O Comando Sul dos Estados Unidos atacou uma embarcação no mar do Caribe nesta segunda-feira (23). A operação resultou na morte de três ocupantes do barco. As Forças Armadas norte-americanas informaram que a embarcação mantinha vínculos com atividades de narcotráfico na região. O Comando Sul confirmou que a embarcação navegava em zona onde são monitoradas rotas utilizadas por organizações criminosas para transporte de entorpecentes. A ação integra uma série de operações voltadas ao combate ao tráfico de drogas. As autoridades norte-americanas não divulgaram a identidade das vítimas fatais. Também não foram fornecidas informações sobre a localização precisa onde o ataque foi executado. O tipo de embarcação atingida não foi especificado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos. O Comando Sul iniciou esta série de operações militares em setembro de 2025. Desde então, foram executados 43 ataques em águas do Caribe e do Pacífico, com total de 141 mortos nessas ações. Somente em fevereiro de 2026, seis ataques foram contabilizados. O ataque anterior ao desta segunda-feira ocorreu na sexta-feira (20), em águas do Pacífico. As operações militares apresentaram redução de intensidade após a captura de Nicolás Maduro, ocorrida em 3 de janeiro deste ano, na Venezuela. As ações foram retomadas no final de janeiro. O presidente Donald Trump publicou notificação pelo Pentágono no início de fevereiro. No documento, o mandatário declarou que os Estados Unidos estão envolvidos em um “conflito armado” com cartéis de drogas na América Latina. Trump justificou os ataques como uma escalada necessária para conter o fluxo de entorpecentes para o território norte-americano.
Malu Gaspar perde a paciência e faz seu mais veemente ataque a Moraes: ‘Ninguém diz qual é o vazamento’ — Veja o vídeo!
O ministro Alexandre de Moraes caminha para o isolamento total. Conforme apurado, ele enfrenta pressão crescente de todos os lados, numa intensidade sem precedentes. A chamada velha mídia saiu do silêncio. A jornalista Malu Gaspar tem apontado, com firmeza e convicção, inúmeras ilegalidades que teriam sido cometidas. Uma reação por parte dos magistrados torna-se cada vez mais difícil, pois novos fatos e novas denúncias surgem diariamente, agravando ainda mais o cenário. O STF é descrito como totalmente acuado e sem liderança. O atual presidente da Corte, Edson Fachin, é apontado como fraco e completamente perdido diante do quadro atual. Nesse contexto, um único nome se destaca na Corte: André Mendonça, apontado como cada dia mais forte e mais respeitado. Veja o vídeo:
Globo ataca o STF: âncora da GloboNews chama inquérito das Fake News de ‘excrescência’ — Veja o vídeo!
A Rede Globo, apoiadora de primeira hora de inúmeras barbaridades cometidas por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), parece que finalmente caiu na real. Em programa da GloboNews, a âncora Mônica Waldvogel classificou o controverso inquérito das Fake News como “excrescência”. A declaração veio no contexto da manifestação apresentada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que pediu ao presidente do STF o encerramento da referida “excrescência”. No caso em questão, tanto a Rede Globo quanto a OAB demoraram sete anos para reconhecer essa barbárie. Talvez seja tarde demais… Veja o vídeo:
Lula foge para a Índia enquanto o Centrão abandona o PT e define sua aposta para 2026
A “homenagem” na Sapucaí deu muito errado. O prejuízo foi alto — e prejuízo alto em eleição presidencial significa falta de controle. Quando o time está desnorteado, atirando para todos os lados, a culpa é da liderança. As críticas vieram de imediato. O evento se consagrou como um dos piores atos de campanha da história do marketing político. Um caso acadêmico indelével. Na esquerda, o fundo do poço tem subsolo. O partido não se retratou. Dobrou a aposta e investiu contra a opinião pública. O fato é que não se responde a críticas com ameaças judiciais. Isso deveria ser uma máxima — é, no mínimo, bom senso. 