A pesquisa da Quaest revelou que 42% da população não quer que o ex‑presidente seja preso, mostrando que a gente ainda está ao lado de Bolsonaro. Carlos Bolsonaro afirmou que o partido está cobrando de Jair Bolsonaro que ele deixe o capital político e entregue a liderança a outro nome da direita em 2026. O deputado Sóstenes Cavalcante disse que Hugo Motta combinou de levar a anistia do 8 de janeiro para votação. A urgência já foi aprovada na Câmara; agora a pressão é para que o texto chegue ao plenário. No programa Bom Dia, JCO, o economista Paulo Kogos e o ativista Douglas Garcia vão comentar tudo. Assista, compartilhe e ajude o Jornal da Cidade Online.
Prisão de Bolsonaro muda o jogo para 2026 (veja o vídeo)
Quando prenderam o ex‑presidente Jair Bolsonaro, o governo não viu nada vindo. Agora, a direita vê isso como sua maior carta para as eleições de 2026. Milhões de brasileiros acharam a prisão uma injustiça clara. Isso despertou a raiva e a vontade de protestar que estava parada desde o fim de 2022. A sede da Polícia Federal, em Brasília, virou de repente um ponto de vigília. Isso mostrou ao Planalto que a ideia de martírio deu nova força e união aos conservadores. A grande imprensa tenta dizer que isso é só mais um processo judicial, mas nos bastidores a coisa é outra. Ao contrário, a prisão juntou o bolsonarismo, reorganizou o movimento e trouxe de volta seu peso político. Isso tudo enquanto o PL da Anistia volta à pauta, bloqueia a agenda do Congresso e esquenta ainda mais o clima político.
General americano vai pessoalmente ao Caribe e deixa Maduro em desespero
Na segunda‑feira, 24, o general Dan Caine chegou a Porto Rico, dando novo impulso à presença militar dos EUA no Caribe. Como chefe do Estado‑Maior Conjunto, ele foi a bordo de um dos navios de guerra da Marinha que patrulha a área. O Pentágono diz que a visita foi um agradecimento às tropas pelo feriado de Ação de Graças, mas, segundo fontes internas, Washington está estudando medidas mais duras contra Nicolás Maduro, aumentando a já tensa situação militar e diplomática. Com David Isom, veterano da Navy SEALs e conselheiro do Alto Comando, Caine se encontrou com oficiais do Comando Sul, que cuida das ações dos EUA na América Latina. Ao mesmo tempo, o porta‑aviões USS Gerald R. Ford, o maior do planeta, segue operando no Caribe. Aproximadamente 15 mil militares – fuzileiros navais e outras tropas baseadas em Porto Rico – formam a força ativa dos EUA no Caribe. Caine, que lidera a Operação Lança do Sul, está à frente de um plano que o Departamento de Defesa chama de maior mobilização dos EUA na região desde a Crise dos Mísseis de 1962. Mesmo dizendo que quer manter a estabilidade da região, a Casa Branca tem equipes de segurança preparando vários cenários. Segundo fontes, Donald Trump autorizou missões secretas da CIA dentro da Venezuela, mas ainda não se sabe quem são os alvos ou quando acontecerão. Também foi debatida uma negociação que deixaria Maduro no poder por um tempo, mas Washington descartou a ideia.
Livro que previu a prisão de Bolsonaro, também prevê desfecho final dessa história
Um livro impactante saiu poucos dias antes de Jair Bolsonaro ser julgado. No título “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, o autor descreve o quadro ridículo que acabou acontecendo, culminando na prisão de Bolsonaro. Segundo o livro, Bolsonaro sofreu uma perseguição organizada. Instituições, a imprensa e grupos progressistas se juntaram para minar seu governo e calar a crescente força conservadora. O autor ainda aponta como tudo deve terminar. Hoje, o livro virou um registro histórico, um grito contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Dino solta o maior absurdo de todos ao julgar Bolsonaro
Durante o julgamento da prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL), onde Alexandre de Moraes era relator, o ministro Flávio Dino apontou, de forma exagerada, que o ex‑presidente é perigoso. Dino disse que as atitudes recentes dos aliados de Bolsonaro, como as fugas de Carla Zambelli e Alexandre Ramagem ao exterior, mostram a “ambiente que viola a ordem pública” da suposta organização criminosa liderada por ele. Ele acrescentou que esses episódios criam um quadro que, infelizmente, combina com as ilegalidades já condenadas pelos tribunais. Para o ministro, as fugas são sinal de “grande deslealdade às instituições do país”, formando um “ecossistema criminoso” que já foi descrito nos acórdãos da AP nº 2.668/DF. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele descreve o mesmo caos absurdo que acabou resultando na prisão de Bolsonaro. O livro acusa Bolsonaro de ser vítima de um aparelho de perseguição política, com instituições, mídia e grupos progressistas tentando derrubar seu governo e calar a crescente força conservadora. Ele ainda prevê o fim dessa trama. Hoje, a obra virou um registro histórico e um protesto contra a censura e o “sistema”. Quer ler? Clique no link abaixo.
