo, expôs conexões entre empresas, partidos e setores do Judiciário. Malha de comprometimento institucional Uma análise mais profunda consegue destacar como diferentes órgãos se entrelaçam e reforçam a percepção de hegemonia: Judiciário: Decisões que blindam ou favorecem determinados grupos. PGR (Procuradoria-Geral da República): Atua como filtro — pode tanto impulsionar investigações quanto engavetá-las. SECOM (Secretaria de Comunicação): Controla a narrativa pública, moldando a percepção social e blindando figuras de poder. Polícia Federal: Quando atua com independência, pode trincar o “casco” da proteção institucional; quando sofre interferência, reforça a rede de blindagem. Congresso: Muitas vezes se alia ou confronta o Judiciário, dependendo de interesses políticos. E tranca ou trava elementos de impedimento, permitindo que a situação se mantenha. Essa malha cria um sistema de retroalimentação, onde cada órgão protege o outro, dificultando rupturas e reformas. O ponto central é: sem transparência e fiscalização externa, o sistema se torna impermeável à crítica e à responsabilização, ou seja, permanece intocável. A dificuldade do brasileiro em alcançar Justiça Processos intermináveis: O caso das chamadas “fake news” é um exemplo emblemático. A demora e a falta de conclusão transmitem a ideia de que a Justiça não tem fim prático, apenas se arrasta. Sentenças seletivas: A percepção popular é de que grandes escândalos ou acusações contra figuras poderosas raramente resultam em punições efetivas, enquanto cidadãos comuns enfrentam consequências rápidas e duras, com sentenças cada vez maiores e sem recursos. Narrativas de “golpe” e instabilidade: Quando processos jurídicos se misturam com disputas políticas, como no debate sobre o “golpe”, a Justiça perde credibilidade. O cidadão sente que não há imparcialidade, apenas jogo de poder, e paga caro por isso. Comparação com grandes criminosos: A indignação cresce quando se nota que até mesmo crimes graves, como corrupção bilionária ou violência organizada, muitas vezes recebem tratamento mais brando do que infrações menores cometidas por pessoas comuns. O povo brasileiro não pede privilégios, pede Justiça. Mas enquanto processos se arrastam, enquanto narrativas políticas se sobrepõem à lei, enquanto grandes criminosos seguem intocados, a confiança na Justiça se desfaz como areia entre os dedos. Não há democracia sem credibilidade institucional, e não há credibilidade sem transparência e imparcialidade. O Brasil não pode mais esperar: ou o Judiciário se reconecta ao seu dever essencial de servir ao povo, ou continuará sendo visto como cúmplice de um sistema que protege poucos e abandona muitos. A urgência é agora, porque cada dia sem Justiça é mais um dia de injustiça. O casco desse velho “navio blindado” já não está resistindo mais às fissuras da indignação popular. O povo brasileiro não pede privilégios, pede a “verdadeira” Justiça, pede comprometimento de autoridades e um governo voltado para o povo.
PF apreende mais 3 celulares de Vorcaro na Operação Compliance Zero: agora são 8 aparelhos a serem periciados
Na última quarta-feira (4), a Polícia Federal realizou a 3ª fase da Operação Compliance Zero. Durante a operação, os agentes conseguiram apreender mais 3 aparelhos celulares do banqueiro Daniel Vorcaro. Com essa nova apreensão, os policiais já têm em mãos oito aparelhos de uso do banqueiro. Até o momento, apenas um foi totalmente periciado. Segundo os agentes da PF, apenas 30% do conteúdo daquele aparelho veio a público. Os demais aparelhos ainda permanecem lacrados e serão submetidos à perícia da PF nos próximos dias.