86% do país é cristão e se ofendeu. Então o governo deu outro passo e, acreditando que ninguém percebia, viajou. Lula voou para a Índia para “participar de um encontro”. Novidade zero. Trata-se da marca registrada do presidente: fugir em momentos de crise. Errou? Pega o avião e sai de cena. A estratégia funcionou até ficar manjada. O termo correto para o momento é “patético”. Se a questão se resumisse à opinião pública, já seria um problema enorme. Mas só piora: o Planalto estava bem nas pesquisas antes do Carnaval para se dar ao luxo de errar dessa forma? Não. Muito menos para ameaçar críticos. Fugir de cena provou a falta de margem de manobra do governo. Lula pediu uma guerra — deliberadamente. Mas esqueceu a máxima militar: ganha uma guerra quem erra menos. E a sucessão de erros graves acelerou a decisão do Centrão. Os caciques dos diretórios nacionais perderam as ilusões com a candidatura petista e sinalizaram. Abandonar Lula, porém, não significa apoiar Flávio Bolsonaro. Pelo contrário: o vácuo de poder gerado na esquerda abre espaço para duas coisas: 1) lideranças de esquerda disputarem o espólio, como ocorreu com Biden e Kamala; 2) avanço do centro sobre o eleitorado decepcionado. E foi exatamente isso que o Centrão sinalizou. Kassab publicou um blefe: o PSD terá candidato ao Planalto, apostando em Ratinho Jr., Caiado e Eduardo Leite. A mensagem é clara — apoiar Lula é saltar sem paraquedas. E o centro nunca joga para perder. A contrapartida foi anunciada há uma semana: a vaga de vice de Tarcísio em São Paulo. Se o governador paulista ceder, o cacique volta atrás e o PSD abraça Flávio. As vantagens são evidentes: 891 prefeituras Tempo de TV e rádio Orçamento de campanha Bases expandidas Na prática, o cenário proposto pelo PSD significa vitória no primeiro turno. É ruim? Sim. Há risco de impeachment no primeiro desentendimento. Amor de verão não é casamento — e em Brasília, casamento só com separação total de bens. No cálculo eleitoral, a pergunta sempre é: e do contrário? O que acontece se Flávio disser não? Simples: Kassab cumpre o blefe, lança um candidato para tirar votos da direita e volta a negociar no segundo turno. A mensagem do Centrão é clara: a decisão foi tomada e a aposta é Flávio. A tensão com Kassab é questão de ajuste fino. Flávio não pode ceder de imediato; Kassab não pode recuar, mas tempo é um produto caro. O impasse tem sentido e direção. Estratégia é a arte de posicionar recursos. Sun Tzu manda “conhecer o inimigo e a si mesmo” para ser capaz de prever os próximos passos do adversário. Miyamoto Musashi diz que só há estratégia quando o inimigo não é capaz de surpreendê-lo. O silêncio petista não é desistência ou recuo — é mudança de rota. O time petista atual demonstrou incompetência total à frente da campanha de 2026. O alarme no espectro vermelho é uma convocação, e só um nome é apontado como capaz de virar o jogo agora: Dirceu. A reação da esquerda nos próximos dias será violenta — e, dessa vez, eficaz. As semanas que antecedem a Copa do Mundo serão épicas. Essa disputa presidencial entrará para a história. Será o primeiro teste real para Flávio Bolsonaro. O jogo começou. Ricardo Roveran — Jornalista. @RicardoRoveran
Primeiro ataque ao STF vindo de dentro do governo Lula: Boulos diz que Corte não está ‘acima do bem e do mal’
A harmonia entre o governo Lula e o Supremo Tribunal Federal já não é a mesma de tempos atrás. Uma enorme desconfiança ronda a Corte — e o episódio mais recente pode ter aprofundado ainda mais esse distanciamento. Na segunda-feira (23), Guilherme Boulos, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou em entrevista à Rádio Nacional que o Supremo Tribunal Federal não está “acima do bem e do mal”. A declaração, ainda em tom ameno segundo relatos, representa o primeiro ataque público ao STF vindo de dentro do próprio governo Lula. Tudo indica que Boulos foi o escolhido de Lula para, se necessário, confrontar os ministros do Supremo. A declaração ocorre em meio a um episódio que expõe vínculos de dois ministros do STF com o Banco Master, instituição financeira investigada por irregularidades.
Imagens da exumação dos Mamonas Assassinas circulam na web quase 30 anos após acidente fatal — Veja o vídeo!
