Daniel Vorcaro seria o “Epstein Tupiniquim”. Vídeos teriam sido encontrados – no celular de Vorcaro – de bacanais na mansão do banqueiro em Trancoso. A juíza exilada Ludmila Lins Grilo opinou sobre a situação. Confira: “Acaso vazadas as imagens do tal ‘Cine Trancoso’, o poder de chantagem desapareceria. Tudo indica, portanto, que o papel de parcela da imprensa nesse momento é exatamente servir de porta‑voz do chantageador, comunicando que os vídeos existem e que, para não serem divulgados, há um preço.”
AtlasIntel comprova: evangélicos são os principais apoiadores de Israel
Pesquisa encomendada pela StandWithUs à AtlasIntel, conduzida sob a liderança do presidente executivo André Lajst e da diretora de comunicação e cultura Sabrina Abreu, revelou que 58,5% dos evangélicos brasileiros apoiam majoritariamente Israel, 89,5% consideram o massacre de 7 de outubro injustificado, 74,5% atribuem ao Hamas a culpa pela guerra e 86,1% discordam do apoio do governo Lula à acusação da África do Sul contra Israel por genocídio. Entre os evangélicos, 62,3% acreditam que o governo Lula adotou uma postura internacional de apoio ao Hamas; contudo, apenas 11,7% consideram essa posição correta. A pesquisa evidencia o apoio incondicional dos evangélicos a Israel e ao povo judeu, ao mesmo tempo em que percebem o governo Lula como alinhado a grupos que identificam como terroristas muçulmanos. O Brasil se apresenta majoritariamente pró‑Israel e solidário ao povo judeu, em contraste com discursos políticos de caráter antissemita que têm ganhado espaço no cenário nacional. Quanto às fontes que influenciam a visão do conflito entre os evangélicos, 48,5% apontam as redes sociais (Facebook, Instagram, TikTok e X), 19,8% citam a mídia tradicional e 19,9% mencionam religião, líderes ou pastores. Para se informar sobre o conflito israelo‑palestino, 55,5% dos evangélicos recorrem principalmente às redes sociais, enquanto apenas 1,6% têm como fonte as igrejas ou organizações religiosas. O resultado revela um cenário surpreendente: a maioria dos evangélicos toma decisões com base no que absorve nas redes sociais, em vez de recorrer aos estudos da escola dominical, à influência da igreja ou à orientação de pastores. Realizado entre 10 e 23 de setembro, antes do acordo de cessar‑fogo, o levantamento teve abrangência nacional, contou com 1.812 entrevistados e foi conduzido por meio de recrutamento digital aleatório entre a população adulta. A pesquisa apresenta margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Candidato do MBL incita morte de Flávio Bolsonaro e afirma missão de ser “braço” do PT (Veja o vídeo)
Renan Santos, candidato do MBL às eleições de 2026, já em fase de pré‑campanha, declarou que sua missão será atacar violentamente Flávio Bolsonaro, cumprindo o que o PT deseja, embora não possa assumir publicamente. Em pronunciamento recente, Renan chegou a pedir a morte de Flávio Bolsonaro. O episódio demonstra como o sistema permitiu que o MBL se transformasse em partido político, atuando como um braço do establishment, o que autoriza Renan a fazer tais declarações sem risco. Essa não é a primeira vez que o MBL se alia a interesses da esquerda; a parceria tem origem antiga. Veja o vídeo:
Gleisi Hoffmann se enrola e evidencia a cumplicidade de Lula no caso Banco Master
Gleisi Hoffmann afirmou que Lula foi informado dos negócios de Lewandowski ao convidá‑lo para assumir um cargo no governo, em 2024. Contudo, ao tentar negar que o presidente soubesse especificamente da relação com a instituição financeira comandada por Daniel Vorcaro, a ministra não convenceu. Nas explicações, Gleisi se enrolou e acabou sinalizando que Lula tinha conhecimento da ligação entre o escritório de Lewandowski e o Banco Master. “Ele avisou que prestava atividades privadas, econômicas, e que ele teria que se afastar. Não sei se ele falou exatamente do Master, mas ele falou: ‘Olha, eu tenho que me afastar de atividades’. Ele deve ter comentado, mas isso não é impeditivo”, disse a ministra. Na prática, esse governo está todo enrolado, envolvido num número infindável de maracutaias. De fato, eles voltaram à cena do crime…