Senador colhe assinaturas para CPI de Toffoli e Moraes: faltam apenas 10
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) já reuniu 17 assinaturas para protocolar um pedido de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) voltada a investigar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Para que uma CPI seja efetivamente instaurada, são necessárias 27 assinaturas de senadores. “Já temos 17 assinaturas para a CPI que vai investigar os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes nas suas relações com o caso Master. A expectativa é reunir o número necessário até segunda-feira. Claro que cada senador tem sua liberdade de escolha, mas é uma boa oportunidade para o eleitor identificar quem é valente nas redes sociais, mas se omite na vida real”, declarou o parlamentar. O pedido de investigação surgiu após revelações de que houve troca de mensagens entre Vorcaro e Moraes. Em postagem no X, o senador Alessandro Vieira afirmou que é necessário “garantir que todos estão sujeitos à mesma lei”. “Apresentei requerimento de CPI específica para apurar as condutas dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes no âmbito do caso Master e seus desdobramentos. Sem condenações prévias e com responsabilidade é preciso garantir que todos estão sujeitos à mesma lei. Só assim o Brasil será uma república democrática real. Agora começa a coleta de assinaturas”, diz a publicação.
Israel ataca pela primeira vez depósitos de petróleo do Irã; filho do aiatolá Khamenei é atingido, diz fonte
Caças israelenses atingiram ao menos dois depósitos de petróleo no Irã na noite deste sábado (7). As agências iranianas confirmaram os bombardeios. Os ataques representam as primeiras ações contra a infraestrutura petrolífera da República Islâmica desde o início da guerra, há uma semana. A Guarda Revolucionária, força de elite do Irã, respondeu anunciando que lançará um ataque contra a refinaria de Haifa, em Israel. Os bombardeios ocorrem em meio a um cenário de tensão na região. A escalada militar acontece enquanto o Irã atravessa um processo de transição de liderança, com a morte do líder supremo Ali Khamenei. A agência iraniana de notícias Fars informou neste sábado que a Assembleia de Especialistas deve se reunir “nas próximas 24 horas”. O órgão é responsável pela escolha do próximo líder supremo do Irã. Hosein Mozafari, membro da Assembleia, declarou: “Com a ajuda de Deus, essa sessão ocorrerá nas próximas 24 horas”. Mozafari pediu à população que “se abstenha de qualquer especulação e de difundir rumores sobre o assunto”. O Irã iniciou oficialmente o processo de transição no dia seguinte à morte de Khamenei. O líder supremo dirigia o país desde 1989. A Assembleia de Especialistas é composta por 88 membros. Uma fonte israelense informou ao jornal Haaretz que autoridades do país acreditam que Mojtaba Khamenei foi atingido em um ataque ocorrido em 28 de fevereiro. Ele sobreviveu. Mojtaba é filho do falecido líder supremo. Mojtaba Khamenei tem 56 anos. Ele nasceu em Mashhad, no nordeste do Irã, uma década antes da ascensão dos aiatolás ao poder. Mojtaba atuava nos bastidores da política iraniana. Ele administrava o Gabinete de seu pai. Em 2024, Mojtaba passou a ser considerado um possível sucessor. Ele é amplamente visto como um dos principais candidatos ao cargo máximo do país. Sua eventual ascensão dependerá da decisão da Assembleia de Especialistas. Israel anunciou que o novo líder iraniano será “um alvo” militar.
Moraes está sendo descartado por Lula e pelos banqueiros… Não é mais útil
Quem faz acordos com comunistas, ou criminosos em geral, deve se preparar para ser descartado quando não for mais útil. Está claro que Alexandre de Moraes está sendo descartado, foi traído e quem está por trás de sua queda é Lula. A Globo não estaria nessa artilharia destemida contra Moraes se não tivesse o aval do Planalto e seus principais patrocinadores: os banqueiros. Vejam as coincidências que ocorreram durante e após a queda da lista Magnitsky: Moraes colocou os grandes bancos em situação de risco. Se não cumprissem as sanções, estariam sujeitos a multas bilionárias, serem excluídos do sistema financeiro internacional e quebradeiras generalizadas. Um dos interlocutores que estiveram com Scott Bessent, secretário do Tesouro norte-americano, antes da retirada da Magnitsky, foi André Esteves, dono do BTG-Pactual e um dos principais rivais do Vorcaro. Será que não era de conhecimento de toda a Faria Lima o contrato de Vivi com o Master? Nos congressos lobistas da Lide, Esfera e bacanais, alguém acredita que os segredos são guardados? Algum “passarinho” não poderia ter soprado nos ouvidos do Bessent: “Sancionar os bancos brasileiros pode dar muitos prejuízos ao Brasil e aos EUA também. Se vocês suspenderem a Magnitsky, nós derrubaremos o careca do nosso jeito, olha que bacaninha esse contratinho de 129 milhões da mulher dele. Xandão é cosa nostra!” Não teria sido bem possível uma troca destas? Quem está dando essa coragem toda à Globo e à Malu Gaspar? Hein Lula? Hein Dedé? Pedro Possas. Médico.
