Segundo relatos, dois membros da Guarda Nacional dos EUA foram atingidos por tiros em Washington, D.C., na quarta‑feira (26), bem perto da Casa Branca. A Casa Branca foi colocada em lockdown imediatamente.
Clube Militar lança forte nota contra prisões de “respeitados chefes militares”
No dia 26 de novembro de 2025, o Clube Militar divulgou um comunicado chamado “Prisões Injustas”. O clube protesta veementemente contra a decisão do STF que prendeu chefes militares com carreira impecável de mais de 40 anos a serviço da nação, alegando que esse histórico deveria ter sido levado em conta durante todo o processo.
AO VIVO: Novas sanções contra Moraes vêm aí… (veja o vídeo)
Quem tem força para parar Moraes? Talvez a resposta venha de fora do país. O deputado Eduardo Bolsonaro avisou que prender o ex‑presidente pode abrir caminho para mais sanções ao ministro. E tem mais: com Bolsonaro na cadeia, as negociações para acabar com as tarifas americanas ficam mais complicadas, e Lula vai ficando cada vez mais isolado. Hugo Motta e Alcolumbre faltaram ao lançamento do PL que elimina o IR para quem ganha até R$ 5 mil. Eles tinham que falar, mas desapareceram. Alcolumbre está irritado com a indicação de Messias, e a tensão com Motta já vem da disputa pelo IOF. O general Augusto Heleno contou ao Exército que tem Alzheimer desde 2018, diagnóstico confirmado em exame médico na terça‑feira, 25, no Comando Militar do Planalto. O que a prisão de generais traz de impacto para as Forças Armadas e para a política? Para analisar tudo, o Jornal do JCO traz Padre Kelmon, o jornalista Glauco Fonseca e o analista político Paulo Baltokoski. Veja, compartilhe e ajude o Jornal da Cidade Online.
Quando tudo parece não poder piorar, Moraes consegue ir além
Alexandre de Moraes enviou ao Superior Tribunal Militar um pedido para analisar se Jair Bolsonaro pode perder a patente. O pedido veio no mesmo documento em que Moraes confirmou que a ação penal sobre o suposto golpe já ficou final, com Bolsonaro condenado a 27 anos e três meses de prisão. Mesmo depois de mais de 30 anos na política, Bolsonaro ainda é capitão reformado do Exército. Só a Justiça Militar pode decidir tirar essa patente. A medida só pode avançar depois que não houver mais chance de recurso criminal. Moraes diz que o prazo para novos embargos terminou, então a condição está cumprida. Poucos dias antes do julgamento, saiu um livro que causa impacto. “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação” descreve o cenário ridículo que se tornou realidade com a prisão de Bolsonaro. O livro aponta que Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, a imprensa e grupos progressistas que quiseram enfraquecer seu governo e calar a direita em ascensão. Ele ainda antecipa o fim dessa trama. Hoje, a obra virou um documento histórico, um protesto contra a censura e o que chamam de “sistema”.
Nikolas detona Moraes após ministro dar 24h para Bolsonaro explicar uso de celular
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, deu um prazo de 24 horas para a defesa de Jair Bolsonaro explicar por que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) usou o celular durante a visita de sexta‑feira (22). Na época, Bolsonaro estava cumprindo prisão domiciliar. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele descreve o mesmo caos que vimos hoje com a prisão de Bolsonaro. No texto, acusa que Bolsonaro sofreu uma perseguição organizada, envolvendo instituições, imprensa e grupos progressistas, tudo para enfraquecer seu governo e calar a direita que vem crescendo. O autor ainda prevê um final vitorioso para a causa conservadora. Hoje, o livro virou um registro histórico e um protesto contra a censura e o que ele chama de “sistema”.
Morre ícone da dublagem brasileira
Denise Simonetto, reconhecida como uma das maiores vozes da dublagem no Brasil, morreu neste domingo, dia 23, aos 70 anos, depois de lutar contra um câncer. Colegas de trabalho e perfis de dublagem nas redes confirmaram o falecimento. Nos últimos meses, fãs e amigos organizaram campanhas de ajuda, como vaquinhas online e transmissões ao vivo, para levantar dinheiro e dar apoio ao tratamento da artista. Os colegas de profissão reagiram de imediato. O dublador Glauco Marques fez um tributo emocionado, destacando como Denise influenciou sua carreira e sua vida. Em sua mensagem, ele escreveu: Denise nasceu em São Paulo e começou a trabalhar no fim dos anos 1970, entrando na Peri Filmes, no Rio, depois de passar em um seletivo importante. Com o tempo, ela se firmou não só como dubladora, mas também como diretora de dublagem, conhecida pelo rigor e sensibilidade que trouxe ao trabalho. A voz de Denise chegou a várias gerações e a diferentes cantos da cultura pop. Ela dublou personagens famosos de filmes e TV, dando voz a atrizes como Demi Moore, Elisabeth Shue, Sigourney Weaver, Sandra Bullock, Sally Field e Julia Roberts. Um dos papéis mais lembrados foi o de Punky, da série ‘Punky, a Levada da Breca’ (1984‑1988), que ficou na memória de muitos brasileiros que cresceram nos anos 80. Denise também foi peça chave em séries japonesas que fizeram sucesso no Brasil. Ela deu voz a Tomoko em ‘Cybercop’ e a Anri em ‘O Fantástico Jaspion’, dois clássicos que ajudaram a criar a base do tokusatsu aqui. Na animação, ela dublou a Minnie Mouse em curtas do Mickey e fez o Anjinho da Turma da Mônica no filme ‘A Princesa e o Robô’ (1983). Nos animes, Denise chegou a ainda mais jovens. Ela dublou Cammy em ‘Street Fighter II-V’ e no jogo da série, a Rainha Serenity na fase R de ‘Sailor Moon’ e a Sailor Star Maker na fase Stars. Também foi a voz de Nadeshiko, mãe da heroína de ‘Cardcaptor Sakura’, onde também atuou como diretora de dublagem, mostrando sua versatilidade e conhecimento técnico.