GLEISI ENROLA-SE E COMPLICA LULA NO CASO MASTER
Gleisi Hoffmann afirmou que Lula foi informado dos negócios de Lewandowski ao convidá‑lo para assumir cargo no governo, em 2024. Contudo, ao tentar negar que o presidente soubesse especificamente da relação com a instituição financeira comandada por Daniel Vorcaro, Gleisi não convenceu. Em sua explicação, a ministra se enrolou e acabou sugerindo que Lula tinha ciência da ligação entre o escritório de Lewandowski e o Banco Master. “Ele avisou que prestava atividades privadas, econômicas, e que ele teria que se afastar. Não sei se ele falou exatamente do Master, mas ele falou: ‘Olha, eu tenho que me afastar de atividades’. Ele deve ter comentado, mas isso não é impeditivo”, disse a ministra. Na verdade, esse governo está todo enrolado, envolvido num infindável número de maracutaias. De fato, eles voltaram à cena do crime…
Suposto vídeo de Vorcaro, o “Epstein tupiniquim”, faz Brasília tremer e deixa autoridades em chilique
A cada dia surge uma nova emoção. A revista de esquerda Liberta afirma que a Polícia Federal encontrou, em um celular associado a Vorcaro, gravações de atos sexuais na mansão de um banqueiro em Trancoso. Segundo a mesma publicação, a estrela pornográfica de um dos vídeos seria um magistrado de alto escalão, conhecido pelo apelido de “pica das galáxias”. Não há confirmação ou negação oficial, mas se sabe que Vorcaro, que se apresenta como o “Epstein tupiniquim”, instalou câmeras em todos os cômodos da residência que alugava. No chamado “paraíso Vorcariano”, figuras e personalidades do cenário nacional se reuniam para discutir os rumos da economia e da política brasileira. Caso existam, os arquivos de Vorcaro constituiriam uma arma de grande calibre, potencialmente direcionada contra membros do alto escalão do governo atual. A prática de chantagear poderosos com imagens comprometedoras não é nova; foi utilizada, inclusive, pelos comunistas da KGB para manter o controle. Até o momento, a maior parte da imprensa tradicional permanece em silêncio. Nas redes sociais, porém, o caso já recebeu o apelido de “Cine Trancoso”. A polêmica pode se tornar tendência nacional nos próximos dias, e a questão que paira no ar é: quem é o “pica das galáxias”? *Caso a existência dos vídeos seja confirmada, o indivíduo em questão dificilmente seria alvo de retaliações imediatas, sob pena de a imprensa permanecer calada para proteger seus interesses. A realidade política brasileira supera, de longe, qualquer ficção. Nem mesmo um roteirista sob efeito de álcool seria capaz de imaginar, em delírio, um desdobramento tão surreal quanto o que já se desenha neste caso.
PF, com apoio do FBI, prende jovem de 18 anos que preparava atentado terrorista
A Polícia Federal informou que prendeu um jovem de 18 anos suspeito de integrar uma organização terrorista internacional. O suspeito também está sendo investigado por planejar um atentado em território nacional. Segundo a PF, o jovem estava montando um colete explosivo para ser utilizado em um ataque suicida no Brasil. As autoridades localizaram o rapaz após uma operação conjunta entre a Polícia Federal brasileira e o FBI, a agência federal dos Estados Unidos. A ação contou com autorização da 3ª Vara Federal de Bauru, em São Paulo, onde foram cumpridos mandados de prisão temporária, de busca pessoal e domiciliar, além de medidas de acesso imediato a dados eletrônicos, como celulares e computadores. Em nota, a PF destacou que “as investigações prosseguem com o objetivo de aprofundar a apuração dos fatos, bem como prevenir a ocorrência de atos que atentem contra a segurança pública e a ordem social”. A apuração indica que o suspeito passou por um processo de radicalização online, mantendo contato virtual com extremistas já investigados ou condenados por terrorismo. As comunicações interceptadas revelaram adesão ideológica, instruções e incentivo à execução do ataque. O caso levanta mais um alerta máximo sobre o avanço silencioso da radicalização e da atuação de grupos terroristas dentro do território nacional, expondo fragilidades na segurança do país e inserindo o Brasil, de forma concreta, no radar das ameaças terroristas globais.