Os restos mortais dos integrantes da banda Mamonas Assassinas estão sendo exumados nesta segunda-feira (23/2), no Cemitério Primaveras I, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. A medida ocorre quase três décadas após o acidente aéreo que ceifou a vida dos músicos em 2 de março de 1996, no auge da carreira do grupo. A cerimônia teve início às 13h e é realizada de forma reservada, restrita aos familiares, com os portões do cemitério fechados ao público. A iniciativa prevê a reunião dos restos mortais de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli para posterior cremação. De acordo com um parente de um dos artistas, o objetivo é viabilizar a criação do Jardim BioParque Memorial Mamonas. Parte das cinzas será acondicionada em urnas individuais, enquanto outra parcela será destinada ao plantio de árvores no espaço memorial. A data da cerimônia de plantação ainda não foi divulgada. O bioparque será implantado no próprio Cemitério Primaveras, onde os músicos estão sepultados desde 1996. No mesmo local também foi enterrado o segurança Sérgio Saturnino Porto, sexta vítima do acidente aéreo. Até o momento, não há confirmação sobre eventual exumação dos restos mortais dele. Imagens da cerimônia de exumação já circulam na web. Veja:
Dallagnol aciona PGR contra Moraes por abuso de autoridade em caso envolvendo a Unafisco
O ex-procurador da República Deltan Dallagnol apresentou uma notícia-crime à Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No documento, Dallagnol solicita a apuração de supostos indícios de abuso de autoridade relacionados a um episódio que envolve a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco). Segundo o ex-procurador, é necessário investigar possíveis práticas de intimidação processual que, em sua avaliação, teriam atingido o exercício da liberdade de expressão e de imprensa. A iniciativa foi formalizada após a intimação do presidente da Unafisco, Kléber Cabral, para prestar depoimento à Polícia Federal (PF). A oitiva ocorreu na sexta-feira (20) e foi determinada pelo ministro Moraes. A convocação do dirigente sindical aconteceu após declarações feitas por ele em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews, na quarta-feira (18). No pedido encaminhado à PGR, Dallagnol sustenta que os fatos precisam ser examinados para verificar se houve extrapolação de competência ou violação de garantias constitucionais. Até o momento, não houve manifestação pública do ministro sobre a notícia-crime.
AO VIVO: OAB Exige Encerramento do Inquérito das Fake News; Trump Avalia Ação Contra o Irã — Veja o vídeo!
A OAB protocolou manifestação ao presidente do STF, Edson Fachin, exigindo o encerramento do inquérito das fake news (nº 4781), que se arrasta há quase sete anos na Suprema Corte. A movimentação é interpretada como um enfrentamento direto ao ministro Alexandre de Moraes. No cenário internacional, Donald Trump avalia a possibilidade de um ataque de maior envergadura ao Irã. Caso a diplomacia ou uma ação limitada falhem, ele considera uma operação para derrubar os líderes do regime e forçar o abandono do programa nuclear, segundo fontes do New York Times. No Brasil pós-Carnaval, o Congresso retoma uma agenda carregada: estão previstos o PL Antifacção, o possível depoimento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e a PEC da Segurança. Esses temas foram debatidos na live com José Carlos Sepúlveda, Marcos Pizzolatto e Diogo Forjaz. Assista ao vídeo: Sobre o Caso Master: um relatório da Polícia Federal entregue ao ministro André Mendonça — novo relator do caso — revela que Daniel Vorcaro organizava festas sexuais para políticos e empresários poderosos. Detalhes, nomes e relatos sobre o caso estão reunidos no livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF. A editora liberou frete grátis para todo o país. O valor é promocional até o dia 01/03. Acesse pelo link: https://www.conteudoconservador.com.br/products/banco-master-o-caso-blindando-pelo-stf-pre-venda
Filme de Wagner Moura sai de mãos vazias do BAFTA após concorrer em duas categorias
O longa brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, não conquistou estatuetas na cerimônia do BAFTA Awards, realizada neste domingo (22), em Londres. A produção concorria em duas categorias de destaque, mas foi derrotada em ambas as disputas. Indicado a Melhor Roteiro Original, o filme brasileiro foi superado pelo norte-americano Pecadores, que levou o prêmio na categoria. Na disputa por Melhor Filme em Língua Não Inglesa, o troféu foi entregue ao norueguês Valor Sentimental. Mesmo após a recente conquista do Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama, Wagner Moura não figurou entre os indicados individuais do BAFTA neste ano. Ainda assim, sua atuação no longa brasileiro vinha sendo apontada como um dos pontos altos da produção. O Brasil também marcou presença na categoria de Melhor Fotografia. O profissional Adolpho Veloso foi indicado pelo trabalho em Sonhos de Trem. O prêmio, contudo, ficou com Michael Bauman, responsável pela direção de fotografia de Uma Batalha Após a Outra. Na área de documentários, a diretora Petra Costa concorreu com Apocalipse nos Trópicos. O reconhecimento da categoria foi concedido a Mr. Nobody Against Putin, dirigido por Pavel Talankin e David Borenstein.