Trump conversou com Bolsonaro antes da prisão? Porta-voz dos EUA responde…
Karoline Leavitt, da Casa Branca, disse na segunda‑feira, 24, que não tem informação de que Trump tenha falado com Bolsonaro antes da prisão do brasileiro no sábado. Ela ainda reforçou que Washington não reconhece o governo de Nicolás Maduro na Venezuela, chamando‑o de ilegítimo. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. O título já previa o absurdo que vivemos hoje com a prisão de Bolsonaro. Segundo o livro, Bolsonaro sofreu uma perseguição organizada: instituições, imprensa e grupos progressistas se juntaram para minar seu governo e calar a crescente direita. O autor ainda aponta o fim dessa trama, transformando a obra num registro histórico e num grito contra a censura e o “sistema”.
Tumulto em frente a sede da PF onde Bolsonaro está preso (veja o vídeo)
Na tarde de domingo (23/11), a porta da Superintendência da PF em Brasília virou mais uma vez um focinho de tensão. Jair Bolsonaro (PL) está preso lá por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes, e seus apoiadores se revezam na entrada do prédio, no Setor Policial Militar Sul. No meio da agitação, um crítico abriu uma garrafa de espumante para celebrar a detenção. O ato provocou a ira dos bolsonaristas que estavam ali. A confusão aumentou e o opositor acabou levando um soco de um dos manifestantes. Para conter a briga, um policial militar usou spray de pimenta, fazendo a turba se dispersar. Poucos dias antes do julgamento, saiu um livro impactante chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele já descrevia o absurdo que vivemos hoje com a prisão de Bolsonaro. Na obra, o autor acusa Bolsonaro de ser vítima de uma máquina de perseguição política que juntou instituições, a imprensa e grupos progressistas para derrubar seu governo e calar a direita que vem crescendo. O livro ainda aponta como tudo deve terminar. Hoje, ele virou um documento histórico, um grito contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Piloto famoso morre durante apresentação no Beto Carrero World
Neste domingo (23), Lurrique Ferrari, um motociclista experiente em acrobacias, perdeu a vida em um grave acidente durante o Hot Wheels Epic Show, atração fixa do Beto Carrero World em Penha (SC). Ele havia sido contratado em dezembro de 2024. Enquanto tentava terminar uma manobra que exigia subir por uma rampa de saltos, acabou batendo. O parque informou que Ferrari acertou a cabeça na parte alta da estrutura, sofrendo um traumatismo grave. Bombeiros do Beto Carrero socorreram na hora e levaram o piloto ao Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí (SC). Mesmo após cirurgia, ele não melhorou e acabou falecendo. Em nota, o Beto Carrero World disse que está ajudando a família e que abriu investigação interna para entender o que aconteceu. O show previsto para segunda‑feira foi cancelado em sinal de respeito.
Esquerda “surta” com primeiras imagens de Bolsonaro preso, mas a própria PF trata de desmentir narrativas
No domingo (23/11) surgiram fotos do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) dentro da Superintendência da Polícia Federal. As imagens geraram protestos nas redes, com a esquerda dizendo que ele recebeu tratamento especial. A PF, porém, garantiu que tudo foi feito conforme o regulamento interno para presos. Logo depois da visita da ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro, o ex‑presidente saiu da sala de visitas e foi para o local onde está detido. Servidores confirmam que esse percurso é rotina na PF. Nas fotos, Bolsonaro aparece de camisa escura perto de uma das portas de entrada, sem fazer nada fora do previsto. A investigação constatou que não houve nenhum benefício ou relaxamento das normas. A PF reforçou que o que aconteceu é prática comum para qualquer preso que recebe visita autorizada. Poucos dias antes do julgamento, foi publicado o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir o presidente — e despertou uma nação”. O título já previa o clima ridículo que se viu hoje com a prisão de Bolsonaro. No livro, os autores denunciam que Bolsonaro foi perseguido por um conjunto de instituições, mídia e grupos progressistas que se uniram para fraquejar seu governo e calar a direita que vinha crescendo. Eles ainda apontam como termina essa trama. O texto virou um registro histórico e um grito contra a censura e o “sistema”. Quer ler? Clique no link abaixo.
Anvisa determina retirada imediata de produto das prateleiras dos supermercados
A Anvisa disse que, a partir de agora, o sabonete líquido Pérolas do Campo, da Dell Cosméticos Ltda EPP, tem que ser retirado das lojas porque está sendo vendido sem o registro sanitário que a lei exige. O registro sanitário serve como prova de que o cosmético foi avaliado e cumpre o mínimo de segurança que a lei pede. Sem o registro, não dá para garantir que o sabonete foi fabricado dentro dos padrões. Por isso, a Anvisa agiu preventivamente, alertando que produtos sem regularização podem causar coceira, irritação e vermelhidão, principalmente em quem tem pele sensível. A Anvisa ainda avisa que itens sem registro não têm eficácia comprovada e podem colocar a saúde da população em risco. Essa medida se junta à proibição do sabonete antisséptico Cinord, anunciada no começo do mês. Na época, descobriu‑se que o Cinord tinha fórmula diferente da que constava na embalagem e continha conservantes acima do limite legal. Com essas irregularidades, a Anvisa exigiu que todos os lotes do produto sejam recolhidos das prateleiras imediatamente.