URGENTE: Moraes dá 24h a Bolsonaro
Moraes, ministro do STF, exigiu que a defesa de Bolsonaro entregue um relatório oficial sobre o caso em que o deputado Nikolas Ferreira (PL‑MG) usou o celular durante a visita da manhã de sexta‑feira (22). Na época, Bolsonaro estava cumprindo prisão domiciliar. A TV Globo transmitiu gravações da visita, onde se vê o deputado Ferreira mexendo no celular na varanda, bem ao lado de Bolsonaro. Mesmo que o telefone estivesse com o deputado, a sua presença levantou dúvidas sobre violação das regras do STF, já que o aparelho poderia ter sido usado ou as mensagens vistas por Bolsonaro. Diante disso, Moraes quer que a defesa diga claramente se o celular foi entregue ou emprestado a Bolsonaro, se ele viu o que estava na tela ou se usou o aparelho por meio do deputado.
Mesmo documento que previu a prisão crava desfecho triunfal para Bolsonaro
Poucos dias antes de Bolsonaro ser julgado, saiu à luz um livro que surpreendeu a todos. O título “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação” descreveu o quadro ridículo que hoje se confirmou com a prisão do ex‑presidente. Nas páginas, o autor acusa Bolsonaro de ser perseguido por um verdadeiro mecanismo político, formado por instituições, imprensa e grupos progressistas, que se juntaram para minar seu governo e calar o conservadorismo que vem crescendo. O livro ainda apontava um final vitorioso para essa luta. Hoje, ele virou um documento histórico, um protesto contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Cláudio Castro sobe o tom contra o STF
Cláudio Castro (PL) voltou a atacar o STF por limitar as operações policiais nas favelas do Rio. Ele diz que a chamada “ADPF das Favelas” abriu espaço para o Comando Vermelho crescer em várias partes do Brasil. Falando numa comissão da Câmara, Castro disse que entre 2019 e 2023 o Comando Vermelho foi a maior criminosa a crescer, e culpa a ADPF por isso. Ele ainda reclamou que o Rio ainda sofre “cinco anos de besteira” e garantiu que a limpeza só está começando e não vai parar. Sobre a operação nos complexos da Penha e do Alemão, que deixou 121 mortos, Castro apontou que 40% das vítimas vieram de outros estados. Para ele, isso mostra que o crime é um problema nacional e que as regras do STF precisam mudar agora. Ele reforçou: “Se a gente não acertar no Rio, não vai dar para consertar o Brasil.” Castro também atacou a PEC da Segurança Pública que o governo federal trouxe. Ele quer mudar o texto para dar mais liberdade às polícias estaduais e acha que o conselho da PEC dá poder demais à União. A sugestão dele é cortar o número de membros do conselho para entre dez e doze, deixando tudo mais rápido e justo. Ele ainda exigiu que a União pague de volta quando policiais estaduais atuam em crimes que são da competência federal. Segundo ele, isso evita que os estados fiquem sem dinheiro e ajuda a combater as facções de forma mais ampla. O relator da PEC, Mendonça Filho (União-PE), vai analisar as mudanças, e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), espera entregar o parecer em 4 de dezembro.
Eis um fato inusitado sobre as audiências de custódia de hoje!
Bolsonaro, ex‑presidente do PL, vai entrar numa audiência de custódia por vídeo nesta quarta (26). O ministro Alexandre de Moraes autorizou a sessão, que acontecerá na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde Bolsonaro está preso desde sábado (22). A audiência serve para checar se a prisão foi feita dentro da lei e se alguém teve seus direitos violados entre a captura e a audiência. O processo é usado tanto em prisões em flagrante quanto em mandados judiciais. Na mesma sessão, vão aparecer quatro ex‑ministros e altos auxiliares presos na terça (25) depois que o STF confirmou suas condenações. Cada um vai para um local que combine com sua patente. Almir Garnier, ex‑comandante da Marinha, com 24 anos de pena, vai para a Estação Rádio da Marinha, em Santa Maria (DF). Anderson Torres, também com 24 anos, ficará na ala reservada do 19º BPM, conhecida como “Papudinha”. Augusto Heleno, com 21 anos, e Paulo Sérgio Nogueira, com 19 anos, vão cumprir no Comando Militar do Planalto. As audiências são marcadas em ordem alfabética, a cada 30 minutos: Garnier às 13h, Torres às 13h30, Heleno às 14h, Bolsonaro às 14h30 e Nogueira às 15h. Um detalhe curioso: o juiz da sessão deve ser o próprio Alexandre de Moraes. Na última domingo (23), a audiência foi feita por um juiz auxiliar do gabinete dele. Poucos dias antes do julgamento, saiu um livro impactante chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. O título já previa o absurdo que vivemos hoje com a prisão de Bolsonaro. No livro, denunciam que Bolsonaro foi perseguido por um verdadeiro aparelho político, envolvendo instituições, imprensa e grupos progressistas que queriam derrubar seu governo e calar a direita que cresce no país. O autor ainda indica como tudo vai terminar. Hoje, o livro virou um documento histórico, um manifesto contra a censura e o “sistema”. Quer ler? Clique no link abaixo.