Ministro André Mendonça alerta, em pregação, que poder político e institucional pode ser ‘tentação do diabo’
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual relator do caso envolvendo o Banco Master, André Mendonça, fez um alerta sobre o que chamou de “tentação do diabo” ao tratar do tema do poder político e institucional. A declaração foi feita no domingo, dia 22, durante pregação na Igreja Presbiteriana de Pinheiros. Em sua fala, Mendonça destacou que a prosperidade material não deve ser buscada em desacordo com princípios religiosos. Nas suas palavras: “Meu irmão e minha irmã, você tem direito de ter uma boa vida. Em termos financeiros. Você tem direito de ter uma boa comida na sua casa, ter um pão farto no seu dia a dia, mas você não tem o direito de fazê-lo desagradando a Deus, agradando o seu próprio coração, a sua própria vaidade e agradando o inimigo de Deus. Porque, através desse pão de hoje, você vai comer o pão que o diabo amassou.” Ao tratar das passagens bíblicas sobre as tentações de Jesus, o ministro associou o episódio ao exercício de funções públicas: “Não se submeta às propostas tentadoras no aspecto financeiro. Primeira tentação de Jesus: envolve o ter para suprir as suas próprias necessidades, o ter, possuir recursos financeiros para suprir aquilo que o seu coração deseja. E cuidado, porque o nosso coração pode desejar mais do que Deus quer nos dar. Segunda tentação: envolve o poder político, o poder institucional. O diabo se apresenta a Jesus e, agora, o eleva, mostrando-lhe todo o mundo, todos os reinos do mundo. E diz, no verso de número seis, ‘Eu vou te dar toda esta autoridade e glória. Não só o poder, mas também a vaidade da glória’. Que oferta tentadora, governar o mundo. Imagina Jesus governando o mundo todo, educação de qualidade, justiça social, segurança, desenvolvimento, emprego, todo mundo com a sua casa, oferta que poucos ou nenhum teria, senão Jesus Cristo.” Mais adiante, ao retomar o tema do poder institucional, Mendonça foi ainda mais direto: “E nós somos tentados a querer fazer o bem na nossa comunidade. Na igreja, a gente procura fazer o bem suprindo lacunas do Estado, levando poços artesianos, levando alimento através das cestas básicas, levando saúde em outros rincões. Meu irmão e minha irmã, nada mais legítimo do que isso. Nada mais legítimo do que você querer ser prefeito de São Paulo, ser governador de São Paulo, ser deputado, ser senador, ser presidente da República. Tudo isso é legítimo. Nada mais legítimo querer ser ministro do Supremo. Nada mais legítimo do que isso. Agora, o diabo diz: ‘Eu vou te dar tudo isso, se prostrados vocês me adorarem’. A quem nós adoramos para estar onde nós estamos? Meu irmão e minha irmã, o poder político e institucional é uma bênção de Deus se guiado por Deus. Mas, quando nossos corações se colocam não segundo os princípios e os valores de Deus para agir pelo bem do povo, nós estamos nos curvando à tentação do diabo.” Indicado ao STF pelo então presidente Jair Bolsonaro — que o definiu como ministro “terrivelmente evangélico” —, Mendonça também dirigiu um conselho direto a quem pretende ingressar na vida pública: “Cuidado, você que almeja entrar na carreira pública, talvez ser juiz, ser promotor, ser delegado. Você, que já é, você que deseja ser político, para fazer o bem das pessoas, que Deus te abençoe. Mas cuidado com os pequenos testes, com as pequenas bananas, com as pequenas propostas sutis que podem aparecer e que podem fazê-lo romper pequenas linhas que, quando você se depara, você já rompeu com o próprio Deus, que te ama. Lembre-se: Jesus responde, em primeiro lugar, ‘nem só de pão vivo’. Em segundo lugar, ‘eu só adoro a Deus, só Ele é o ser a quem eu vou adorar e prestar culto’. Há portas que precisam ser fechadas, porque não foram abertas por Deus. Meu conselho a você: não busque o poder, não busque os holofotes, busque a Deus, busque agradar a Deus e tente discernir, cheio do espírito, o que é proposta e propósito de Deus e o que é propósito do seu coração, da sua vaidade e do que o diabo colocou no seu coração.” Mendonça assumiu a relatoria do caso do Banco Master após a saída de Dias Toffoli. A pregação ocorre em um momento de tensão no STF, que enfrenta questionamentos relacionados à condução de investigações — entre elas o inquérito das fake news, que se aproxima de sete anos de tramitação — além de controvérsias envolvendo decisões do ministro Alexandre de Moraes.