Folha de S.Paulo ataca Ana Paula Valadão por defesa de Israel e crítica ao Irã
Um artigo escrito por Valdinei Ferreira apresenta um viés progressista e não religioso. No texto, foi feita uma análise bastante simples sobre o cenário geopolítico do Oriente Médio. Antes de comentar o artigo, convém expor brevemente a perspectiva bíblica do livro de Apocalipse. Esse livro sintetiza os escritos de Daniel, Ezequiel, Joel, Isaías e outros, tratando do período conhecido como tribulação. Após este período, será estabelecido o reino prometido a Abraão para os judeus, com as nações gentílicas. O período tribulacional é descrito como durando sete anos, em um calendário lunar de 360 dias, dividido em duas fases de 1260 dias cada: Primeira fase: guerras, derramamento de sangue, epidemias, fome, martírios, terremotos, pragas de gafanhotos, enfraquecimento do sol, entre outros. Segunda fase: úlceras, mares e rios transformados em sangue, escuridão, seca no rio Eufrates, calor intenso etc. Nesse período, um terço da terra será consumido pelo fogo, e ao final praticamente toda a população mundial será destruída por guerras e pragas. Segundo Apocalipse 1:1, a revelação foi dada pelo próprio Jesus. Trata-se de um tempo em que justiça e juízo serão aplicados sobre todos os povos e nações. Isso não significa que o Eterno de Israel odeia o ser humano; ao contrário, é o resultado da rebelião contra Deus e suas leis que traz condenação. Maldade, perversidade, juízes corruptos, homicidas, líderes religiosos desonestos — tudo será tratado com rigor e justiça. Ana Paula não afirmou tais coisas porque deseja ver crianças e mulheres sofrendo. Pelo contrário, sua fala expressa indignação diante da crueldade extrema que ocorre no Irã e a percepção de que uma intervenção se tornou necessária. Análise Técnica do Oriente Médio Quando se observam os números, a percepção sobre Israel se transforma: Israel ocupa apenas 0,3% da área do Oriente Médio. Sua extensão territorial é de aproximadamente 22 mil km². O Oriente Médio, em sua totalidade, soma cerca de 7 milhões de km². Além disso, 90% da região é islâmica. Segundo o relatório anual de 2025 da organização internacional Portas Abertas, mais de 380 milhões de cristãos enfrentaram níveis extremos de perseguição por causa de sua fé. Em 2026, esse número subiu para 388 milhões, o maior já registrado. Paralelamente, cresce a tensão geopolítica na região. Mais de 150 nações têm se posicionado contra Israel na ONU em apoio à causa palestina, muitas vezes alinhadas a uma agenda islâmica global. Há cerca de 15 a 16 milhões de judeus em todo o mundo, o que corresponde a apenas 0,2% da população global. Os países mais severos na perseguição aos cristãos incluem: Coreia do Norte, Somália, Iêmen, Sudão, Eritreia, Síria, Nigéria, Paquistão, Líbia e Irã. Outros 40 países completam a lista dos 50 mais hostis, como Afeganistão, Índia, Arábia Saudita, China, Cuba, Turquia, Egito e México. Na Europa, o islamismo cresce rapidamente, impulsionado pela imigração e altas taxas de natalidade. Segundo o jornal alemão DW, existem cerca de 45 milhões de muçulmanos na Europa, tornando o islamismo a segunda maior religião do continente, atrás apenas do cristianismo, e a que mais cresce. Em contrapartida, a população judaica é significativamente menor. De acordo com o Pew Research Center, em 2020 havia aproximadamente 460 mil judeus na França, 300 mil no Reino Unido, 120 mil na Alemanha e 13 mil na Espanha. No total, estima-se entre 1,3 e 1,5 milhão de judeus em toda a Europa — apenas 2,9% a 3,3% da população muçulmana europeia. Portanto, ser judeu ou cristão no Oriente Médio é, de fato, um milagre. O que Ana Paula quis dizer foi simples: “Não aguento mais o sofrimento e tamanha crueldade que está acontecendo no Irã”. Apenas isso.