O Poderoso Chefão: a segunda parte revela a corrupção da família Corleone
A trilogia do clássico cinematográfico “O Poderoso Chefão” continua sendo um dos maiores sucessos de público e de arrecadação da história do cinema. No segundo filme, destaca‑se a implantação de cassinos da Família Corleone em Cuba, iniciativa atribuída a Michael Corleone, o “capo di tutti i capi”. O longa mostra a participação de diversos agentes públicos – congressistas, militares, policiais, juízes, promotores, jornalistas – além do presidente cubano, Fulgêncio Batista, que recebe, de empresários norte‑americanos do setor de telefonia, um telefone de ouro maciço. Todos esses personagens são retratados como subornados e envolvidos na corrupção mafiosa de Nova Iorque, que inclui festas de orgias com prostitutas, consumo de drogas, álcool e grandes quantias de dinheiro provenientes de Las Vegas e de Havana. Assim, Michael Corleone, seguindo o modelo de seu pai Vito, mantém na folha de pagamento juízes, promotores, delegados, jornalistas e congressistas, garantindo a expansão nacional e internacional dos negócios da “Famiglia Corleone” e consolidando uma ampla rede de corrupção sistêmica. É evidente a busca por dinheiro fácil e práticas escusas, patrocinadas pelo crime organizado, por parte de autoridades públicas que utilizam a toga, a farda e os cargos para enriquecer ilícita‑mente, abandonando o interesse público em favor de ambições pessoais e familiares, transformando o Estado em um enorme balcão de negócios paralelos. Entre as atividades descritas estão o tráfico de drogas, o consumo excessivo de álcool, o jogo clandestino, subornos, prostituição, troca de favores, tráfico de influência, jornalistas pagos para criar notícias falsas, lavagem de dinheiro no Banco Ambrosiano, pagamentos generosos a advogados influentes em tribunais subornados e, quando essas estratégias falham, assassinatos seletivos – inclusive de figuras de alto escalão – como forma de intimidação. Felizmente, tudo isso se restringe ao universo ficcional da trilogia, sem repercussões reais. Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa.
Idosa reclama de barulho e tem casa alvejada por mais de 30 tiros; dono da adega é principal suspeito (Veja o vídeo)
Na madrugada de quinta‑feira (29), uma idosa que mora em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo, teve sua residência alvejada por cerca de 30 disparos. O ataque ocorreu depois que a mulher reclamou do barulho e da aglomeração provenientes da adega vizinha. Segundo a polícia, o principal suspeito dos disparos é Igor Rafael Trindade Silva, proprietário da adega. Pouco depois da meia‑noite, o suspeito teria chegado ao local em uma motocicleta, efetuado vários tiros, inclusive apontando para as câmeras de segurança, e fugido. A polícia identificou Igor Rafael como autor dos disparos e o deteve em seu apartamento de luxo. No apartamento foram apreendidos a pistola utilizada no crime, munições adicionais, relógios importados e quatro veículos. As autoridades suspeitam de ligação do suspeito com organização criminosa, em razão do padrão de vida incompatível com a renda de uma pequena adega. Veja o vídeo:
Ex‑marido de Ana Hickmann é condenado por calúnia, injúria e difamação
Alexandre Correa, ex‑marido da apresentadora Ana Hickmann, foi condenado a dois anos e seis meses de detenção pelos crimes de calúnia, injúria e difamação contra o advogado da ex‑esposa, Roberto Leonessa. A sentença foi proferida em novembro de 2025 e, até o momento, Correa não interpôs recurso, encerrando o processo de forma definitiva na última segunda‑feira (26). O ex‑marido participou de ao menos três transmissões ao vivo na plataforma YouTube. Nesses episódios, dirigiu‑se a Leonessa usando termos como “filho da p*ta”, “maldito”, “beócio”, “asno”, “patife” e “mentiroso”. Segundo a 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, tais afirmações configuram injúria e difamação. Em relação à calúnia, Correa acusou Leonessa, sem apresentar provas, de ter vazado e‑mail de processo sigiloso, conduta que, se comprovada, constituiria crime previsto no Código Penal. A pena será cumprida em regime aberto.