Empresário dono de rede de postos é encontrado morto e enterrado em cova funda em seu próprio sítio
O corpo do empresário Gervasio Tadao Nogahama, de 45 anos, foi encontrado enterrado em uma cova funda, num sítio em Salto de Pirapora, interior de São Paulo. Ele estava desaparecido desde o dia 27 de fevereiro. O carro da vítima foi encontrado carbonizado dois dias depois do sumiço, na zona rural de Pilar do Sul, município vizinho. O sítio em que o corpo foi encontrado pertence à própria vítima. Uma retroescavadeira foi utilizada para auxiliar na localização. De acordo com a polícia, a cova era considerada funda. O caso do empresário, que é proprietário de uma rede de postos de combustível, é investigado pela Delegacia de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba. Segundo o delegado seccional Rodrigo Ayres, testemunhas estão sendo ouvidas e novas diligências podem ocorrer nos próximos dias. “Ouvimos familiares, amigos e seguimos investigando o caso. Obtivemos provas e indícios do local onde estaria enterrado o corpo, e conseguimos localizar. Novas diligências seguem em andamento”, disse. A Polícia Civil busca por imagens de câmeras de monitoramento e solicitou a quebra de sigilo telefônico que podem auxiliar nas investigações. Segundo o delegado Rodrigo Ayres, da Divisão Especializada de Investigações Criminais de Sorocaba (Deic), a polícia também aguarda os laudos da perícia e do Instituto Médico Legal (IML), que devem ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte. A morte causou comoção nas redes sociais. O perfil da agência de viagens fundada por Gervasio publicou uma nota lamentando pela morte do empresário. “Sua história, seus valores e o legado que construiu continuarão vivos em cada passo da nossa jornada. Seguiremos honrando sua memória com gratidão, respeito e compromisso de continuar aquilo que ele iniciou com tanto amor”.
EUA pedem ajuda à Ucrânia em guerra contra o Irã: Zelensky deixa de ser pedinte e vira aliado de Trump
O mundo não gira, ele capota. O governo americano pediu oficialmente ajuda ao governo ucraniano em sua guerra com o Irã. A situação é a seguinte: os mísseis Patriot, usados pelos países do Golfo para interceptar drones, custam uma fortuna, várias vezes mais do que os drones usados pelo Irã. A Ucrânia, por sua vez, desenvolveu tecnologia própria de interceptação de drones, que tem usado contra a Rússia, e é muitas vezes mais barata que os artefatos americanos. Como diria Davi, às vezes um estilingue bem feito é mais eficaz do que a força bruta. Zelensky, obviamente, não vai faltar ao seu amigo Trump. Afinal, a Ucrânia depende desesperadamente dos sistemas de inteligência americanos. Mas agora, a Ucrânia passa a negociar desde um outro patamar, de pedinte a aliado. Vamos ver a capacidade de agradecimento de Trump. Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
O verdadeiro poder do país age nos bastidores: bancos mandam, mídia obedece
A mudança de postura da Globo em relação aos chamados “Vingadores da Democracia” não é mistério para ninguém. A explicação está no dinheiro que os bancos investem pesadamente nas emissoras de televisão. Com uma guerra declarada entre a Faria Lima e Vorcaro, basta que os bancos ditem o que a emissora deve fazer para que ela cumpra. É simples assim. Portanto, é um erro considerar a grande mídia como a força mais poderosa do país. O verdadeiro poder está com quem deposita o dinheiro no fim do mês. Para o cidadão comum, resta apenas torcer pela derrota de ambos os lados nessa briga de gigantes. O que sobrar do Brasil deve ser entregue ao povo brasileiro em 2027.